Como funciona um rim?

Saudações, Pensadores de Ciências!
Para fecharmos com chave de ouro os estudos sobre os sistemas do corpo humano estudados nos 4º anos, resolvemos mostrar para as crianças a estrutura interna dos rins, pois além de fazer um papel muito importante no Sistema Circulatório,  ele filtra o sangue do nosso corpo e também tem sua participação no Sistema Urinário, liberando as impurezas do sangue para a bexiga e, consequentemente, eliminando-as na urina.
Descobrimos que o rim de porco tem uma semelhança genética com o rim humano e…adivinha? Começamos a pesquisar material que pudéssemos apresentar aos alunos.
Começamos com este aqui e trouxemos a figura abaixo:
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E era mais ou menos isso que esperávamos encontrar em nossa experiência
Além da foto, trouxemos uma ilustração:
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Esse esquema também foi usado para explicar o funcionamento do rim.
Era hora de começar nossa tarefa do dia. 😀 Fomos ao mercado municipal e compramos um rim de porco para mostrar aos alunos as estruturas internas. Vem ver!
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E como a gente gosta de trabalhar “de verdade”, passamos as mãos para sentir a textura e também usamos o olfato para sabermos qual cheiro poderia ter um órgão que além de filtrar o sangue elimina impurezas. 
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Olha a turminha aí, cheia de curiosidade
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Usamos também nosso livro didático, para auxiliar com o trabalho de abertura do rim.
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E não é que encontramos exatamente as estruturas que tínhamos estudado? Ponto pra nós! 😉
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E ainda identificamos o canal do uréter.
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Observem, mais de perto:
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Claro que a farra não parou por aí, tive que abrir mais alguns rins para comprovar o que tinha dentro.
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E as mãos não paravam de tocar, como você pode ver aí em cima. Todo mundo queria sentir a textura do rim.  Ao final pedi que cada aluno fizesse suas observações no caderno.

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Ficou bom, né? Adoramos! \o/

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E demos por encerrado nosso conteúdo sobre o corpo humano, com mais uma experiência marcante. E agora, o que será que vamos inventar????

Se você tem um palpite, deixe aí nos comentários. Quem sabe você acerta? rsrsrs!

 

Até a próxima!!

Jardim Sensorial: um cantinho especial da escola

Saudações, Pensadores de Ciências!

Hoje é dia de falarmos de algo que nos trouxe muita alegria: a criação de um jardim sensorial! Vocês se lembram de quando fizemos a limpeza e manutenção de nosso minhocário? Pois é… falamos que logo traríamos notícias sobre o destino que daríamos ao húmus produzido por nossas minhocas californianas e como aqui, missão dada é missão cumprida, tratamos de estimular nossos pequenos pensadores a buscar soluções para o material.

Em roda de conversa com os 4º anos apareceu à pergunta:
– Professora, o que vamos fazer com a terra que trocamos da minhoca?
E como já tínhamos pensado nisso, quando levei a atividade para a sala, sugeri um Jardim Sensorial e novas perguntas apareceram:
– O que é isso, Prô?
Expliquei que seria um jardim com plantas aromáticas que poderíamos usar para comer, fazer chás ou perfumar a casa. Com a proposta aceita, lá fui eu buscar ideias para nosso jardim. Na primeira hipótese, queria fazer um daqueles suspensos, usando garrafas pet.
Como esse aqui:
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Lindo, né? Amamos! ❤
E seria feito seguindo esse esquema:
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  Era isso que eu tinha em mente, porém utilizei garrafas de água que são mais moles e não consegui obter o mesmo resultado. Sem as mudas ficavam perfeitas, mas com as mudas as garrafas se dobravam ao meio.  😦

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Em casa, com garrafas de água, não conseguimos o mesmo resultado da primeira foto.

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Já com as mudas plantadas, vocês podem ver que a garrafa não ficou tão firme.
Diante deste “contratempo”, resolvemos que nosso jardim seria no chão, ao lado de um muro da escola, e não mais suspenso. Tínhamos diversas mudas: Manjericão, Bálsamo, Lavanda, Erva Doce, Hortelã, Cânfora e Alecrim.
Aí você vai dizer: por quê essas plantas? pra quê serve cada uma delas? vou ter que procurar?
Seus problemas acabaram! 😀 Deixamos uma lista prontinha pra vocês!
Agora, com toda essa moleza pesquisa que a gente deixou, você bem que podia começar um jardim sensorial também, né?  Já pensou? Hum? Hum?
Olha aí, mais um exemplo:
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Maravilhoso!
Era hora de plantar e também de usar o nosso húmus!!
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E, aos pouquinhos, nosso jardim foi ganhando forma.
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A meninada quase não gosta de mexer na terra! 🙂
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A turminha ficou muito envolvida e tomando cuidado para que tudo ficasse perfeito.
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Estavam todos encantados!
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E nosso jardim ficou assim:
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Vista “aérea” 😀
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Para não sobrecarregar ninguém e também não correr risco de nosso cantinho ficar sem cuidados, estabelecemos que, a cada dia, um aluno ira molhar e verificar se está tudo bem com nosso jardim.
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Mas por que mesmo que a gente escolheu um jardim sensorial, hein? Porque nosso objetivo maior é fazer com que as crianças percebam o mundo que as cercam, não só o mundo tecnológico mais sim o mundo primitivo, aquele que já estava aqui antes de nós, e para isso nada melhor do que usar os sentidos. Afinal, nosso lema por aqui é: gentileza gera…N-A-T-U-R-E-Z-A!

Quer saber mais sobre o Jardim Sensorial, dá uma olhadinha nesse site, pois está tudo bem explicado!

Fala pra gente aí nos comentários o que você achou. E se já criou um jardim sensorial em casa ou na escola, que tal escrever sobre ele? Quais plantas você escolheu? Como está cuidando? Continue a Pensar Ciências conosco.

Até a próxima!

Sequência Didática: trabalhando a classificação de animais

Saudações, queridos Pensadores de Ciências!
Hoje é dia de dividirmos com vocês mais uma sequência didática. Já mostramos uma parecida nesse post aqui, com destaque para os répteis. Mas falando de estudo e classificação de animais, um tema que sempre atrai os pequenos, pensamos em criar mais uma, envolvendo pássaros, que também têm lugar cativo na curiosidade dos alunos.
Quer ver como ficou? Já sabe o esquema, né? A gente gosta de explicar tudo bem direitinho! Então… segura na nossa mão e vem!
Tema: Classificação dos animais.
Turmas: 3º ano do ciclo I
Conteúdos participantes: Língua Portuguesa, Ciências e Artes
Texto Norteador: Mil pássaros pelos céus, Ruth Rocha, São Paulo: Ática, 2004
Capa do livro de Ruth Rocha
Capa do livro de Ruth Rocha
Você pode pesquisar a compra deste livro nesse link.
 1ª Etapa:
Leitura Visual
* Quais os animais que aparecem na capa?
* O que já sabemos sobre eles?
2ª Etapa:
Leitura Interpretativa
* Por que a cidade chama-se Passaredo?
* O que significa a palavra arvoredo?
* O que significa gorjeiam, chiam, e etc? (palavras da segunda estrofe)
* Conhecem mais algum pássaro que não esta descrito no texto?
* Por que os pássaros foram embora?
* Por que tudo ficou uma grande tristeza?
* Para que serve uma luneta?
* O que significa a palavra peremptório?
* Por que o sábio pediu para as pessoas tocarem músicas?
* Por que as aves voltaram?
* As pessoas ficaram felizes com a volta das aves?
3ª Etapa:
Leituras Complementares
* O Galo Aluado, no Livro Boi da Cara Preta, Sérgio Caparelli, Porto Alegre, L&PM, 2004
Mais uma obra de Sérgio Caparelli
Você encontra esse livro aqui

Sugerimos trabalhar com os alunos, uma atividade de contação de histórias, para envolver ainda mais a turma com o conteúdo estudado. Além dos livros acima, é muito bom ter alguns materiais lúdicos, que nos apoiem durante a contação. Aqui, tem uma sugestão nossa, mas você pode confeccionar outros itens, com outros materiais. Tudo depende da nossa imaginação! 😉

 Material para ajudar na contação das histórias.
Pássaro de papel, como um recurso da contação de histórias
Pássaro de papel, como um recurso da contação de histórias. Nossa escolha foi o E.V.A
O pássaro também pode ser feito com pano
O pássaro também pode ser feito com tecido e enchimento também com retalhos.
Após trabalharmos de modo bem lúdico, podemos explorar com os alunos os conteúdos que envolvem o estudo das aves. podemos partir de uma roda de conversa e verificar o que eles sabem sobre o tema.
4ª Etapa:
Conhecimentos Específicos
* O que são aves?
* Como nascem as aves? Como são classificadas quanto a reprodução?
* Existem aves que não voam?
* Do que é coberto o corpo das aves?
* Como são classificadas quanto sua alimentação?
 Após essas perguntas e de conversar com os alunos sobre suas hipóteses, pode-se usar uma sequência lógica para mostrar o desenvolvimento do embrião dentro do ovo.
Com essa sequência, é fácil entender o desenvolvimento das aves
Com as imagens, é mais fácil entender o desenvolvimento das aves
5ª Etapa:
Construção de ficha técnica
* “Ficha do bicho” é uma atividade que pode fazer levando vários textos de pássaros e suas características e pedir que as crianças construam ou completem a ficha abaixo ou outra que você elabore, de acordo com o trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, podemos estimular a escrita de nossos alunos. Deixamos aqui alguns exemplos de ficha e de textos que podem ser levados para sala:
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Existe um aplicativo Aves do Brasil–Amazônia, do Planeta Sustentável, (disponível para Android) que pode ser muito útil na classificação de pássaros se houver uma proposta de estudo do meio ou visita a um museu de ciências.

6ª Etapa
Construção de material lúdico:
* Usando figuras de pássaros pode-se construir quebra cabeças. É possível oferecer uma base para que a imagem seja colada ou as próprias crianças com o uso de régua podem riscar e recortar seus quebra cabeças.
E se você quiser criar novos desafios para sua turma. Você pode acessar esse link aqui, que achamos no Pinterest
E se quiser mais informações sobre pássaros, veja esse outro aqui.
Aqui estão algumas atividades bem simples, para montarmos em sala.
É possível montarmos quebra - cabeça em sala
É possível montarmos quebra – cabeça em sala
Mais um exemplo de quebra - cabeças
Mais um exemplo de quebra – cabeças
7ª Etapa:
Avaliação
* Pode-se desenvolver uma avaliação escrita, roda de conversa e avaliação do material produzido. Se você desenvolver com os alunos outros tipos de recursos visuais, que tal uma exposição em sua escola? Ou quem sabe, montar uma pequena apresentação dos seus alunos para outras turmas ou para os pais? Mais uma vez, o que vai mandar aqui é a sua criatividade!
E assim, fizemos mais um plano de aula que você pode modificar, (re)planejar de acordo com o perfil de suas turmas e os materiais que você tiver. O mais importante é acreditar que um trabalho como esse pode ser feito em sua escola, em parceria com outras turmas e, no fim, a meninada vai saber muito mais e de modo significativo sobre as aves. Você pode ainda pensar em sequências semelhantes para outros animais. Que tal?
Ah! Você pode, durante as atividades, colocar CD com sons de pássaro para tornar mais ilustrada e real a atividade.
Olha aí um exemplo de CD!

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Deixe no comentários as suas experiências. Já fez algo parecido? Colabore com outros professores. A ideia deste espaço é ser uma grande troca de ideias e reflexões sobre o nosso trabalho cotidiano. Não deixe de Pensar Ciências!
Até a próxima!

Projeto Mascotes: (re)Visitando os Tenébrios Gigantes

Saudações, Pensadores de Ciências!
Já estavam com saudade dos nossos mascotes do 3º ano? Os famosos tenébrios gigantes. Para quem não acompanhou essa história desde o início, vale clicar aqui e aqui para saber mais sobre esses nossos amiguinhos.
Depois de um tempo cuidando dos mascotes, os alunos têm ficado mais envolvidos e curiosos e, dia desses, alguém perguntou: será que eles são machos ou fêmeas?
E o que fazemos por aqui quando não temos a resposta na hora para dar aos alunos? A gente vai investigar, oras! 😉
Nossa curiosidade sobre os pequenos besouros estava centrada em uma questão: será que havia machos e fêmeas na caixa, para dar inicio a uma nova criação? Após limpar as caixas e completar com um pouco mais de farelo+aveia+ ração de pintinho fomos verificar nossas baixas. Perdemos uma pupa e um besouro, nas também encontramos muda de larva e pupa.
Apesar das perdas, temos que seguir trabalhando
Apesar das perdas, temos que seguir trabalhando

E lá fomos nós, depois das homenagens póstumas, olhar nossos insetos e descobrir o que tínhamos na caixa.

Levei para a sala uma imagem para ajudar na identificação.
Quer mais imagens e informações sobre os tenébrios? É só olhar bem aqui.
Também conversamos com um dos biólogos da escola que nos explicou que o abdômen do macho termina mais pontudo do que o da fêmea. Adoramos trocar nossas ideias com os nossos colegas de trabalho! ❤
Com essas explicações, já podíamos por a “mão na massa”. Só que… foi uma loucura, né? Ou você pensa que um besouro fica lá, paradinho, para ser examinado? Vai esperando…. 😀
E a dificuldade para fazer esse exame? rsrsrs
E a dificuldade para fazer esse exame, Brasil? rsrsrs
Depois de muito lutar, muito examinar e após várias tentativas e observações chegamos a conclusão que todos são machos, temos ainda algumas larvas e pupas, vamos aguardar pra ver se nasce uma menininha, para darmos continuidade a nossa criação.
Apesar de perder alguns indivíduos, temos nossas larvas jovens. Será que teremos uma fêmea?
Apesar de perder alguns indivíduos, temos nossas larvas jovens. Será que teremos uma fêmea?
Uma das nossas larvas, na hora do almoço ☺
Uma das nossas larvas, na hora do almoço ☺
Nossos mascotes, todos rapazes!
Nossos mascotes, todos rapazes!
Quer saber ainda mais sobre os tenébrios? Começar uma criação talvez? Antes de se aventurar, você pode dar uma olhadinha nesse site.
Não esqueça de enviar suas dúvidas e sugestões nos comentários.
Quer receber os posts na sua caixa de mensagens? Clica em “seguir”, assim você fica sabendo, em primeira mão, de tudo que se passa aqui.
E, para pensar um pouco mais sobre Ciências, você pode visitar nosso canal no YouTube e curtir nossa página lá no Facebook. Esperamos por você!
Até a próxima!

Projeto Mascotes: uma nova planta no quinto ano

Saudações, Pensadores de Ciências!

Hoje é dia de saber como andam nossas mascotes lá das turmas do 5º ano. Lembram que a turminha quis ter uma planta carnívora. A gente contou o começo dessa história bem aqui.

Agora é para matar saudade de nossa plantinha e de saber como ela tem andado.
Vocês que nos acompanham sabem que os 5º anos adotaram plantas carnívoras Dioneias, para mascotes da turma… porém, assim como nos disse uma mãe:
“Desde já agradeço pela responsabilidade colocada nas mãos do meu filho. O Flávio é uma criança muito dependente, em tudo é “mãe, não esquece isso” “não esquece aquilo”.
E com a planta foi diferente, ele realmente foi super responsável. Cuidou dela sem que eu o lembrasse. Eu adore vê-lo todo entusiasmado e preocupado com a planta. E abraçando a responsabilidade.
Ass. Rhubya”
Transcrevemos aqui a fala da mãe, porque ela reflete exatamente o que queremos para nossos alunos, cuidado com a vida, responsabilidade e gentileza! Valeu, dona Rhubya! ❤
É, a palavra é responsabilidade (assim mesmo, em negrito e itálico, pra gente sentir bem o drama!).
Jogamos para nossos pequenos pré-adolescente uma responsabilidade que muitos nunca tiveram, cuidar de um ser vivo. E o pior ocorreu. Nossos pequenos mascotes foram derrubados e por serem plantas muito frágeis acabaram morrendo.
Tive que trocá-las e quando fui comprar as novas plantas conheci um senhor fascinante, que me contou muita coisa sobre plantas carnívoras e me convenceu a trazer mais uma para a escola a NEPENTHES ALATA.
Pausa para reflexão: A vida tem dessas coisas, encontrei alguém que, antes de ser comerciante, é um apaixonado por plantas. Bom, né? Mas tem um detalhe: fiquei tão empolgada com nossa conversa que comecei a chamá-lo de Sr. Cactus e aí…adivinha? Esqueci de perguntar o nome dele! rsrsrsrs Mas prometo perguntar na minha próxima visita e volto para contar aqui, ok? Perdoa, gente! Era muita empolgação! Nunca tinha visto tanta planta carnívora ao mesmo tempo 😀
Vamos parar de falar dos micos das distrações e vamos direto ao que interessa!
Com vocês, a nossa nova mascote:
Essa é a nova integrante da turma! 😊
Essa é a nova integrante da turma! 😊
Olha ela, bem de pertinho
Olha ela, bem de pertinho
Observe a cavidade da planta
E vista de cima, ela é assim. Com essa estrutura que parece jarro, mas na verdade, é uma folha modificada.

Quer saber mais sobre essas plantas? Dá uma olhada nesse link aqui.

E mais uma foto da nossa mascote:
E lá está nossa mascote, tomando um solzinho 🌞
E lá está nossa mascote, tomando um solzinho 🌞
Além do ótimo papo, esse vendedor, da loja Dr. Cactus, mostrou um livro muito raro, de 1978, onde estão catalogadas, por desenhos feitos à mão, quase todas as espécies de plantas carnívoras existentes no mundo. Eu fiquei tão espantada e encantada que esqueci (de novo) de anotar o nome do livro! (foi mal, gente 😦 )
Eu nem queria vir mais embora de tanta coisa que eu tinha para ver e aprender. Dá uma olhadinha no site da loja e veja tudo que ele tem de legal.
NÃO é publicidade, viu!? Mas a gente curtiu a loja, de verdade. Recomendamos a visita. E com um vendedor paciente fica muito mais interessante fazer as compras, descobrir novas espécies…
Eu também trouxe uma nova Dioneia, mas está bem pequenininha.
Compramos essa pequena dioneia para substituir a que perdemos
Compramos essa pequena dioneia para substituir a que perdemos
E nosso projeto continua, agora temos dois novos bebês, que ainda precisam de muitos cuidados e um nome, pois as anteriores nem chegaram a ser batizadas. Rsrsrs
Escreve pra gente contando se você conhece alguma loja de plantas bem legal, na região de Campinas. Assim, a gente tem mais lugares para conhecer e recomendar!
Até a próxima.

Projeto Mascotes: manutenção do minhocário

Saudações, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é para falar sobre a limpeza e manutenção do minhocário das nossas turmas do 4° ano. Trazer mascotes para a sala de aula permite trabalhar com os alunos a responsabilidade sobre um ser vivo. Nosso minhocário exige manutenção periódica, assim como aquele aquário que a criança pede para ter em casa, muitas vezes sem saber o trabalho que dá. E foi assim que começamos a conversa em sala, explicando que qualquer criação exige cuidados.

Resolvemos trocar a terra do minhocário, pois a aparência estava muito diferente daquela que víamos quando trouxemos as minhocas.  Decidimos que era hora de dar uma boa limpeza na caixa, afinal às minhocas estavam praticamente nadando em húmus.
O início do trabalho
O início do trabalho: forramos o chão e já deixamos a terra que seria usada para substituição bem próxima de nós, para facilitar a troca.

Retiramos tudo da caixa e várias mãos começaram a separar minhocas de húmus. Íamos encontrando muitos filhotes, porém poucas minhocas maiores. Começamos a nos perguntar o porquê…

O trabalho ia precisar de muita ajuda
Enquanto separávamos, observávamos os indivíduos que estavam no minhocário
E trabalhamos muito
Algumas minhocas já estavam no balde, aguardando a troca. E ainda havia muito trabalho pela frente

Além de trocar a terra, também demos aquele “trato” no minhocário:

Também limpamos a caixa
Também limpamos a caixa antes de colocar a terra limpa
Ao final chegamos às seguintes conclusões:
* Houve reprodução. Essa hipótese surgiu devido a grande quantidade de “minhoquinhas”, que encontramos, como vocês podem ver na foto do balde aí em cima.
* Foi preciso trocar a terra pois ela era praticamente só húmus.
Arrumadinha final! 😀
Aqui é possível ver a quantidade de húmus produzido

Essa observação nos levou a mais uma conclusão:

  • As minhocas grandes devem ter morrido e foram decompostas por fungos e bactérias, acabando virando nutrientes, junto com as folhas, para as minhocas jovens.

Nós também já falamos de agentes decompositores aqui.

Terminando os trabalhos, olha como tudo foi ficando arrumadinho!

Hora de preencher o minhocário com folhas e terra nova para começar um novo ciclo
Hora de preencher o minhocário com folhas e terra nova para começar um novo ciclo

Agora sim! Com a casa limpa, nossas amiguinhas podiam fazer a festa!

Estreando a casa nova 😊
Estreando a casa nova 😊

E vocês podem ser perguntar: o que foi feito de todo aquele húmus que as minhocas produziram? Foi jogado fora?! Nãããão! Desperdício aqui? Jamais! Logo, logo, ele voltará ao solo. Mostraremos o jardim que será feito utilizando o húmus produzido por nossas amigas. Será mais uma atividade para envolvermos nossos pequenos cientistas.

Agora, conte pra gente: você tem um jardim na sua escola? Usa húmus? Com que materiais você criou ou pretende criar seu jardim? Deixe suas sugestões aí nos comentários. Não esqueça de curtir este e outros posts, além do nosso canal no YouTube e da nossa página no Facebook!

Continue Pensando Ciências com a gente! Até a próxima!

 

Sistema Solar: As turmas do 5° ano e o desafio do seminário

Salve, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é pra falar duas coisas ao mesmo tempo: o conteúdo previsto para nossas turmas do 5° ano dos anos iniciais do ensino fundamental e a dificuldade de trabalhar com o modelo de seminário com os alunos menores. As apresentações orais nos dão oportunidade de desenvolver muitas competências dos alunos, então, por que será que não exploramos tanto essa modalidade? Você tem alguma hipótese? Então, vai pensando daí, que vamos pensando daqui…

Vem com a gente que mostraremos como trabalhamos o conteúdo com as turmas e depois falamos mais um pouco sobre isso.

Estabelecemos algumas etapas para o trabalho e ficou assim:

A proposta:
As duas salas dos 5º anos foram divididas em 4 grupos cada e cada grupo ficou de fazer uma pesquisa sobre um planeta que foi sorteado em sala.
Mas, como a gente gosta mesmo é de um bom desafio, colocamos um “algo mais” no trabalho. A ideia era que cada grupo trouxesse o que está além dos livros didáticos, uma curiosidade ou algo inusitado de cada planeta. Queríamos, com isso, que as crianças se mantivessem atentas aos detalhes. Não podíamos correr o risco de cair o famigerado “copiar e colar”. A exigência de trazer uma curiosidade, faria com que lessem de maneira mais atenta, que relacionassem com o conteúdo estudado sobre os outros planetas e que, ao comparar os dados, concluíssem o que havia de diferente entre um astro e outro.
Além das rodas de conversa e imagens do livro que usamos em sala de aula, fizemos várias visitas ao laboratório de informática e pudemos ver o site do Planetário do Rio de Janeiro. Lembra que nós falamos dele aqui neste post? A pesquisa inicial foi fundamental para revisar o que os alunos já sabiam e para dar ideias para a apresentação dos trabalhos.
E lá fomos nós! \o/
Chegou o grande dia! Além do trabalho as crianças deveriam trazer um cartaz com as ideias mais relevantes e também uma representação plana do planeta em escala. E saiu cada trabalho lindo! Desse jeito, nossos pequenos cientistas, vão acabar virando pequenos astronautas! 😀

Aí as apresentações começaram e foi aquele “desfile” de planetas! rsrsrs

Com o cartaz repleto de informações, não foi difícil saber um pouco mais sobre o planeta Mercúrio
Com o cartaz repleto de informações, não foi difícil saber um pouco mais sobre o planeta Mercúrio

A turminha de Urano também preparou um cartaz especial, cheio de informações:

Um close de Urano! 😉
Um close de Urano! 😉
Também vimos curiosidades sobre Vênus
Também vimos curiosidades sobre Vênus
Saturno e seus anéis sempre despertam a atenção de todo mundo
Saturno e seus anéis sempre despertam a atenção de todo mundo
A pesquisa de imagens serviu de apoio às explicações dos seminários
A pesquisa de imagens serviu de apoio às explicações dos seminários
Além da representação do planeta, das imagens e do cartaz, cada grupo tinha que entregar um registro escrito. Dá uma olhada nas capas! ❤
Os corações provam a alegria da turma! 😊
Os corações provam a alegria da turma! 😊
Olha essa capa!! 😍
Todos os grupos se dedicaram e o resultado não poderia ter sido melhor! 😍
 Legal, né?!

Para finalizar nosso plano de aula, pedimos que fosse apresentado um seminário, prática que não é muito constante no 5º ano, muito menos um trabalho deste nível. O nosso propósito é desafiar os alunos não só com novas maneiras de tratar o conteúdo mas também nas práticas em sala de aula. O desafio é para nós, mas também para eles.

 

E foi um desafio daqueles, pois, mesmo explicando algumas vezes, alguns grupos tiveram dificuldades em realizar a atividades. Isso nos faz ter certeza de que queremos continuar estimulando essa prática, que por vezes, é negligenciada no ensino fundamental, mas é extremamente cobrada nos níveis médio e superior.
Acreditamos que a dificuldade dos professores em trabalhar com o seminário pode ser um pouco de receio da resposta por parte dos alunos que, quando muito jovens, têm mais medo de se expor no grupo. Muitos são extremamente tímidos na infância e, por isso mesmo, achamos que essa atividade deve sempre ser considerada. Como dissemos lá em cima, ela pode desenvolver várias habilidades dos alunos que, a nosso ver, justificam “correr o risco” de montar um seminário com os alunos.
A exposição oral trabalha, desde o início, a organização dos alunos, a divisão de tarefas e o estímulo ao desenvolvimento da liderança. Alternando os líderes nos grupos, os alunos têm a chance de aprender a planejar e delegar tarefas, ouvir e respeitar as opiniões de todos e também de propor soluções para a execução do trabalho. Temos também as vantagens mais “óbvias” de se trabalhar com seminários: aprender a falar em público, aprender a ouvir uma apresentação e fazer perguntas, refletir sobre o que acabou de ouvir, comparar com o que já se sabe e pensar sobre a própria maneira de falar e apresentar.
Tá vendo? O trabalho com seminários só traz vantagens para a sala de aula. Não há motivos para não fazer! E você? O que acha? Como aluno, qual sua maior dificuldade com apresentações orais? E você, professor? O que vê de positivo no trabalho com seminários? Compartilhe conosco as suas opiniões. Será um prazer trocarmos ideias sobre este e outros temas que aparecem na sala de aula.
Até a próxima!

Experiência: Misturas e Separação de Misturas

Saudações, queridos Pensadores de Ciências!

A experiência que trazemos hoje foi feita com nossa turminha de 3° ano. O conteúdo prevê o estudo de misturas homogêneas e heterogêneas, além do estudo dos processos de filtragem e separação das misturas.

Vem ver como ficou!!

Começamos a aula com uma boa roda de conversa, perguntando o que eles sabiam sobre “misturar coisas” e como eles achavam que  algumas substâncias se comportariam se fossem misturadas com água. Depois dessa conversa inicial, fizemos a leitura de um texto, que foi, posteriormente colado no caderno dos alunos para as consultas futuras.

Leitura feita em sala para introduzir o tema
Leitura feita em sala para introduzir o tema
À medida que eu ia fazendo as misturas eles observavam e diziam se era homogênea e heterogênea. Aí, para facilitar as explicações, fomos construindo, na lousa, cada uma das misturas e sua definição como homogênea ou heterogênea.
Início da explicação
Início da explicação e primeira mistura
A primeira mistura foi com água e sal
A primeira mistura foi com água e sal
Resolvemos acrescentar terra à mistura
Resolvemos acrescentar areia à água
Resultado
Resultado
Depois da areia, já desenhamos a mistura com álcool
Depois da areia, já desenhamos a mistura com álcool
E já fizemos a mistura com álcool
E já fizemos a mistura com álcool
Mais uma mistura pra fazer
Mais uma mistura pra fazer: areia e sal
Mais uma mistura na lousa
Mais uma mistura na lousa
Água e óleo
Água e óleo
Resultado de mistura heterogênea
Resultado de mistura heterogênea
Resultado de nossas experiências representado na lousa
Resultado de nossas experiências representado na lousa

Agora, estava na hora de falar da separação das misturas

Processos de separação de misturas
Processos de separação de misturas
Fazendo a filtragem, foi possível fixar o conceito de mistura
Fazendo a filtragem, foi possível fixar o conceito de mistura
Os alunos puderam ver o resultado final da separação da mistura
Os alunos puderam ver o resultado final da separação da mistura
O que despertou mais curiosidade foi o processo de filtração. Eles queriam saber se podia ser consumida a água, ai cai na besteira de dizer que
existem mais processos de filtração e um bastante comum que temos em casa é o de filtro de carvão. Disse que se passássemos a água do filtro no carvão e depois colocássemos o Hipoclorito de sódio acreditava que estaria ok para o consumo. Daí lembraram da série “Largados e Pelados”, no Canal Discovery e me disseram que se a água fosse fervida também estaria ok.
Perguntei porquê a água deveria ser fervida?
-Pq tem vermes e bactérias que não dá pra ver e dão dor de barriga, Professora!
Depois dessa resposta de-fi-ni-ti-va, só me restava declarar:
Caso encerrado!  😀
Como sempre dizemos por aqui. Atividades simples, quando apresentadas de maneira que envolva os alunos, rendem bons resultados. Já tinha aluno dizendo que ia fazer em casa. Só esperamos que as mães não fiquem zangadas com toda essa “mistureba”! rsrsrsrs
Como você ensinou sobre misturas e separações em sua turma? Conte pra gente aí nos comentários!
Até a próxima!

 

Sequência Didática: Classificação dos Animais

Salve, Pensadores de Ciências!
Vocês já sabem que, por aqui, a gente não para de ler, de pensar propostas para nossos alunos. Uma das coisas que a gente mais gosta é revirar os arquivos do que já lemos, de cursos e palestras e, com novo olhar, reformular atividades de acordo com o perfil das salas com que trabalhamos no momento. 😉
Daí, que revirando um desses arquivos, e aproveitando o momento de aulas multidisciplinares e até transdisciplinares, resolvemos montar um plano de aula para o ciclo I, no qual  utilizaremos várias linguagens para que os alunos possam absorver de maneira lúdica e transparente todo o conteúdo que desejamos transmitir.
Existem cinco níveis de leitura e como trabalhamos com crianças do 3º ano, o nível aqui indicado é o interpretativo, onde o aluno evolui da simples compreensão imediata à interpretação das ideias do texto, adquirindo fluência no ato de ler. A aquisição de conceitos de espaço, tempo e causa, bem como o desenvolvimento das capacidades de classificar, ordenar e enumerar dados permitem que o estudante adentrem mais no texto e exija leituras mais complexas. Porém pode-se aplicar a sequência em alunos do 2º ano sem maiores problemas.
Quer ver como ficou? Então, segura na nossa mão porque esse post ficou longo. Mas a gente promete que vai valer a pena ❤
Sequência Didática
Conteúdo trabalhado: Classificação dos Animais
Livro Paradidático utilizado: Lelé, o jacaré maluco. Gontijo, Solange Avelar Fonseca,
Companhia Editora Nacional / Miguilim 2004.
Capa do livro
Capa do livro que nos deu a ideia desta sequência
 1ª Etapa
Atividade Introdutória à recepção do texto:
O professor inicia um dialogo com os alunos, centrado na identificação de animais selvagens/domésticos. Para chegar ao nome do jacaré, o professor poderá propor alusões referentes a ele, por exemplo; jeito de andar, boca com dentes afiados, ora fica na água, ora fica naterra,tipo de cobertura de seu corpo, alimentação (Estamos aqui classificando os animais de acordo com seu habitat, alimentação e classificação).
Nomeando esse animal selvagem, o professor interroga seus alunos a respeito do conhecimento prévio, com o intuito de prepará-los para o cômico da figura representada no texto (a maluquice do jacaré). A seguir o professor mostra a capa do livro e lê o título para os alunos.
O professor desafia os alunos com a seguinte pergunta:
Quais as palavras do título que têm o mesmo significado (sentido)?
Quais as palavras do título rimam (terminam com o mesmo som)?
2ª Etapa
Leitura compreensiva e interpretativa do texto
O professor lê a narrativa para os alunos e, simultaneamente, mostra as ilustrações. Em seguida. O professor relê a narrativa, questionando os alunos a respeito do texto. Por exemplo:
Qual é o modo de andar de Lelé?
O que acontece quando Lelé passa?
Por que Lelé usa óculos?
Para que Lelé lê jornal?
Pode-se ir aprofundando nas questões dependendo do nível das crianças:
 Como é o jacaré?
Seu corpo é coberto de que?
Como nascem os jacarés?
Qual sua alimentação?
Existe predador para ele na cadeia alimentar?
O que faz o jacaré Lelé?
Por que Lelé ficou mesmo biruta?
Por que a bicharada se diverte com Lelé?
Para você, Lelé é mesmo lelé?
Quais as palavras do texto têm o mesmo sentido de maluco?
3ª Etapa
Transferência e aplicação da leitura
Nomeando esse animal selvagem, o professor interroga seus alunos a respeito do
conhecimento prévio, com o intuito de prepará-los para o cômico da figura representada no texto (
a maluquice do jacaré).
A seguir o professor mostra a capa do livro e lê o título para os alunos.
O professor desafia os alunos com a seguinte pergunta:
Quais as palavras do título que têm o mesmo significado (sentido)?
Quais as palavras do título rimam (terminam com o mesmo som)?
Leitura compreensiva e interpretativa do texto
O professor lê a narrativa para os alunos e, simultaneamente, mostra as ilustrações.
Em seguida. O professor relê a narrativa, questionando os alunos a respeito do texto.
Por exemplo:
Qual é o modo de andar de Lelé?
O que acontece quando Lelé passa?
Por que Lelé usa óculos?
Para que Lelé lê jornal?
Pode-se ir aprofundando nas questões dependendo do nível das crianças:
Como é o jacaré?
Seu corpo é coberto de que?
Como nascem os jacarés?
Qual sua alimentação?
Existe predador para ele na cadeia alimentar?
O que faz o jacaré Lelé?
Por que Lelé ficou mesmo biruta?
Por que a bicharada se diverte com Lelé?
Para você, Lelé é mesmo lelé?
Quais as palavras do texto tem o mesmo sentido de maluco?
Transferência e aplicação da leitura
Após a exploração do texto, o professor estimula os alunos a apresentarem outras invenções de Lelé. Pode-se apresentar o poema “Jacaré Letrado” de Sérgio Capparelli e, em seguida, questionar se eles acham que Lelé é letrado e por quê. Pode-se apresentar também os poemas:
Outra obra que pode ser utilizada com os alunos
Outra obra que pode ser utilizada com os alunos
Jacaré de papo amarelo de Lalau e Laurabeatriz, encontrado no livro, Brasileirinhos poesia para os bichos mais especiais da nossa fauna. Editora COSAC & NAIFY
Esta obra também oferece uma boa oportunidade de trabalho em sala
Esta obra também oferece uma boa oportunidade de trabalho em sala
Os dentes do jacaré de Sergio Caparelli, encontrado no livro Boi da Cara preta, editora L&PM
Mais uma obra de Sérgio Caparelli
Mais uma obra de Sérgio Caparelli
Pode-se usar o livro-imagem: “Vitor e o Jacaré”, de Mariana Massarani, editora Studio Nobel.
Mais uma sugestão, da editora Studio Nobel
Mais uma sugestão, com o livro imagem da editora Studio Nobel
4ª Etapa
Proposta de trabalho visual
O professor pode pedir que os alunos desenhem um jacaré em seu habitat natural. Pode-se fazer uma colagem de jornal, ou outro material que possa simular a cobertura do animal.
Rascunho, para montarmos os jacarés com os pequenos
Rascunho, para montarmos os jacarés com os pequenos
5ª Etapa
Conscientização
Nesta última parte, podemos falar do risco que corre esse animal, pelo seu couro usado em roupas e acessórios e pela caça por diversão e a ocupação do seu habitat.
Pode-se trazer artigos sobre animais em extinção. Para isso, separamos alguns links
Apoio visual para os trabalhos:

O site do Boticário oferece material de apoioO site da Fundação Grupo Boticário oferece material de apoio

 

 E depois de tanta pesquisa, que tal ter o nosso próprio jacaré?
Com nosso jacaré montado, é só diversão!
Jacaré construído com arame e tecido, para que as crianças possam manipular o “animal”
As crianças conseguem aprender e se divertir com criatividade
As crianças conseguem aprender e se divertir com criatividade
6ª Etapa
Avaliação:
Achamos que o meio mais adequado para avaliação nessa etapa do desenvolvimento (2° ou 3° ano dos anos iniciais) é a roda de conversa. Com esse procedimento, entendemos que é possível oferecer às crianças a oportunidade de socializar todo o conhecimento adquirido e a opinião a respeito de tudo que viram durante a execução da sequência didática.
E aí? Gostaram das dicas? Você, aluno, já fez algo parecido em sua escola? E você, professor? Gostaria de tentar? Deixe suas sugestões aí nos comentários. Divulgue esta e outras de nossas atividades em suas redes sociais!
Até a próxima!