Férias, retrospectiva e planos para o futuro

Salve, Pensadores de Ciências!

Não adianta nem fazer rodeios. O título do post de hoje já diz tudo. As férias chegaram. É hora de ver tudo o que fizemos e lançar nossos planos para 2017.

Nosso blog entrou no ar no fim de junho deste ano. De lá pra cá, foram 45 posts publicados, mais de 300 imagens e fotos. Indicações de sites, aplicativos, livros…

UFA!

Claro que, nesse momento, estamos um pouco cansadas, o ano letivo tem lá seus percalços. Mas, estamos, sobretudo, motivadas, por tudo que fizemos. Quando olhamos estes números, mal podemos acreditar que aquela conversa de um ano atrás, sobre o que faríamos para 2016, tomou forma e se tornou esse nosso “filhote”, cada dia mais amado.

Graças ao blog, conhecemos pessoas, participamos de congressos e palestras, lemos livros, artigos, revistas…compramos plantas, minhocas, insetos, vimos fungos, adubo, empolgação nos olhos de nossos alunos…

Mas, o bom mesmo, de verdade, foi a aproximação que tivemos com eles, os alunos, e também com as famílias, com os colegas professores que nos deram dicas, sugestões e muito incentivo! <3

Ensinamos? Bastante! Aprendemos? Muito Mais! 😀

E você pensa que essa aventura vai parar por aqui? C-L-A-R-O que não! 2017 já tá aí, bem à nossa espera, e queremos seguir em frente, criando mais, experimentando mais com os alunos, sensibilizando-os para estudo de Ciências, mas, sobretudo, para a VIDA! \o/

E, para criar novas ideias, é preciso fazer uma pausa. Por isso, anunciamos que o blog sairá de férias, agora no período das festas de fim de ano! 🙁

Mas é só um pouquinho pessoal! Em janeiro voltaremos com uma programação de férias. Sugestões de passeios e viagens que, claro, têm a ver com Ciências.

Porque, sabe como é, né? A gente passeia por aí, mas fica com a cabeça fervilhando de ideias, pra dividir com vocês, aqui no nosso cantinho.

E se você quer deixar alguma sugestão de visita a museus, parques ou algum lugar que possa ser interessante, divida conosco sua experiência aí nos comentários. Vamos adorar!

Deixamos a todos que nos acompanharam esse ano, um voto e um convite.

O nosso voto é de que você tenha um excelente fim de ano junto às pessoas que você ame e que inicie o ano cheio de esperança e de planos de fazer cada dia algo novo e melhor do que já fez até aqui.

E o convite é para que continue nos acompanhando. Já conhece nosso canal no YouTube? E nossa página no Facebook? Que tal aproveitar os dias de folga das festas e ver tudo o que compartilhamos ao longo do ano? Já pensou, que legal? 😉

Queremos que você siga conosco, dividindo a alegria de estudar, de criar, e de Pensar Ciências!

Boas Férias!

Aplicativos para o ensino de Ciências

Salve, Pensadores de Ciências!

Aproveitando que já estamos quase em férias, vamos indicar nesse post bem curtinho alguns aplicativos voltados para a área de Ciências, para que a gente continue estudando em casa, unindo os pais e os pequenos ou, se você é professor, que continue tendo ideias que podem virar plano de aula no ano que vem. Quer saber quais aplicativos selecionamos? Olha aí:

Stellarium

Ícone do aplicativo Stellarium
Compatível com todos os sistemas operacionais, é só baixar e começar a estudar as estrelas

Software gratuito compatível com todos os sistemas operacionais. Possibilita uma simulação do céu (planetas, constelações…) em tempo real a partir de qualquer ponto do planeta.

Sistema Sola

É um aplicativo desenvolvido como um jogo de montar palavras, no qual a criança aprende o nome dos planetas que compõem o sistema solar.

Google Maps 

Ícone do aplicativo Google Maps
Que tal explorar as possibilidades pedagógicas desse aplicativo que usamos tanto?

O Google Maps é um velho conhecido de todo mundo né? Trata-se de um aplicativo gratuito de visualização de mapas e imagens de satélites, que pode ser usado em computadores ou dispositivos móveis com navegador web e acesso a internet. Esse aplicativo é interativo e a sua utilização possibilita criar sequências didáticas interessantes de maneira interdisciplinar. Pode-se trabalhar, por exemplo, com localização, direções, noções de espaço e de tempo.

Google Earth 

Ícone do aplicativo Google Earth
É só baixar e deixar a criançada explorar o mundo

O Google Earth é um aplicativo que possibilita que o usuário viaje pelo mundo em um globo terrestre virtual, visualizando imagens, mapas, terrenos, construções e muito mais, via satélite. Os alunos podem viajar pelo planeta, fazer inferências, comparar relevos, tipos de vegetação, além de criarem e exibirem seus próprios dados.

E aí? Gostou?

Esses aplicativos permitem trabalhos interdisciplinares entre Ciências, Geografia, Artes, Língua Portuguesa… nós já estamos pensando aqui em uma “viagem” que podemos criar com nossas turmas e que façam os pequenos criarem cartas, ilustrações, diários de bordo, além, é claro de lerem mapas e pesquisarem sobre fauna e flora dos lugares…aí,gente, já sabe né? Se deixar a gente não quer parar de criar e de Pensar Ciências! 😀

E você? conhece outros aplicativos? Pode deixar suas sugestões nos comentários que a gente pode atualizar aqui nesse post futuramente.

Até a próxima!

Sistema Solar: a despedida do 3º ano

Salve, Pensadores de Ciências!

Não sabemos se você já reparou, mas o clima dos últimos posts tem sido esse, de despedida, encerramento…não tem jeito pessoal, dezembrão tá aí, férias chegando… vamos ver, então, como foi a conclusão do conteúdo da turma do terceiro ano, lembrando, claro, de abrir novas perspectivas já pensando no trabalho do próximo ano.

Já conhece o esquema, né? Segura a nossa a mão e vem!

Para terminarmos o ano com tudo certo na nossa turminha, ainda faltava o conteúdo de Sistema Solar.

Após nossas conversas sobre o que as crianças já sabiam e algumas leituras… era hora de por a mão na massa!

Esses foram os livros que escolhemos:

O livro é Estrelas e Planetas, de Pierre Winters, publicado pela Editora Brinque Book e você pode comprá-lo aqui.

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O livro aí em cima é O Mais Sensacional Guia Intergaláctico do Espaço – Por Ideias Brilhantes,de Carlos Stott com ilustrações de Lisa Swerling e Ralph Lazar, Companhia das Letrinhas e você pode encontrá-lo aqui.

Com esse material em mãos, a turminha pôde ampliar seus conhecimentos e, no segundo momento, trabalhamos os seguintes pontos:

  • Identificar os planetas que compõem o Sistema Solar;
  •  Evidenciar a amplitude e complexidade do universo;
  • Desenvolver as capacidades de observação, comparação e classificação;
  • Aguçar os sentidos e expressões por meio das observações em relação ao Sistema Solar.

E claro que, depois disso tudo, vieram algumas questões sobre a movimentação da Terra e lá fomos nós aproveitar, mais uma vez, o Laboratório de Ciências da escola.

Usei um material chamado Planetário Escolar. Olha que legal:

Esse aparelho, além de mostrar o sistema de Rotação e Translação da Terra, também mostra como funcionam a estações do ano.

Precisa dizer que a turma ficou empolgada? Acho que não, né? 😀

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E começaram os comentários, até que alguém gritou quando acendemos a lâmpada:

Olha que legal, é o sol no meio!

E muitos “UAUS” tomaram conta do pedaço, quando a Terra começou a se mexer.

Os alunos puderam entender melhor questões bem simples como a alternância entre o dia e a noite, além de verificar o que havíamos visto em sala, com as leituras, e ainda aprender sobre as estações do ano. <3

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Pelas carinhas acredito que a aula foi muito interessante.

E é com esses sorrisos e o “positivo” que você está vendo aí, que a gente deixa essa turminha. Já estamos morrendo de saudade!

Mas, se eles pensam que se livraram de nós… estão muito enganados! Descansem bastante nas férias, pessoal. O quarto ano vem aí e estaremos esperando por todos vocês!!

Estaremos esperando por eles e por vocês né, queridos leitores? Não deixem de acompanhar nossas turminhas. E se você é novo por aqui e quer saber o que mais o nosso terceiro ano fez, é só dar uma olhada em posts como esse, esse aqui ou esse

Deixe suas dúvidas e sugestões aí nos comentários. Divida conosco sua experiência com o estudo do sistema solar e continue nos ajudando a Pensar Ciências!

Até a próxima!

 

 

Os mascotes mudaram de casa

Salve, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é para falar de mais uma etapa do Projeto Mascotes. Ficamos nos perguntando como poderíamos fazer um encerramento com as crianças que tornasse essa atividade ainda mais especial.

Mas calma, o encerramento de que falamos é para o ano letivo de 2016. Os mascotes voltarão, gente! Estamos cheias de planos!

Voltando ao Projeto…. essa atividade nos deu muita satisfação. Tivemos um retorno incrível das famílias e dos alunos e, por isso, achamos justo que eles tivessem mais uma oportunidade com esses seres que se tornaram “quase da família”. Aí que conversa vai, conversa vem… nós tivemos uma ideia. E se trocássemos os mascotes de sala? E se os alunos se tornassem professores? E se pudessem ensinar aos alunos do outro ano tudo o que aprenderam sobre seu mascote?

Legal né? A gente também achou! \o/

E era hora de pôr a ideia em prática, e lá fomos nós na empreitada…

O terceiro ano ficou um pouco enciumado preocupado com a questão de cuidado, foi difícil a negociação, foi quando eles disseram que tudo bem, porém eles iriam explicar e ensinar como cuidar dos mascotes. Eles levaram tudo muito a sério e nós ficamos orgulhosas, claro!

Era tanta felicidade que fomos muito além do que eu queríamos.

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Olha aí, a turminha do terceiro ano explicando para o quinto ano como cuidar dos tenébrios! <3

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E olha a turma já se juntando pra ver quando fomos abrir as caixas!

Na sequência, foi a vez de uma das turmas dos quintos anos explicar para um turma do quarto sobre as plantas carnívoras.

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E aí, choveram perguntas e preocupações: “Ela morde?” “Pode comer a gente?”

E a meninada foi se virando pra responder! Tá pensando que essa vida de professor é moleza?! 😀

Tive que dar uma ajudinha porque percebi um certo medo na sala, afinal o que eles sabem vêm de filmes de terror e desenhos animados, nada didáticos, por sinal. Após sanar todas as explicações ficou todo mundo calmo e feliz com a nova obrigação, regar a planta. Sem perder os dedos, claro! rsrsrs

Por fim, chegou a vez dos quartos anos explicarem para o terceiro ano sobre o minhocário, foi uma felicidade só.  Eles até esqueceram o ressentimento por ficarem sem os tenébrios. Afinal, tinham acabado de receber uma caixa de minhocas!! UFA! Só assim pra segurar a turminha! 😀

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Momento do debate onde eles acham a ideia das minhocas interessante.  E o aluno Pietro, que você vê lá no cantinho bem no centro da janela, contou pra gente o que ele sabia sobre as minhocas. Valeu, Pietro!

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E aí, minha gente,  começou o “ataque”, quando eu vi já tinha muitas mãos na caixa…

Até “socorrer” minhoca eu tive que ir, pois, não me pergunte como, todos tinham minhocas nas mãos. Ai, ai…

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Aí foi a vez do quarto ano sentir aquela pontinha de ciúmes…rsrsrs

Essa é uma turma que vai dar trabalho, viu?! Todos da sala já estão virando “grandes exploradores”!

Na próxima semana, os mascotes visitarão a outra sala do quarto e do quinto ano. Assim, todos terão conhecido os três mascotes e suas peculiaridades!E o melhor: terão aprendido com os próprios colegas, que se tornaram experts. Um aluno de terceiro ano pode, muito bem, ensinar um aluno de quinto ano. Por quê não?

E assim, vamos encerrando mais um dos projetos do ano.

Qual atividade vem a seguir? Ainda não temos certeza! Por que você não deixa umas dicas aí nos comentários? É a nossa chance de descobrir como você anda fazendo e Pensando Ciências.

Até a próxima!

 

 

 

 

Pensando Ciências visita: Mata de Santa Genebra II

Salve, Pensadores de Ciências!

Hoje vamos falar sobre a parte final da nossa visita à Mata de Santa Genebra. A primeira parte está bem aqui.

No segundo momento nossa turminha pôde ver um pouco mais das espécies vegetais dessa área incrível em Campinas. Claro que ainda vimos uns “bichinhos” por lá, mas vimos cada espécie de planta… <3 Vem ver como foi!

Depois do borboletário, pudemos ver algumas plantas nativas de nossa região, como essa bromélia

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Esta bromélia fica dentro do Borboletário, dá pra perceber que as lagartas de borboletas gostam de Bromélia.  

A família das Bromeliáceas abriga mais de 3000 espécies e milhares de híbridos. Com uma única exceção, todas são nativas das Américas, sendo que o abacaxi é a mais popular delas. Só no Brasil, existem mais de 1500 espécies. 

As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentar infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores. 

As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros – que hoje são mais de 50. A maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências iguais.

As bromélias crescem em quase todos os solos, levemente ácidos, bem drenados, não compactados e que propiciem condições de bom desenvolvimento para o sistema radicular. O substrato deve ter partes iguais de areia grossa ou pedriscos, musgo seco (esfagno) ou xaxim e turfa, ou mesmo húmus de minhoca. O importante é que a mistura possibilite uma rápida drenagem. Cryptanthus e Dyckias crescem bem no mesmo tipo de mistura, acrescentando-se, ainda, uma parte de terra ou folhas secas moídas.

Quer saber como a gente aprendeu tudo isso sobre bromélias? Clica aqui.

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E essa lindeza aí em cima?!

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Essa flor bem aqui em cima é o Camarão-amarelo.  É uma planta perene (vive mais de um ano), muito atrativa para beija-flores. Em países de clima temperado a planta é comumente usada na decoração de interiores, plantada em vasos. Mas no Brasil é mais utilizada nos jardins.

Sua inflorescência amarela é muito chamativa, e suas folhas também possuem um bom valor ornamental. O camarão-amarelo é cultivado em vasos, em grupos, ou em renques acompanhando muros, muretas e paredes, a meia-sombra ou em pleno-sol.

Prefere temperaturas mais altas, não suportando bem temperaturas baixas demais. Umidade do ar alta também é apreciada (acima de 60%).

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Essa daqui de cima é conhecida por Helicônia, Bananeira-do-brejo, Bananeira-ornamental, Caetê ou Papagaio é uma plantatropical por excelência, esta espécie de helicônia, é a que produz as inflorescências mais espetaculares e ornamentais. Estas inflorescências sãosemprependentes, com o comprimento que varia de acordo com o número de flores. As brácteas são de coloração vermelho vivo com bordas de cor amarelo e verde. As flores são pequenas e brancas e surgem do interior das brácteas.

Esta helicônia, se bem adubada e irrigada, produz flores durante o ano todo, mas principalmente nos meses mais quentes. Presta-se para formação de renques junto a muros, maciços ou como planta isolada. É muito utilizada como flor-de-corte também.

Deve ser cultivada a pleno sol ou à meia-sombra, em solo fértil e rico em matéria orgânica, irrigado com freqüência. Não é tolerante ao frio. Multiplica-se pela divisão da touceira.

Olha aqui onde você pode pesquisar mais sobre a Helicônia.

Nessa hora, já estávamos encantados com tudo que vimos, mas a Mata têm ainda mais tesouros!

Conhecemos a Sangra d água, também conhecida como Sangue de Dragão é o sangue cicatrizante da floresta. Tem poderes cicatrizantes, antiinflamatório e antiviral.

Quando suas folhas caem ficam com uma cor laranja incrível.

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A folha, em destaque, ainda mais linda:

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E se você ainda não se convenceu de que o nome de Sangue de Dragão foi uma boa escolha…veja você mesmo!

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Não é impressionante?!

Pudemos observar também muitos fungos.

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Deu até pra turma se lembrar da nossa experiência com os Decompositores e ver a diferença das formas para estas espécies aqui.

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O fungo que você nesta foto é o orelha-de-pau (Polyporus sanguineus),também conhecido como urupê, costuma crescer sobre troncos de árvores. Ganhou este nome por ser muito parecido com uma orelha e com uma madeira (lembrando que se trata de fungo e não uma planta). Este fungo se trata de um decompositor da cadeia alimentar, se alimentando de matéria morta, podendo ser um grande indicador do estado físico da árvore.

Normalmente quando encontrado em um troco, indica, na maioria das vezes, que a árvore está comprometida (este processo é muito importante, pois realiza a reciclagem dos elementos químicos encontrados na natureza). A parte externa deste fungo, é denominada corpo de frutificação, o fungo fica localizado no interior do tronco. É possível localizar este fungo em várias regiões do país, apesar da maioria dos fungos não gostarem de luz solar, este se adapta muito bem a regiões tropicais.

Foi muito interessante ver várias espécies de fungos na natureza e observar o processo de decomposição in loco.

Aí você pensa que as emoções acabaram? Sabe de nada, inocente! rsrsrs

Quando nosso estudo ia chegando ao fim…

…demos de cara com uma aranha armadeira. \o/

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Também conhecida como aranha-macaco, a armadeira é uma das aranhas mais venenosas do mundo. Seu nome faz referência a uma ação desta aranha que, quando está em situação de ataque, ergue as pernas dianteiras. 

Mais algumas curiosidades dessa nossa “amiga”

  • São agressivas e seu veneno potente e tóxico, age rapidamente no sistema neurológico da vítima. O veneno também pode afetar o sistema cardíaco. A picada desta aranha pode levar uma pessoa a óbito, caso não haja socorro médico rápido e eficiente.
  • A aranha armadeira possui um corpo de 4 a 5 cm e suas pernas podem chegar a 17 cm.
  • Estas aranhas possuem o corpo com coloração que vai do cinza ao marrom. Nas pernas existem pequenas faixas na cor branca.
  • É uma espécie de aranha originária da América do Sul, sendo encontrada no Brasil. Em nosso país é uma das aranhas que mais provocam acidentes.
  • Costumam entrar em residências em busca de alimentos ou de parceiro para acasalar, mas são encontradas também em terrenos abandonados e nas touceiras de bananeiras.
  • Em função da agressividade e de seu veneno potente, não é recomendado criar esta espécie de aranha em cativeiro.
  • A alimentação é baseada em insetos de pequeno porte (mocas, mosquitos, grilos) e artrópodes.
  • A reprodução das armadeiras ocorre de forma sexuada.

E se quiser saber mais, clica aqui.

A gente ainda encontrou o famoso macaco-prego. O macaco-prego é também chamado de “capuchinho”, pela semelhança de sua pelagem com o capuz dos monges. É um animal muito hábil, que consegue abrir frutas de casca dura. Para essa atividade, ele usa pedras e pedaços de pau. São ferramentas rústicas, mas de rara utilização entre animais.

Inteligente e de mãos habilidosas, o macaco-prego é facilmente ensinado. adapta-se ao cativeiro, mas como é muito ativo, frequentemente cria problemas. Nas matas e florestas da América do Sul, vive em bandos, cujo território pode invadir o de outros macacos. ele identifica os companheiros pelo cheiro, mas também usa outros sentidos. Passa a maior parte do tempo nas árvores, onde dorme e consegue alimento. Só desce para beber água ou atacar plantações na orla da floresta. O bando desloca-se continuamente, pulando de galho em galho. A cauda deste macaco não é preênsil. Quando ele se movimenta, mantém a cauda para cima, enrolada como um ponto de interrogação.

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Não conseguimos nenhum “close”. Digamos que nossos modelos eram um tanto temperamentais! 😀

E já na saída, na hora da despedida… não é que a Carol aparece com um “belo” sapo nas mãos?!

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Pode até não ser tão belo, mas, convenhamos, era bem simpático! Será que era um príncipe perdido? rsrsrsrsrs

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O sapo-cururu ou sapo comum considerado um gigante entre os anfíbios, pode atingir até 25 centímetros de comprimento. Os mais comuns medem entre 10 a 15 cm. As diferenças entre macho e fêmea são determinadas pela coloração, os machos possuem cor amarela-pardacenta uniforme e as fêmeas cor sépia e pelo comprimento (os machos são menores que as fêmeas).

O sapo comum ou sapo cururu tem uma pele dura e ressecada, coberta de pequenas escamas. Algumas moscas maiores costumam depositar os ovos na pele dos sapos velhos. As larvas, quando nascem , penetram no corpo do sapo através das suas narinas. O sapo, dessa forma, impossibilitado de respirar e morre.

Com as patas traseiras, os sapos cavam buracos, nos quais hibernam durante o inverno. A época do acasalamento é o início da primavera. Ocorre nos pântanos e dura várias semanas. Os ovos são postos em fileiras que podem alcançar até 5 m de comprimento. Os girinos nascem após dez dias. Depois de uma série de metamorfoses, transformam – se em sapinhos.

O sapo captura suas presas com a língua ágil. Ele fecha os olhos para engolir o alimento. Isso não é um truque, mas uma necessidade: os grandes olhos são forçados para cavidade bucal a fim de empurrar os alimentos para a garganta. Os sapos são úteis ao homem porque com seu grande apetite comem muitos vermes, lagartas e insetos nocivos de várias espécies. Valeu, príncipe sapo!

E olha quem quase fica de fora desse post, minha gente! A Carol!! nossa monitora-corredeira! 😀

Ô menina corajosa!

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Olha ela aí, rindo da minha desgraça canseira!

No momento a preocupação dos biólogos com a mata é o grande números de cipós crescendo entre as árvores. 

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Por exibirem suas folhas acima das folhas das árvores que lhes oferece suporte mecânico, as trepadeiras competem por luz de maneira eficaz. Além disso, em virtude do baixo investimento para engrossarem seus caules e ramos, as trepadeiras podem utilizar uma grande proporção de seus recursos para produzir folhas adicionais, bem como para reprodução. De modo contrário, as árvores carregadas com trepadeiras crescem mais lentamente e produzem menos sementes e frutos do que as árvores desprovidas dessa planta (Stevens, 1987). Em virtude dos efeitos deletérios gerais sobre as árvores, os gestores florestais geralmente recomendam a remoção das trepadeiras, pelo menos as que crescem em futuras árvores de produção.

O hábito de crescimento das trepadeiras também permite que sejam eficazes competidoras abaixo do solo por água e nutrientes. Em estudos experimentais onde as trepadeiras e árvores competiam em quatro situações (acima do solo, embaixo do solo, acima e embaixo do solo, não competiam), Dillenberg et al. (1993) constatou fortes efeitos das trepadeiras sobre as árvores em ambos os domínios. 

Aproveita e clica aqui para saber sobre essas plantas.

Nossos estudos só foram possíveis, pois a Fundação conta com Visita monitorada de escolas e entidades, fazendo parte de um projeto de Educação Ambiental.

Agora em janeiro de 2017 haverá a 20ª edição do Ecoférias na Mata de Santa Genebra.

Dá uma olhadinha no site e não perde essa não. 

Ao pessoal da Mata, aquele abraço e nossa sincera gratidão. <3

Aos companheiros de trabalho Lúcia Caldas e Guilherme de Melo, nosso muito obrigada por ajudar com a identificação da bananeira –ornamental e as informações sobre o sapo cururu.

Aos meus queridos amigos/alunos obrigada por participarem comigo desse ano de aventuras, uma nova jornada se inicia pra vocês.

Deixe sua opinião sobre este e outros posts aí nos comentários! Ajude-nos a Pensar Ciências!

Até a próxima!