Redes Sociais e ONGs ambientais no Brasil

Saudações, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é resultado de umas “andanças” que fizemos recentemente pelo mundo virtual. Vocês já sabem que o nosso objetivo é falar do ensino de Ciências, com foco em preservação ambiental, cuidado com a Natureza e com o meio em que nossos alunos, que estão nos anos iniciais do ensino fundamental vivem. Sabem também que a gente gosta de pesquisar ferramentas disponíveis na internet que nos ajudem a aprender sempre mais. Daí que, clique vai, clique vem… e fizemos uma pesquisa sobre sites que são verdadeiras Redes Sociais, articulando ONGs no Brasil cuja atuação prioriza apoio a ações ambientais.

comunicação digital comunicação em rede
Essa imagem tem tudo a ver com o post de hoje: comunicação em rede para um mundo melhor e mais amigável com a natureza ❤

Grupos ambientalistas têm usado a internet há décadas para articulares suas ações, unirem pessoas e buscarem apoio de diversos segmentos da sociedade civil para fortalecer comunidades em diferentes partes do Brasil e do mundo. As redes também auxiliam as ONGs a cobrarem mais ações governamentais em medidas que dizem respeito a diversos aspectos da preservação do meio ambiente.

Você pode conhecer o trabalho dessas instituições, saber todos os grupos beneficiados por sua atuação e, quem sabe, ajudar! Você pode se tornar um voluntário no terceiro setor, colaborando com a divulgação desses grupos entre os amigos, por meio de suas redes sociais. Quanto mais gente tiver acesso a informações, mais chance temos de tomarmos consciência de nossas práticas, mudarmos algumas atitudes e fazermos nossa parte por um mundo mais justo, do ponto de vista social e econômico, assim como um mundo bem mais “verde”. Dá só uma olhada na seleção de sites que fizemos.

planeta Terra ecologia
Uma nova relação com o planeta depende de novas atitudes

Imagens: Pixabay

A Articulação Semiárido Brasileiro é “uma rede que defende, propaga e põe em prática, inclusive através de políticas públicas, o projeto político da convivência com o Semiárido. É uma rede porque é formada por mais de três mil organizações da sociedade civil de distintas naturezas – sindicatos rurais, associações de agricultores e agricultoras, cooperativas, ONG´s, Oscip, etc.”  A ASA atua nos 10 estados que integram o semiárido brasileiro (MG, BA, SE, AL, PE, PB, RN, CE, PI e MA).

A Rede Grupo de Trabalho Amazônico é “Uma rede de comunidades da floresta. Em 1992, quando uma conferência mundial no Rio de Janeiro reconheceu que o futuro do planeta dependeria do meio ambiente, movimentos sociais ecoaram em todos os continentes que esse futuro ambiental também estava ligado com uma outra justiça social e cultural. Nesse contexto foi criado o Grupo de Trabalho Amazônico, rede que envolve mais de 600 entidades representativas de agricultores, extrativistas, indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, pescadores, ribeirinhos, entre outras“.

A Rede de ONGs da Mata Atlântica é uma das muitas organizações surgidas no âmbito das discussões da Conferência da Rio-92 e tem, em sua origem a preocupação de cooperar com o trabalho de muitos outros órgãos, formando o que eles chamam de “teia de informação e de relações entre as entidades, pois constatou-se que muitas necessitavam de conhecimento e respaldo político para a eficácia de suas ações locais“,

A Rede Aguapé de Educação Ambiental do Pantanal completa 15 anos em 2017 sendo a “a primeira e única rede de Educação Ambiental (EA) multinstitucional para as cidades pantaneiras e da Bacia do Alto Paraguai (BAP). O principal objetivo da Rede Aguapé é enraizar a educação ambiental na Bacia do Alto Paraguai e Pantanal, em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bolívia e Paraguai“. O trabalho da Rede Aguapé se diferencia das demais pois conta com estrutura governamental, através do Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) e Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Se você gostaria de saber sobre o terceiro setor, pode pesquisar mais sobre o tema, clicando na página da ABONG – Associação Brasileira de Organizações não Governamentais. Lá você vai encontrar uma grande quantidade de dados sobre as ONGs no Brasil.

Gostaram do tema de hoje? Se você quer que a gente faça um outro post com mais redes que trabalham com questões ambientais no Brasil, deixe sua sugestão nos comentários. Será um prazer divulgar mais instituições que atuam num setor tão importante para o país.

Até a próxima!

 

Ensino fundamental: o uso de tecnologias e os desafios do ensino

Saudações, Pensadores de Ciências!

Como a gente disse aqui, o segundo semestre já chegou “chegando” e a gente anda “cheia de assunto” para dividir com vocês! rsrsrs

Como vocês bem sabem, nosso blog divulga práticas pedagógicas voltadas para o ensino de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental. E como também já dissemos aqui, nosso trabalho é totalmente vinculado às diretrizes educacionais de nosso município e, obviamente às leis federais.

O que nós buscamos é inovação na sala de aula. Entendemos que esse é o papel do professor pesquisador, analisar sua prática e buscar outras possibilidades de atuação. Nossa meta é despertar novos olhares, percepções que se alinhem com os interesses deles. O tempo dos nossos alunos é agora. Não adiantaria tentarmos ensinar do jeito que aprendemos. Nossa luta diária é nos reinventarmos como professores.

E põe luta nisso viu, minha gente! Mas…FELIZMENTE, essa luta não é só nossa, não. Muitos profissionais já perceberam que a internet e o uso de tecnologias em sala de aula é um caminho sem volta. E que as práticas de dez anos atrás, não despertam mais o mesmo interesse nas crianças.

celular na sala de aula. Blog ciências ensino fundamental anos iniciais
A presença dos dispositivos móveis mudou a relação do aluno com a lousa e o giz. Está na hora de nós, professores, mudarmos também.

Imagem: Pixabay

E, muito felizmente também, essa preocupação já está na pauta das universidades e centro de pesquisas brasileiros. Aí, com essa busca por aprender mais para ensinar melhor, fizemos uma parceria incrível com outra escola de educação integral aqui do município de Campinas, a E.E.I. Dr. João Alves dos Santos, para apresentarmos nossas práticas no VIII Congresso Fala Outra Escola, que está em andamento esta semana, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas.

Blog ciências ensino fundamental anos iniciais. Fala outra escola 2017
O Fala Outra Escola é oportunidade que os professores têm para dividir suas experiências e de conhecer novos projetos.

Este evento conta com um formato de Roda de Conversa, em que os professores têm a oportunidade de compartilhar com os colegas o que têm feito para transformar o espaço da escola e da sala de aula. Ampliando as possibilidades do processo de ensino e aprendizagem.

Vem que a gente te conta um pouco do que estamos vendo e aprendendo por lá.

Para começar, as professoras Elaine Messa e Juliana Baiocchi apresentaram as atividades que vêm desenvolvendo na escola João Alves. As práticas consideram o aluno em sua totalidade, como ser humano que encontrará, na escola, potencialidades de desenvolvimento para além dos conteúdos. Conteúdos esses que, muitas vezes, são ainda mais massificados numa escola de educação integral que, por ter a permanência do aluno estendida, esquece que é necessário trabalhar a integração, o trabalho em equipe, enfim, aspectos de convívio dos alunos no ambiente escolar.

Com essas necessidades em mente, as professoras puseram a “mão na massa”. Foram elaborados conjuntos de atividades permanentes, que trabalham diferentes habilidades e competências. Os alunos, divididos em grupos de 05 ou 06 pessoas, passam por essas atividades ao longo da semana, no modo “circuito” e executam as propostas em cada uma das estações em cada um dos dias da semana.

tabela de atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
Organização das atividades
tabela de atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
E a distribuição das tarefas entre as equipes

E alguns dos resultados:

Atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
Os alunos soltaram a imaginação e criaram imagens com as formas do Tangram
Atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
O trabalho com releituras de textos diversos também estimula dos pequenos
Atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
E os quadrinhos exigem dos alunos a capacidade de sintetizar as ideias para contar uma história

Congressos como o FALA OUTRA ESCOLA são grandes oportunidades para (re)encontrar colegas e conhecer a realidade de outras escolas, além de falar da nossa própria realidade, ouvir sugestões, conselhos e dicas preciosas. Pensar na nossa prática é muito importante, pensar na nossa prática em um coletivo de professores é ainda melhor.

Equipe apresentação do FALA OUTRA ESCOLA 2017
Da esquerda para a direita, a equipe que se apresentou no “Fala Outra Escola 2017”: as professoras Elaine Messa, Vanessa Petruz (nossa colega na E.E.I. Zeferino Vaz), Janaína Beltram e Juliana Baiocchi

Como diz um conhecido provérbio africano: “Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo”

A gente quer ir muito, muito longe. Vamos juntos?

Até a próxima!

 

 

 

 

Pensando Ciências: pronto para o segundo semestre

Saudações, Pensadores de Ciências!

Como é bom estar de volta!

E vocês? Como foram de férias? Nós tiramos alguns dias de pausa, porque, realmente, se faz necessário. Quando se trabalha com alunos dos anos iniciais do ensino fundamental, alguns dias de paz e silêncio são sempre úteis…rsrsrs

Se você não viu o último post que fizemos antes das férias e que também comemorou o nosso primeiro aniversário, clica aqui!

Precisamos de novas ideias, ler, viajar e, até mesmo, não fazer nada. Isso também é inspirador.

Férias
Estávamos mais ou menos assim. Só que não! 😀

Mas… segundo semestre letivo está aí, batendo na nossa porta né nom? Então, vamos arregaçar as mangas e começar a trabalhar. Nossos alunos voltaram hoje. Cheios de histórias, de perguntas, de curiosidades… e de cobranças! rsrsrs…. Já querem saber o que vamos fazer, quais pontos teremos que estudar…

– “Vai ter prova, prô?”

– “O que vai cair?”

– “A gente vai ver alface de novo?”

Aí quando estamos quase pra sair correndo… vem um desenho, um abraço, e alguém diz:

– “Prô, eu estava com tanta saudade de você!”

Aí, a gente te pergunta: tem como resistir a essa turminha? Não, né?

Barulhentos como sempre, curiosos como nunca! ❤

lápis e ducação. Blog de ciências ensino fundamental
Vamos escrever histórias coloridas nesse semestre que se inicia? Vem com a gente, vem!

Imagens: Pixabay

E a gente ama demais isso tudo né?

Então, fica combinado assim: vamos continuar compartilhando por aqui, tudo que aprontamos com as crianças. E ainda tem mais. Quer saber de uma coisa? Essa semana já vai ter conteúdo novo!! Eba!

Aguarde que logo, logo nossa vida vai voltando ao normal e a gente continua contando com vocês, para seguir, Pensando Ciências!

Agora, se você ainda está de férias e os pequenos ainda estão em casa quase te levando à loucura gastando energia, você pode olhar as sugestões que deixamos nas últimas férias e curtir um bom filme.

Mande sugestões e dicas de assuntos que você gostaria que a gente explorasse aqui no blog.

Até a próxima!

Pensando Ciências: Um ano!

Saudações, Pensadores de Ciências!

É com honra, satisfação, amor e uma lagriminha aqui, no canto do olho, de tanta emoção, que anunciamos o aniversário de um ano do nosso blog!

Blog ciências ensino fundamental
É dia de festa!

Hoje também é o dia da publicação do nosso post de número 80 (oitenta posts, gente!!!)

Não temos palavras para agradecer aos nossos leitores. Ainda lembramos bem o dia que vimos que tínhamos atingido os primeiros 100 acessos. Não podíamos acreditar que 100 pessoas sabiam que a gente existia..rsrsrs…. hoje somos milhares! Milhares!!! Pessoal, vocês nos ajudam a pensar Ciências e a divulgar nosso trabalho por aí. Todo o agradecimento será insuficiente!

Blog ciências ensino fundamental. Anos iniciais. Ensino de ciências.
Obrigada, queridos leitores. Para vocês, o nosso aplauso

Registramos também nosso agradecimento aos colegas de trabalho, a todos que nos apoiam, ali no chão (quente) da escola. Colegas professores que divulgam o site em suas escolas, grupos de estudo…. aos pais que falam conosco nas reuniões, no portão da escola, mandam bilhetes…. é tanto amor (e trabalho) envolvido!

E aos alunos, que perguntam, fazem “bagunça”, às vezes nos enlouquecem, e, sempre, sempre nos inspiram…<3

Meninada: vocês são demais! \o/

E qual a importância de um blog sobre Educação e Ciências, afinal? Queremos mostrar que professores podem trazer o conhecimento escolar em uma linguagem leve e divertida, divulgando práticas de sala de aula que podem ser diferenciadas. Esse trabalho pode ser feito, no âmbito de uma escola pública, com o apoio da tecnologia, disponível em plataformas gratuitas e de fácil acesso para todos.

A nossa novidade não está no que ensinamos. Seguimos os conteúdos estabelecidos pela Secretaria Municipal de Educação de Campinas. A novidade está em mostrar que nossos alunos são os protagonistas. Eles são autores das aulas e atividades junto conosco. Consequente, são eles também que constroem tudo que vocês acompanham aqui. Defendemos que a escola é o lugar para a discussão do conhecimento produzido e acumulado pela humanidade, mas também pela reelaboração e proposição de ideias e hipóteses que levem a novos conhecimentos para meninos e meninas.

Sim, pessoal, está mais que na hora de incentivar cada vez mais meninas a participarem de estudos sobre Ciências, desde a mais tenra infância. Queremos romper com esse estigma de que os estudos de Ciências causam rejeição entre meninas e mulheres. A postura da escola devem ser sempre a de acolher e estimular todas as habilidades. E essa preocupação não é só nossa, não. Deixamos aqui uma reportagem sobre o desempenho de meninos e meninas brasileiros em avaliações internacionais. Essa reportagem da Revista Superinteressante também aponta aspectos sociais e culturais aos quais devemos prestar atenção para não repetir estereótipos na educação das crianças. E também informações sobre projetos da gigante Google, como esses que visam estimular a participação de mulheres no mundo da programação de computadores

E se você se interessou pelo tema, deixamos mais dois links, em inglês, esse aqui da UNESCO e esse artigo do jornal inglês The Guardian.

Falando em temas de língua inglesa… Pergunta pra ela que vai mandar no mundo do futuro?

Blog ciências ensino fundamental. Anos iniciais. Ensino de ciências. Meninas e mulheres nas ciências.
Who run the world? Girls, é claro! 😉

Imagens: Pixabay

E se esse é um post de aniversário, é um post de celebração, né? Então vamos celebrar esse bem que pertence a todos (e todas) nós, o conhecimento científico, ao qual todos podemos ter acesso. Todos mesmo: a criança, o leigo e o cientista, em todos os cantos do mundo, em todos os povos, línguas e tribos. Nosso trabalho nada tem de extraordinário. Trazemos, através do ensino de Ciências, mais um lugar de reflexão sobre a humanidade e sobre tudo que observamos na Natureza ao longo de nossa existência. É uma reflexão sobre nossos limites, mas também e, sobretudo, sobre nossas possibilidades.

E vocês? Topam passar mais tempo conosco, Pensando Ciências? Estamos esperando!

Até a próxima!

 

 

Sequência Didática com plantas medicinais: o alecrim

Saudações, Pensadores de Ciências!

Hoje, vamos falar de algo que não aparece por aqui faz tempo, mas que nossos leitores gostam muito. A sequência didática. Nossas atividades são voltadas para os anos iniciais do ensino fundamental, como vocês sabem. Mas, isso não impede que algum professor adapte as sequências para aulas nos anos finais. A sequência que apresentamos hoje (dirigida a alunos em processo de alfabetização), talvez possa até ser mostrada, de outra forma, com outros recursos, a alunos do ensino médio. Por quê não? Tudo é questão de preparar a aula e soltar a imaginação com a molecada.

Quer ver outras sequências didáticas? Tem aqui, aqui e aqui

Agora, segura na nossa mão e vem!

Sequência Didática: Plantas Medicinais – Alecrim

Público Alvo: Alunos do Fundamental I – Ciclo I – 1º e 2º anos

Conteúdos trabalhados: Ciências, Língua Portuguesa e História

Texto disparador: Música “Alecrim Dourado”

1ª Etapa: 

Atividade introdutória à recepção do texto

O professor pergunta as crianças se conhecem a música em questão, e coloca para ouvirem uma primeira vez. Na segunda vez, convida as crianças a cantarem junto. Já na terceira vez, faz uma brincadeira omitindo a palavra “alecrim” da canção.

A seguir o professor faz algumas perguntas investigativas na roda de conversa:

  • O que é um alecrim?
  • Para que serve?
  • Você já sentiu o cheiro do alecrim?
sequência didática com alecrim
A estrela de nossa aula: o alecrim. Imagem

2ª Etapa

Leitura compreensiva e interpretativa do texto

            O professor propõe a reescrita da música em duplas, oferecendo a eles a música fatiada em frases e depois em palavras.

sequência didática com alecrim
Atividade para trocar os versos da música

Logo em seguida, o professor pergunta se todos sabem o significado das palavras que são apresentadas na música e sana qualquer dúvida que possa haver.

Em seguida faz mais alguns questionamentos?

  • Por que o alecrim nasceu sem ser semeado?
  • Todas as plantas precisam ser semeadas para nascerem?
  • Como pode nascer uma planta sem ser semeada?

 3ª Etapa

Transferência e aplicação da leitura.

            O professor apresenta uma muda de alecrim e deixa que as crianças explorem a planta, cheirar, tocar, sentir texturas e etc.

Sugerimos que o professor siga os procedimentos abaixo:

  • Esclarecer a questão do alecrim nascer sem ser semeado, através da ação dos pássaros e do vento.
  • O professor explica para as crianças que o alecrim é uma planta medicinal e que suas propriedades são ensinadas desde muito antes do nascimento dos pequenos.
  • Pedir uma pesquisa junto à família sobre o uso de plantas medicinais em casa.
  • Nesse momento é necessário contar aos alunos a origem do conhecimento das plantas medicinais e fazer o resgate da cultura dos povos que trouxeram até nós essa medicina natural.
  • O professor pode oferecer o chá do alecrim para as crianças, e explicar sua ação medicinal.
sequência didática com alecrim
Na etapa de alfabetização, o questionário é respondido com os pais. Nas etapas mais avançadas de ensino, os próprios alunos respondem ou, até mesmo, fazem uma pesquisa na escola, com outros professores, funcionários… como dissemos, as possibilidades de criação com as atividades só dependem da nossa imaginação.
sequência didática com alecrim
O alecrim pode ser cultivado em vasos. Imagem

4º Etapa

Conclusão

Para o término da atividade, as crianças são convidadas a plantarem um canteiro com mudas de alecrim, ou pode-se levar a semente e mostrar que o alecrim pode nascer sendo semeado também. 😉

sequência didática com alecrim
Podemos preparar “vasos” junto com os alunos
sequência didática com alecrim
As sementes de alecrim podem ser adquiridas em casas especializadas, ou mesmo, em supermercados. Imagem

Deixamos aqui mais alguns links que pesquisamos e que podem servir de apoio para que você, professor, adapte a atividade às necessidades de sua turma.

Aqui você encontra informações sobre Plantas medicinais e fitoterapia

Um artigo sobre plantas medicinais de origem afro

Quer explorar um pouco mais? Que tal um artigo da wikipedia sobre medicina indígena?

Gostou? Divulgue esta e as outras sequências didáticas que você já viu aqui no nosso site entre os seus amigos professores. Tem alguma sugestão de sequência didática que poderíamos desenvolver? Deixe pra nós o seu comentário. Vamos adorar ter você conosco, Pensando Ciências!

Até a próxima!