Qualidade da água: Processos de filtragem

Salve, Pensadores de Ciências!

O mês de maio acabando e com eles muitos projetos e conteúdos chegando ao fim, mas tem muita novidade para junho, grandes ideias pipocando em nossas cabeças. E nosso trabalho com as turmas de quarto e quinto ano do ensino fundamental segue nos inspirando cada dia mais.

E para encerrar o mês de maio fizemos um experimento muito legal que foi simular alguns dos processos de filtragem da água de acordo com o que ocorre nas ETA (Estação de Tratamento de Água).

Aliás, já falamos um pouco sobre captação e tratamento de água nesse post aqui. Quem lembra?

Hoje, iniciamos falando do caminho da água até nossas casas de uma forma bem simples e lúdica, aproveitei para falar sobre Mata Ciliar e sua importância. Também falamos da questão de assoreamento dos rios em função da falta da mata e do montante de lixo que acaba em nossas águas. Esse tema ainda vai aparecer por aqui, mas se você é daqueles que não aguenta esperar, pode começar suas pesquisas por aqui.

Após as turmas dos 4º anos aprenderem o caminho da água, tudo bem explicadinho, pedimos que fizessem algumas ilustrações do que entenderam. E, olha, não é porque são nossos alunos, não, mas tem cada coisa bonita… vem ver!

filtração
Os meninos capricharam nos conceitos que envolvem a filtração

filtração

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E não tem só texto, não! A meninada demonstrou tudo que aprendeu com desenhos lindos como esse
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Cada um mais lindo que o outro!
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Cada etapa do tratamento foi representada nos desenhos

Depois de ver que a turma havia absorvido o conteúdo com clareza embarcamos na experimentação. Afinal, nada como vivenciar tudo o que foi só falado.

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Materiais organizados para a experiência

Partimos então para nossa aventura, a primeira delas o Processo de Floculação.

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Material para o Processo de Floculação: bacia, água e papel picado
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Misturamos tudo e começamos o processo de movimentar a água
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As partículas de sujeira (papel) começam a se agrupar.
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Olha aí o pessoal, maravilhado

Partimos para nossa segunda aventura, a Decantação.

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Os materiais usados foram somente água e terra
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Água com terra
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Tudo bem misturadinho

Agora, era só esperar….mas….

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Esperar? E quem tem paciência?! \o/

O próximo e último experimento que simulamos foi o da Filtração.

filtração
Nossos experimentos foram simples, mas feitos com muito empenho! ❤
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Areia diluída em água e um filtro de papel, daqueles usados para coar o café
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Já dava pra ver as primeiras gotas: estavam bem mais limpas!
filtração
E vocês acham que dava tempo de esperar toda a filtragem? Era muita ansiedade, Brasil! rsrsrs

E para terminar, claro que a professora pediu um pequeno relatório… rsrsrsr

filtração

filtração

Pensa em uma aula inesquecível? Adoramos todo o processo e estamos maravilhadas com o conhecimento adquirido, muito além dos livros e cadernos. É assim que levamos a vida por aqui, vivendo e Pensando Ciências! ❤

E você? O que achou? Escreva para gente se tiver dúvidas sobre os processos de tratamento da água.

Até a próxima!!!

 

 

Experiência sobre alimentação: estudando o amido

Salve, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é sobre uma experiência que fizemos com nossas turmas dos quarto ano do ensino fundamental. Como o conteúdo prevê o estudo da relação da alimentação com as defesas naturais do corpo, tenho mostrado algumas coisas “erradas” que ingerimos por aí e também o que pode estar contido em alguns alimentos do nosso dia a dia.

Fizemos uma experiência com o amido e pudemos observar a presença de açúcares em alguns alimentos. O amido é um açúcar Polissacarídeo.

Para a experiência utilizamos alguns produtos e os organizamos na mesa para que os alunos acompanhassem

experiência amido nos alimentos
Tudo pronto e a criançada em volta da mesa. Era só começar!

Como você pode ver na foto aí em cima, nós usamos:

1 pedaço de pão;

1 torrada;

1 pedaço de batata;

1 punhado de sal;

1 sequilho:   

1 punhado de farinha de trigo;

1 colher de creme de ricota;

1 pedaço de manga ;

1 biscoito;

1 pouco de iogurte

iodo

Começamos nosso experimento pingando um pouco de iodo em todos os nossos produtos… vem ver o que aconteceu:

experiência amido nos alimentos
A batata, com alta concentração de amido, logo apresentou a coloração escura ao entrar em contato com o iodo

A batata apresentou reação com iodo. Os carboidratos são alimentos energéticos, que dão energia para o nosso corpo, essa energia vem dos açúcares que são encontrados nesses alimentos.

experiência amido nos alimentos
Torrada, assim como o pão, também contém amido
experiência amido nos alimentos
O biscoito reagiu rapidamente, na presença do iodo

A torrada e o biscoito também apresentaram reação ao iodo, pois em sua composição, apresentam a farinha de trigo e a aveia que também são carboidratos.

Na sequência tínhamos o sal, o sequilho (biscoito feito de amido de milho) e a farinha de trigo. O único alimento que não apresentou reação foi o sal. O sal é um alimento de origem mineral livre totalmente de açucares.

experiência amido nos alimentos
À esquerda, vemos o sal, o único que não apresentou a coloração escura visto que se trata de um composto mineral

Após colocarmos o iodo no pedaço de manga… A criançada ficou espantada! Houve reação!!! E foram logo perguntando: “se a manga é fruta, onde entra o amido aí?”

experiência amido nos alimentos
Todo mundo de cara séria… ninguém aqui tá pra brincadeira, não! 🙂

O jeito foi explicar…

A fruta tem todo aquele sabor doce devido ao conteúdo de carboidratos. Existem muitas variedades de manga, a maioria delas tem um alto valor de carboidratos. Para cada 100 gramas de manga, existem em média 14 gramas de carboidratos. Não existe quase nenhum conteúdo de gordura ou proteína nas mangas. Ela fornece mais do que suas necessidades diárias de Vitamina A e Vitamina C. Ela também contém fibra, magnésio, ferro e antioxidantes. Portanto, você pode ver que a manga é uma fruta nutritiva no geral, como a maioria das frutas ela tem baixo conteúdo de gordura e é livre de colesterol. Quer saber mais? Experimente esse link.

experiência amido nos alimentos
Mistério da manga? Resolvido! 😉

Deixamos os dois derivados de leite para o final, o creme de ricota não apresentou reação, mas, o iogurte, deixou todo mundo de cabelo em pé… \o/

experiência amido nos alimentos
A ricota, como um produto do leite, não reagiu ao iodo

Uma dica, pessoal: usem conta-gotas para essa experiência. nós esquecemos de levar e foi uma lambança… 😀

experiência amido nos alimentos
Mas, o iogurte… quanta diferença…

Teve aluno fechando os olhos, não queria acreditar no que estava vendo. Nem nós…

experiência amido nos alimentos
E os alunos seguiam concentrados! A gente ❤

Mas o que aconteceu com o iogurte, que ficou com uma coloração escura tão intensa? Por que ele apresentou reação ao iodo e o creme de ricota não?

Depois de muito barulho, hipótese e questionamentos, alguém grita:

– Meu Deus, tem farinha no iogurte!!!!

Aí, minha gente, foi aquele desespero:

– Estão enganando a gente, Prô!

Foi preciso intervir mais uma vez:

– Calma aí, pessoal! Pode sim ser uma mistura para deixar o produto mais “grossinho” (espesso), mas vamos pesquisar…

Segundo o guia  Amidos: fontes, estruturas e propriedades funcionais:

“Na indústria de iogurtes, o amido é utilizado com o objetivo de substituir a gelatina para obtenção de um produto final cremoso.”

Agora ficamos com uma dúvida no ar, não seria a gelatina mais saudável que o amido na mistura do iogurte?

Deixamos a pergunta no ar e vamos ter que continuar investigando.

Agora queremos saber o que achou dessa experiência. Já sabia como investigar a presença do amido nos alimentos? O que você acha do uso do amido na indústria alimentícia para alterar a nossa percepção dos produtos? Divida suas impressões conosco e continue, Pensando Ciências.

Até a próxima!

 

Projeto novo! Gentileza gera conhecimento!

Salve, Pensadores de Ciências!

Fazer essa programação de verão foi uma experiência deliciosa para nós e esperamos que tenha sido para vocês também. Mas, tudo que é bom também acaba. E se acaba é por um bom motivo: para que mais coisas boas possam chegar. É com muita alegria que anunciamos os novos projetos para o ensino de Ciências em nossas turmas de 4º e 5º anos iniciais do ensino fundamental para o ano de 2017.

Perdeu a programação de verão? Tranquilo! Pode clicar aqui, aqui e aqui para ver um pouco do que fizemos.

Mais especificamente, com as nossas turmas de quarto ano, trabalharemos em parceria com a área de matemática. Não é demais? \o/

Neste ano de 2017, eu (Janaína) tenho 3 turmas de 4º anos, e que turmas, gente… tô ficando velha. Rsrsrsrs. E para dar início aos nossos projetos surgiu uma ideia interdisciplinar e montamos a sequência “Gentileza gera… Conhecimento científico”, que tem como objetivo:

  • Diferenciação entre dos componentes do sistema solar: estrelas, planetas, satélites, cometas, meteoros e meteoritos (rotação, translação, dia, noite e estações do ano)
  • Analisar, interpretar, elaborar e resolver situações-problema, compreendendo diferentes significados das quatro operações com números naturais.
  • Ler, interpretar e resolver situações-problemas com dados apresentados de maneira organizada por meio de tabelas e gráficos de colunas.
  • Ler, interpretar e resolver situações-problema que envolvam o estabelecimento de relações entre as unidades de medida de comprimento, massa, capacidade e tempo (relações entre o horário de início e término e/ou o intervalo da duração de um evento ou acontecimento).

Para que todos os objetivos sejam alcançados estabelecemos algumas etapas:

  • Colocação de calendário na sala de aula
  • Estabelecimento de uma legenda para acompanhar a temperatura ambiente todos os dias
  • Atividade permanente: medição da temperatura nas aulas de Matemática e Ciências
  • Conhecimento sobre história e Manuseio do Termômetro
  • Atividades para estabelecer relação entre o clima e as estações do ano
  • Atividades sobre o aquecimento global
  • Atividades sobre rotação e translação do Planeta Terra
  • Aprofundamento sobre unidade de medida de temperatura
  • Pesquisa com o uso de recursos das tecnologias educacionais durante toda a sequência
  • Término de cada mês: elaboração de gráfico e tabela para análise de dados e comparação entre as temperaturas diárias registradas
  • Fechamento: será confeccionado um livro da vida com as atividades e registros elaborados pelos alunos.

Quanta coisa né, pessoal?

Já começamos algumas experimentações relacionadas à sensação térmica. Vem ver as fotos!

Primeiro, levamos as turmas para o sol e pedimos que observassem a sensação térmica:

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
Às vezes, é preciso um pouco de mão na massa, ou melhor, no cimento…tudo em nome da Ciência!
pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
E não é que eles foram ousados e resolveram deitar em plena área externa?

Na segunda parte da aula, eles foram para o pátio coberto e fizeram as comparações:

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
Depois de experimentarem o calor “a céu aberto”, era hora de um refresco!

E aí, não teve jeito né? Todo mundo quis deitar de novo! rsrsrs

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
Ê vidão! Todo mundo aproveitou para sentir a brisa fresca no pátio da escola! ❤

E se gentileza gera conhecimento, investigações geram relatórios. E foi isso que nossos alunos fizeram:

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
Exemplo de relatório dos nossos pequenos cientistas
pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
Vejam como eles são observadores!

E por enquanto é isso aí, pessoal.

Temos muito mais pra contar pra vocês, o ano de 2017 promete! Continuem acompanhando nossas vivencias escolares. E também mandem perguntas e sugestões aí nos comentários.

Até a próxima!

 

 

 

 

Decompositores: Conclusão da experiência com pães e fungos

Salve, Pensadores de Ciências!

Acreditamos que muita gente tem se perguntado o que aconteceu com o pão que estava em processo de decomposição… pois é o que será que aconteceu?
Você se lembra como começou essa história? Falamos da primeira etapa dessa experiência aqui e depois fizemos mais algumas observações que dividimos com vocês aqui.
Pois é… hoje é dia de finalizar esta que, aliás, foi a nossa primeira experiência. É muito amor envolvido, Brasil!<3
Mas… não vivemos só de amor, né? O que será que nossa turma descobriu com esse longo processo? Vem ver!
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Foi preciso uma certa dose de coragem pra pegar essas embalagens no armário! 😀

Resolvemos abrir as embalagens e ver como seria o fim do processo na natureza.  Montamos uma caixa com terra e um pouco de umidade. Queríamos simular o destino final de nossa matéria orgânica, após a ação dos fungos.

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Caixa de terra

Demos inicio a abertura dos pacotes, pensa numa coisa fedida com odor muito forte? Multiplica por 100, você terá uma pequena ideia do sufoco que passamos de como era o cheiro das matérias em decomposição.

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Olha a cara da Beatriz, aí em cima, comprovando o relato.

Pegamos também duas folhas no pátio da escola, uma ainda presa à árvore e outra já seca que estava no chão, afinal agora iríamos ver o processo por completo, toda a matéria morta transformando-se em nutrientes para a terra.

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E nossa montagem da caixa de decomposição começou.

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Um “close” nos nossos pães!

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Aguardamos mais três dias e fomos verificar a quantas andava nossa caixa.

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Olha aí, nossos pães terminando seu ciclo na natureza e os agentes decompositores cumprindo sua missão. 😉

Os alunos estão impressionados como o processo acelerou depois que retiramos os pães da embalagem. Agora, conseguimos compreender melhor todo o processo de decomposição e da absorção pela terra dos nutrientes que serão incorporados ao solo.

E você? O que achou? Lembrando que essa experiência teve início ainda no primeiro semestre e, com ela, pudemos mostrar aos alunos a importância de se respeitar o tempo da natureza, observar essa máquina maravilhosa em seu trabalho diário e como ela nos mantém vivos.

De tudo que fizemos esse ano, essa atividade tem lugar especial em nossa memória. Afinal, foi a primeira que compartilhamos com vocês aqui no blog e, vendo que ela foi finalizada, já vai dando aquele gostinho de saudade, e também de alegria por tudo que nossos alunos aprenderam e que também nos ensinaram em 2016. Ao mesmo tempo, a cabeça fervilha de planos pra 2017.

Péra, acho que caiu uma lagriminha aqui no teclado!

Aproveite os comentários para deixar suas impressões sobre esta e as outras experiências que você já viu aqui. Ajude-nos. Queremos, cada dia mais, seguir, Pensando Ciências!

Até a próxima!

 

 

Experiência: Calculando o desperdício de água

Salve, Pensadores  de Ciências!

O assunto do post de hoje é muito sério e merece atenção: vamos falar sobre o desperdício de água em ações cotidianas e de uma experiência cujo resultado nos deixou assustados. Convidamos duas turmas para mostrar os cálculos que eles fizeram para sabermos o quanto gastamos de água em um único uso do bebedouro. O desperdício que eles encontraram nos fez (re)pensar nossos hábitos.

Mas, vem com a gente, vamos contar tudo, desde o início. O post tá enorme, mas vai valer a pena!

 

A experiência que mostraremos hoje foi realizada na EMEF Maria Pavanatti Fávaro, batizado de Projeto: Minha Garrafinha ? (será que preciso?), para fazer com que os alunos entendam o quanto somos responsáveis pelo meio ambiente no nosso dia a dia. A atividade foi desenvolvida pelo professor Daniel Lourenço, com alunos do 6º ano do ensino fundamental.

 

Ainda não tínhamos convidado ninguém dos anos finais, mas quando o professor falou da experiência que ia desenvolver, não tivemos dúvida. Esse assunto é tão sério que fizemos questão de trazer aqui. Afinal, essa experiência é simples e também pode ser executada com nossas turmas de anos iniciais, para nos conscientizarmos sobre a impacto de pequenos gestos no cuidado com o meio ambiente.

 

Proposta de experimento: os alunos foram provocados pelo professor com as seguintes perguntas: Quanto nós gastamos toda vez que bebemos água? Quanto de água realmente bebemos e quanto desperdiçamos?

A princípio, os alunos não tinham se dado conta de que o professor falava do momento em que bebemos água naqueles bebedouros em que temos que colher água com as mãos. Depois, conversando, lembraram que, de fato, sempre “escapa” um pouco da água enquanto bebemos. E era esse “pouco de água” que deveria ser calculado pelos alunos. Será que era “pouco” mesmo?

As turmas estabeleceram, então, algumas regras e escolheram as ferramentas que usariam para a experiência. Ficou assim:

  • Um balde para coletar a água que caía enquanto os alunos bebessem;
  • Uma proveta para realizar a medição
  • um cronômetro, do próprio celular, para medir o tempo que cada pessoa gastou bebendo água
  • cadernos e lápis para anotar o tempo e a medida de água desperdiçada
Material para experiência
Material para experiência
Material utilizado para experiência
Proveta utilizada no trabalho

Com o material em mãos, o professor traçou a estratégia do trabalho: os alunos iriam, um a um, beber água, pelo tempo que quisessem. Esse tempo seria anotado na tabela e a água que caísse das mãos dos alunos seria colhida no balde e medida na proveta. A quantidade de água também seria anotada na tabela que os alunos fizeram no caderno, segundo o que foi pedido pelo professor.

O professor apresentou a tabela que os alunos teriam que preencher
O professor apresentou a tabela que os alunos teriam que preencher
Alunos começaram a beber água e coletar o excedente no balde
Alunos começaram a beber água e coletar o excedente no balde
A água excedente de cada aluno era coletada...
A água excedente de cada aluno era coletada…
... e medida com a ajuda da proveta
… e medida com a ajuda da proveta

 

Como vimos nas imagens acima, os alunos colheram os dados da turma toda. Na aula seguinte, fizeram as contas para descobrir o quanto de água consumida não foi, de fato, bebida pelos alunos.

E o professor foi coordenando os trabalhos
E o professor foi coordenando os trabalhos
Com os primeiros dados, era hora de começar a preencher a tabela
Com os primeiros dados, era hora de começar a preencher a tabela

 

Tabela preenchida
Tabela preenchida
E o resultado de uma das turmas. Mais de 6 litros de água foram perdidos :(
E o resultado de uma das turmas. Mais de 6 litros de água foram perdidos 😦

Em seguida os alunos tinham que produzir um relatório que sintetizasse todos os dados descobertos no experimento.

Na sala de aula, a segunda etapa: produzir relatório
De volta à sala de aula, a segunda etapa: produzir relatório

Com a tabela em mãos, a turminha se organizou em duplas para apresentar a versão inicial do relatório.

Itens do relatório
Alguns itens do relatório

 

Para a etapa seguinte, o professor propôs que os alunos revisassem os relatórios, corrigissem os erros de ortografia e apresentem a versão final dentro de alguns dias. Nós já trouxemos para vocês para podermos refletir sobre esses dados obtidos.

E os resultados vieram
E os resultados vieram. Nesta sala, os resultados mostram mais de 7 litros de água foram descartados

Como dissemos, os números nos surpreenderam. Já sabíamos que há o desperdício, mas quando calculamos e visualizamos com mais precisão é que descobrimos o quanto uma mudança de hábitos como levar garrafas ou canecas para beber água podem fazer a diferença. Afinal, os valores medidos referem-se a uma ÚNICA visita ao bebedouro, com apenas UMA turma por vez. Vocês podem imaginar o quanto isso representa em um dia em nossa escola ou mesmo nas empresas, e até nos shoppings?

Mais relatórios
Mais relatórios

Pois é…o professor Daniel sugeriu ainda que, se quiséssemos, poderíamos aprofundar essa pesquisa, com cálculos que medissem, em reais, o custo do desperdício. Para isso, mediríamos a água em metros cúbicos e usaríamos o valor do metro cúbico que consta em nossa conta de água. Tudo isso é agua tratada, custa para os nossos bolsos e, principalmente para o meio ambiente!! E, para estudar mais sobre a complexidade do tratamento de água, essa mesma turminha vai visitar uma estação de tratamento nos próximos dias. Claro, que vamos contar sobre essa visita aqui em um novo post muito em breve.

Estamos certos de que, após essa experiência e a visita à estação de tratamento, os alunos darão muito mais valor à água que chega em nossas torneiras e farão de tudo para evitar o desperdício.

 

E você? Imaginava que uma experiência como essa fosse revelar dados tão significativos? Deixe nos comentários as suas impressões sobre esta e outras experiências que mostramos. E se tiverem perguntas para o professor Daniel, mande pra nós que ele terá prazer em responder.

Até a próxima!

 

 

 

Como funciona um rim?

Saudações, Pensadores de Ciências!
Para fecharmos com chave de ouro os estudos sobre os sistemas do corpo humano estudados nos 4º anos, resolvemos mostrar para as crianças a estrutura interna dos rins, pois além de fazer um papel muito importante no Sistema Circulatório,  ele filtra o sangue do nosso corpo e também tem sua participação no Sistema Urinário, liberando as impurezas do sangue para a bexiga e, consequentemente, eliminando-as na urina.
Descobrimos que o rim de porco tem uma semelhança genética com o rim humano e…adivinha? Começamos a pesquisar material que pudéssemos apresentar aos alunos.
Começamos com este aqui e trouxemos a figura abaixo:
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E era mais ou menos isso que esperávamos encontrar em nossa experiência
Além da foto, trouxemos uma ilustração:
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Esse esquema também foi usado para explicar o funcionamento do rim.
Era hora de começar nossa tarefa do dia. 😀 Fomos ao mercado municipal e compramos um rim de porco para mostrar aos alunos as estruturas internas. Vem ver!
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E como a gente gosta de trabalhar “de verdade”, passamos as mãos para sentir a textura e também usamos o olfato para sabermos qual cheiro poderia ter um órgão que além de filtrar o sangue elimina impurezas. 
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Olha a turminha aí, cheia de curiosidade
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Usamos também nosso livro didático, para auxiliar com o trabalho de abertura do rim.
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E não é que encontramos exatamente as estruturas que tínhamos estudado? Ponto pra nós! 😉
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E ainda identificamos o canal do uréter.
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Observem, mais de perto:
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Claro que a farra não parou por aí, tive que abrir mais alguns rins para comprovar o que tinha dentro.
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E as mãos não paravam de tocar, como você pode ver aí em cima. Todo mundo queria sentir a textura do rim.  Ao final pedi que cada aluno fizesse suas observações no caderno.

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Ficou bom, né? Adoramos! \o/

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E demos por encerrado nosso conteúdo sobre o corpo humano, com mais uma experiência marcante. E agora, o que será que vamos inventar????

Se você tem um palpite, deixe aí nos comentários. Quem sabe você acerta? rsrsrs!

 

Até a próxima!!

Jardim Sensorial: um cantinho especial da escola

Saudações, Pensadores de Ciências!

Hoje é dia de falarmos de algo que nos trouxe muita alegria: a criação de um jardim sensorial! Vocês se lembram de quando fizemos a limpeza e manutenção de nosso minhocário? Pois é… falamos que logo traríamos notícias sobre o destino que daríamos ao húmus produzido por nossas minhocas californianas e como aqui, missão dada é missão cumprida, tratamos de estimular nossos pequenos pensadores a buscar soluções para o material.

Em roda de conversa com os 4º anos apareceu à pergunta:
– Professora, o que vamos fazer com a terra que trocamos da minhoca?
E como já tínhamos pensado nisso, quando levei a atividade para a sala, sugeri um Jardim Sensorial e novas perguntas apareceram:
– O que é isso, Prô?
Expliquei que seria um jardim com plantas aromáticas que poderíamos usar para comer, fazer chás ou perfumar a casa. Com a proposta aceita, lá fui eu buscar ideias para nosso jardim. Na primeira hipótese, queria fazer um daqueles suspensos, usando garrafas pet.
Como esse aqui:
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Lindo, né? Amamos! ❤
E seria feito seguindo esse esquema:
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  Era isso que eu tinha em mente, porém utilizei garrafas de água que são mais moles e não consegui obter o mesmo resultado. Sem as mudas ficavam perfeitas, mas com as mudas as garrafas se dobravam ao meio.  😦

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Em casa, com garrafas de água, não conseguimos o mesmo resultado da primeira foto.

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Já com as mudas plantadas, vocês podem ver que a garrafa não ficou tão firme.
Diante deste “contratempo”, resolvemos que nosso jardim seria no chão, ao lado de um muro da escola, e não mais suspenso. Tínhamos diversas mudas: Manjericão, Bálsamo, Lavanda, Erva Doce, Hortelã, Cânfora e Alecrim.
Aí você vai dizer: por quê essas plantas? pra quê serve cada uma delas? vou ter que procurar?
Seus problemas acabaram! 😀 Deixamos uma lista prontinha pra vocês!
Agora, com toda essa moleza pesquisa que a gente deixou, você bem que podia começar um jardim sensorial também, né?  Já pensou? Hum? Hum?
Olha aí, mais um exemplo:
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Maravilhoso!
Era hora de plantar e também de usar o nosso húmus!!
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E, aos pouquinhos, nosso jardim foi ganhando forma.
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A meninada quase não gosta de mexer na terra! 🙂
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A turminha ficou muito envolvida e tomando cuidado para que tudo ficasse perfeito.
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Estavam todos encantados!
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E nosso jardim ficou assim:
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Vista “aérea” 😀
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Para não sobrecarregar ninguém e também não correr risco de nosso cantinho ficar sem cuidados, estabelecemos que, a cada dia, um aluno ira molhar e verificar se está tudo bem com nosso jardim.
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Mas por que mesmo que a gente escolheu um jardim sensorial, hein? Porque nosso objetivo maior é fazer com que as crianças percebam o mundo que as cercam, não só o mundo tecnológico mais sim o mundo primitivo, aquele que já estava aqui antes de nós, e para isso nada melhor do que usar os sentidos. Afinal, nosso lema por aqui é: gentileza gera…N-A-T-U-R-E-Z-A!

Quer saber mais sobre o Jardim Sensorial, dá uma olhadinha nesse site, pois está tudo bem explicado!

Fala pra gente aí nos comentários o que você achou. E se já criou um jardim sensorial em casa ou na escola, que tal escrever sobre ele? Quais plantas você escolheu? Como está cuidando? Continue a Pensar Ciências conosco.

Até a próxima!

Experiência: Misturas e Separação de Misturas

Saudações, queridos Pensadores de Ciências!

A experiência que trazemos hoje foi feita com nossa turminha de 3° ano. O conteúdo prevê o estudo de misturas homogêneas e heterogêneas, além do estudo dos processos de filtragem e separação das misturas.

Vem ver como ficou!!

Começamos a aula com uma boa roda de conversa, perguntando o que eles sabiam sobre “misturar coisas” e como eles achavam que  algumas substâncias se comportariam se fossem misturadas com água. Depois dessa conversa inicial, fizemos a leitura de um texto, que foi, posteriormente colado no caderno dos alunos para as consultas futuras.

Leitura feita em sala para introduzir o tema
Leitura feita em sala para introduzir o tema
À medida que eu ia fazendo as misturas eles observavam e diziam se era homogênea e heterogênea. Aí, para facilitar as explicações, fomos construindo, na lousa, cada uma das misturas e sua definição como homogênea ou heterogênea.
Início da explicação
Início da explicação e primeira mistura
A primeira mistura foi com água e sal
A primeira mistura foi com água e sal
Resolvemos acrescentar terra à mistura
Resolvemos acrescentar areia à água
Resultado
Resultado
Depois da areia, já desenhamos a mistura com álcool
Depois da areia, já desenhamos a mistura com álcool
E já fizemos a mistura com álcool
E já fizemos a mistura com álcool
Mais uma mistura pra fazer
Mais uma mistura pra fazer: areia e sal
Mais uma mistura na lousa
Mais uma mistura na lousa
Água e óleo
Água e óleo
Resultado de mistura heterogênea
Resultado de mistura heterogênea
Resultado de nossas experiências representado na lousa
Resultado de nossas experiências representado na lousa

Agora, estava na hora de falar da separação das misturas

Processos de separação de misturas
Processos de separação de misturas
Fazendo a filtragem, foi possível fixar o conceito de mistura
Fazendo a filtragem, foi possível fixar o conceito de mistura
Os alunos puderam ver o resultado final da separação da mistura
Os alunos puderam ver o resultado final da separação da mistura
O que despertou mais curiosidade foi o processo de filtração. Eles queriam saber se podia ser consumida a água, ai cai na besteira de dizer que
existem mais processos de filtração e um bastante comum que temos em casa é o de filtro de carvão. Disse que se passássemos a água do filtro no carvão e depois colocássemos o Hipoclorito de sódio acreditava que estaria ok para o consumo. Daí lembraram da série “Largados e Pelados”, no Canal Discovery e me disseram que se a água fosse fervida também estaria ok.
Perguntei porquê a água deveria ser fervida?
-Pq tem vermes e bactérias que não dá pra ver e dão dor de barriga, Professora!
Depois dessa resposta de-fi-ni-ti-va, só me restava declarar:
Caso encerrado!  😀
Como sempre dizemos por aqui. Atividades simples, quando apresentadas de maneira que envolva os alunos, rendem bons resultados. Já tinha aluno dizendo que ia fazer em casa. Só esperamos que as mães não fiquem zangadas com toda essa “mistureba”! rsrsrsrs
Como você ensinou sobre misturas e separações em sua turma? Conte pra gente aí nos comentários!
Até a próxima!

 

Ação dos decompositores: revisitando nossa primeira experiência

Olá Pensadores de Ciências!

Estamos muito felizes por aqui com o post de hoje. Sabem por quê? É dia de revisitar nossa primeira experiência. Trabalhamos com nossas turmas do quinto ano a ação dos fungos na decomposição dos alimentos. Não tá lembrando?! Então, olha aqui!

Depois de todo esse tempo sob a ação dos fungos, vocês podem imaginar que a aparência dos pães não era das melhores…rsrsrsrs. Os alunos também perceberam e a atividade rendeu muita conversa, hipóteses e considerações sobre o que está acontecendo. Vejam só:

As observações foram de todos os tipos. Sem fazer questionamentos no início da aula para não direcionar a análise dos alunos, deixei que os saquinhos de pão passassem de mão em mão.

  • Nossa, que cheiro forte!
  • Tem cheiro de leite estragado.
  • É, parece o cheiro do queijo quando estraga.
Pão caseiro e industrializado sob a ação de fungos
É de impressionar, não?

Com esse aspecto, deu pra sentir o cheiro aí, do outro lado da telinha, né? 😀

Bem, era hora de intervir, lembrei a turma de que temos fungos e bactérias que podemos usar para o nosso bem, e principalmente em nossa alimentação. Afinal, o mesmo pão que vemos ser decomposto aqui, só pode ser preparado com a ação do fermento, isto é, dos fungos. Para acompanhar o pãozinho do nosso café da manhã, mais um pouco da “parceria” entre homens e fungos: nosso queijo e nosso iogurte só existem com a ação desses amigos invisíveis. Palmas para os fungos! \o/

Outro aluno interrompeu:

  • Professora, o cheiro de leite estragado pode ser isso!

Os alunos entenderam que, além da ajudar na produção dos nossos alimentos, os fungos e o odor liberado durante o processo de decomposição também podem ser nossos “amigos”, alertando nosso sistema de defesa e nos impedindo de consumir alimentos estragados. Eu ouvi mais palmas para os fungos? 😀

Perguntei, então, da aparência. Imagine a primeira coisa que todos notaram:

  • Está quase líquido!
  • Está mole!
Pão caseiro sob a ação de fungos
Pão caseiro e a ação dos decompositores

O que mais eles poderiam me dizer sobre a experiência?

  • Houve diminuição do tamanho dos Pães.
  • Tem várias cores!
Pão caseiro sob a ação de fungos
Usamos a lupa para visualizar a decomposição do pão

Perguntei o porquê de várias cores e lá veio mais uma hipótese:

  • Devem ser vários tipos de fungos.

Será? Também fiquei a dúvida! Vamos ter que pesquisar!

Após todas essas observações, perguntei o que vai acontecer se deixarmos até o fim do ano:

  • Vai sumir, virar um fungo só!
  • Se tivesse ao ar livre já teria sumido, pois a terra já teria absorvido.

Como todos ficaram curiosos….Resolvemos que os pães ficarão no armário mais um pouquinho, e continuaremos nossas observações.

Até que ponto nossos agentes decompositores chegarão com seu trabalho?

Certamente, não são as imagens mais bonitas que mostramos aqui…rsrs! Mas vai dizer que você também não está curioso para saber o que nos aguarda na próxima observação?! Continue acompanhando essa e as outras experiências que estamos atualizando por aqui. Deixe suas dúvidas e sugestões nos comentários. Inscreva-se em nosso canal no YouTube e divulgue o blog em suas redes sociais!

Até a próxima!

Aulas do quarto ano: sistema respiratório

Salve, Pensadores de Ciências!

No post de hoje, falaremos das aulas das nossas turminhas do quarto ano. O conteúdo está centrado no funcionamento do corpo humano e seus sistemas. Para quem não lembra ou não acompanhou, já mostramos algumas das atividades que fizemos com eles aqui e aqui.

Começamos a aula com uma breve revisão sobre os sistemas digestório e circulatório. Para seguir com a sequência didática que montamos, partimos para um levantamento de hipóteses sobre a nossa respiração. Nossas rodas de conversa, sempre muito animadas, começaram com aquele “agito” que a gente conhece. Todos querendo falar, ao mesmo tempo, o que sabiam. E não é que a meninada já sabia de várias coisas? 😉 Vem ver!

Os alunos sabiam que o órgão inicial do sistema era o nariz e que o mais importante era o pulmão!

Mas não conheciam ainda a importância dos pelos do nariz e nem a função dos alvéolos pulmonares e diafragma. E foi daí que partimos. Além de observarmos o quanto é importante o sistema respiratório, falamos de algumas curiosidades sobre essa parte do nosso corpo. Perguntando a importância dos pelos do nariz, por exemplo, chegamos ao espirro!

E tudo funciona mais ou menos assim: quando pedacinhos de sujeira fazem nosso nariz coçar, o corpo respira fundo e fecha as cordas vocais. Quando elas se abrem de novo, o ar sai de lá a uma velocidade de até 160 quilômetros por hora! Isso é o que chamamos de espirro. Imaginem a carinha de espanto dos alunos! 😀

Mas para que tudo isso corra bem, a Inspiração, Expiração, o Espirro e etc., necessitamos do Diafragma, que é uma grande camada de músculos que fica bem abaixo dos pulmões e tem papel importante na inspiração e expiração.

Bom, a ideia já estava mais clara para os alunos, todos tinham percebido a importância do sistema respiratório e de sua ligação com os demais sistemas do corpo humano. Também colocamos, em nosso canal no YouTube, vídeos que davam mais explicações sobre tudo que vimos.

Nosso plano de aula previa ainda um trabalho em sala sobre os movimentos de Inspiração e Expiração. Em duplas, os alunos puderam sentir o movimento do corpo e do diafragma para que o processo da respiração aconteça:

Alunos observam movimentos do sistema respiratório
Alunos veem a diferença dos movimentos respiratórios

 

Alunos observam movimentos do sistema respiratório
Alunos observam com auxílio de uma bexiga

Mas como, por aqui, nós gostamos mesmo é de “mão na massa”, claro que tratamos de propor uma atividade prática! Bastou dizer: “Vamos fazer um pulmão?” pra euforia (e a gritaria) tomar contada sala!! rsrs

Veja o material que utilizamos. Você vai precisar de:

  • Uma garrafa plástica pequena, que será recortada
  • Tesoura
  • Uma bexiga para ficar dentro da garrafa, simulando o pulmão
  • Uma bexiga na parte externa da garrafa, simulando o diafragma
Garrafa plástica usada para experiência com sistema respiratório
Corte a parte de baixo da garrafa
Bexiga usada para experiência com sistema respiratório
Você precisará de uma bexiga na parte interna

 

Bexiga usada para experiência com sistema respiratório
E uma outra bexiga ficará na parte externa da garrafa

Agora, montado:

Simulação de sistema respiratorio
Seu “pulmão” ficará assim
Pulmão artificial para experiência com sistema respiratório
Observe como funcionará nosso pulmão

Na foto acima, dá pra ver como fica o nosso sistema, com o diafragma fazendo os movimentos que permitem inspirar e expirar.

Chegamos ao final desta atividade, com os alunos muito contentes. Todos, partindo do que já sabiam, puderam entender facilmente o funcionamento do sistema. Missão cumprida por hoje! Quem aí já quer saber qual é a próxima? o/

Ficou com alguma dúvida? Quer sugerir alguma experiência ligada ao sistema respiratório? Fez algo parecido na sua escola? Fale com a gente aí nos comentários!

Até a próxima!