Sistema Digestório: experiência com ácido clorídrico

Saudações, Pensadores de Ciências!

E não é que as aulas voltaram e a gente já entrou no ritmo do “não para, não para, não para, não”?

Você já viu aqui que estamos trabalhando com as turmas dos 4º anos com o Sistema Digestório, e como o tempo urge e a curiosidade sempre bate a nossa porta, fizemos mais uma experiência em sala de aula.

Resolvemos trabalhar a digestão química. Sim nosso organismo tem 2 processos digestivos, o mecânico, que ocorre através da deglutição, mastigação, movimento peristáltico, e contrações musculares e o processo químico, que ocorre através dos os sucos digestivos que ajudam no processo de quebra das moléculas dos alimentos para serem absorvidas pelo nosso organismo.

Anota aí como fizemos essa experiência. Quem sabe você, aluno, mostra para o seu professor. E se você é professor, que tal fazer algo parecido com os pequenos aí, da sua turma?

Material:

01 Copo de leite

Vinagre

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A experiência é muito simples e conta somente com esses dois itens: o leite e o vinagre

Aqui vamos simular a etapa que ocorre dentro do estômago onde as células da parede do órgão secretam o suco gástrico, esse suco contém o ácido clorídrico, que auxilia no controle da acidez estomacal e na absorção do Ferro.

Temos a proteína, que é o leite, e usamos o vinagre como o meio ácido.

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Já começamos a ver a reação química

Misturamos o leite e o vinagre, no mesmo momento vemos o leite coalhar.

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O ácido seguiu com seu processo de quebra de moléculas da proteína

Resolvemos esperar algumas horas para comprovar o processo no estômago, e olha o que aconteceu:

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Com o passar do tempo, vimos a separação da água contida no leite
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Os alunos pediram para tirar a água e ver como ficaria o leite

Vemos aqui a separação do líquido do sólido. No organismo, a parte mais sólida continua seu caminho para o duodeno, primeira parte do intestino delgado, lá recebe outros sucos e começa a absorção dos nutrientes pelo corpo humano. A água passa para o intestino grosso onde serão absorvidos os sais minerais e o restante será descartado, junto com as fezes.

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Mas, antes, vimos, na imagem, as partes do intestino para observar os locais de absorção dos diferentes nutrientes
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Agora sim, o resultado final da nossa experiência

 

E foi assim o nosso dia! É muito bom quando temos a oportunidade de mostrar tudo o que foi explicado e visto, na teoria do livro didático, de forma que as crianças entendam e se interessem em descobrir mais sobre os incríveis processos que se dão no interior do corpo humano. Com esse experimento, ficou muito claro para os alunos toda a exposição feita anteriormente. Os nomes que, a princípio, pareciam complicados, não assustavam mais as crianças. O conteúdo, dessa forma, ficou significativo, facilitando o entendimento e a aprendizagem. E não parou por aqui! \o/

A criançada até repetiu em casa o experimento. Foi muito gratificante ver o envolvimento de cada um em todos as etapas da atividade e saber que dividiram com a família o conhecimento adquirido.

E você? Já está animado a repetir essa experiência em casa ou na sua escola? Quando fizer, volte aqui e deixe seu comentário sobre tudo que viu. Estaremos esperando!

Até a próxima!

 

Ensino fundamental: o uso de tecnologias e os desafios do ensino

Saudações, Pensadores de Ciências!

Como a gente disse aqui, o segundo semestre já chegou “chegando” e a gente anda “cheia de assunto” para dividir com vocês! rsrsrs

Como vocês bem sabem, nosso blog divulga práticas pedagógicas voltadas para o ensino de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental. E como também já dissemos aqui, nosso trabalho é totalmente vinculado às diretrizes educacionais de nosso município e, obviamente às leis federais.

O que nós buscamos é inovação na sala de aula. Entendemos que esse é o papel do professor pesquisador, analisar sua prática e buscar outras possibilidades de atuação. Nossa meta é despertar novos olhares, percepções que se alinhem com os interesses deles. O tempo dos nossos alunos é agora. Não adiantaria tentarmos ensinar do jeito que aprendemos. Nossa luta diária é nos reinventarmos como professores.

E põe luta nisso viu, minha gente! Mas…FELIZMENTE, essa luta não é só nossa, não. Muitos profissionais já perceberam que a internet e o uso de tecnologias em sala de aula é um caminho sem volta. E que as práticas de dez anos atrás, não despertam mais o mesmo interesse nas crianças.

celular na sala de aula. Blog ciências ensino fundamental anos iniciais
A presença dos dispositivos móveis mudou a relação do aluno com a lousa e o giz. Está na hora de nós, professores, mudarmos também.

Imagem: Pixabay

E, muito felizmente também, essa preocupação já está na pauta das universidades e centro de pesquisas brasileiros. Aí, com essa busca por aprender mais para ensinar melhor, fizemos uma parceria incrível com outra escola de educação integral aqui do município de Campinas, a E.E.I. Dr. João Alves dos Santos, para apresentarmos nossas práticas no VIII Congresso Fala Outra Escola, que está em andamento esta semana, na Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas.

Blog ciências ensino fundamental anos iniciais. Fala outra escola 2017
O Fala Outra Escola é oportunidade que os professores têm para dividir suas experiências e de conhecer novos projetos.

Este evento conta com um formato de Roda de Conversa, em que os professores têm a oportunidade de compartilhar com os colegas o que têm feito para transformar o espaço da escola e da sala de aula. Ampliando as possibilidades do processo de ensino e aprendizagem.

Vem que a gente te conta um pouco do que estamos vendo e aprendendo por lá.

Para começar, as professoras Elaine Messa e Juliana Baiocchi apresentaram as atividades que vêm desenvolvendo na escola João Alves. As práticas consideram o aluno em sua totalidade, como ser humano que encontrará, na escola, potencialidades de desenvolvimento para além dos conteúdos. Conteúdos esses que, muitas vezes, são ainda mais massificados numa escola de educação integral que, por ter a permanência do aluno estendida, esquece que é necessário trabalhar a integração, o trabalho em equipe, enfim, aspectos de convívio dos alunos no ambiente escolar.

Com essas necessidades em mente, as professoras puseram a “mão na massa”. Foram elaborados conjuntos de atividades permanentes, que trabalham diferentes habilidades e competências. Os alunos, divididos em grupos de 05 ou 06 pessoas, passam por essas atividades ao longo da semana, no modo “circuito” e executam as propostas em cada uma das estações em cada um dos dias da semana.

tabela de atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
Organização das atividades
tabela de atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
E a distribuição das tarefas entre as equipes

E alguns dos resultados:

Atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
Os alunos soltaram a imaginação e criaram imagens com as formas do Tangram
Atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
O trabalho com releituras de textos diversos também estimula dos pequenos
Atividades pedagógicas. Educação. Ensino. Ensino Fundamental, anos iniciais.
E os quadrinhos exigem dos alunos a capacidade de sintetizar as ideias para contar uma história

Congressos como o FALA OUTRA ESCOLA são grandes oportunidades para (re)encontrar colegas e conhecer a realidade de outras escolas, além de falar da nossa própria realidade, ouvir sugestões, conselhos e dicas preciosas. Pensar na nossa prática é muito importante, pensar na nossa prática em um coletivo de professores é ainda melhor.

Equipe apresentação do FALA OUTRA ESCOLA 2017
Da esquerda para a direita, a equipe que se apresentou no “Fala Outra Escola 2017”: as professoras Elaine Messa, Vanessa Petruz (nossa colega na E.E.I. Zeferino Vaz), Janaína Beltram e Juliana Baiocchi

Como diz um conhecido provérbio africano: “Se quer ir rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo”

A gente quer ir muito, muito longe. Vamos juntos?

Até a próxima!

 

 

 

 

Pensando Ciências: Um ano!

Saudações, Pensadores de Ciências!

É com honra, satisfação, amor e uma lagriminha aqui, no canto do olho, de tanta emoção, que anunciamos o aniversário de um ano do nosso blog!

Blog ciências ensino fundamental
É dia de festa!

Hoje também é o dia da publicação do nosso post de número 80 (oitenta posts, gente!!!)

Não temos palavras para agradecer aos nossos leitores. Ainda lembramos bem o dia que vimos que tínhamos atingido os primeiros 100 acessos. Não podíamos acreditar que 100 pessoas sabiam que a gente existia..rsrsrs…. hoje somos milhares! Milhares!!! Pessoal, vocês nos ajudam a pensar Ciências e a divulgar nosso trabalho por aí. Todo o agradecimento será insuficiente!

Blog ciências ensino fundamental. Anos iniciais. Ensino de ciências.
Obrigada, queridos leitores. Para vocês, o nosso aplauso

Registramos também nosso agradecimento aos colegas de trabalho, a todos que nos apoiam, ali no chão (quente) da escola. Colegas professores que divulgam o site em suas escolas, grupos de estudo…. aos pais que falam conosco nas reuniões, no portão da escola, mandam bilhetes…. é tanto amor (e trabalho) envolvido!

E aos alunos, que perguntam, fazem “bagunça”, às vezes nos enlouquecem, e, sempre, sempre nos inspiram…<3

Meninada: vocês são demais! \o/

E qual a importância de um blog sobre Educação e Ciências, afinal? Queremos mostrar que professores podem trazer o conhecimento escolar em uma linguagem leve e divertida, divulgando práticas de sala de aula que podem ser diferenciadas. Esse trabalho pode ser feito, no âmbito de uma escola pública, com o apoio da tecnologia, disponível em plataformas gratuitas e de fácil acesso para todos.

A nossa novidade não está no que ensinamos. Seguimos os conteúdos estabelecidos pela Secretaria Municipal de Educação de Campinas. A novidade está em mostrar que nossos alunos são os protagonistas. Eles são autores das aulas e atividades junto conosco. Consequente, são eles também que constroem tudo que vocês acompanham aqui. Defendemos que a escola é o lugar para a discussão do conhecimento produzido e acumulado pela humanidade, mas também pela reelaboração e proposição de ideias e hipóteses que levem a novos conhecimentos para meninos e meninas.

Sim, pessoal, está mais que na hora de incentivar cada vez mais meninas a participarem de estudos sobre Ciências, desde a mais tenra infância. Queremos romper com esse estigma de que os estudos de Ciências causam rejeição entre meninas e mulheres. A postura da escola devem ser sempre a de acolher e estimular todas as habilidades. E essa preocupação não é só nossa, não. Deixamos aqui uma reportagem sobre o desempenho de meninos e meninas brasileiros em avaliações internacionais. Essa reportagem da Revista Superinteressante também aponta aspectos sociais e culturais aos quais devemos prestar atenção para não repetir estereótipos na educação das crianças. E também informações sobre projetos da gigante Google, como esses que visam estimular a participação de mulheres no mundo da programação de computadores

E se você se interessou pelo tema, deixamos mais dois links, em inglês, esse aqui da UNESCO e esse artigo do jornal inglês The Guardian.

Falando em temas de língua inglesa… Pergunta pra ela que vai mandar no mundo do futuro?

Blog ciências ensino fundamental. Anos iniciais. Ensino de ciências. Meninas e mulheres nas ciências.
Who run the world? Girls, é claro! 😉

Imagens: Pixabay

E se esse é um post de aniversário, é um post de celebração, né? Então vamos celebrar esse bem que pertence a todos (e todas) nós, o conhecimento científico, ao qual todos podemos ter acesso. Todos mesmo: a criança, o leigo e o cientista, em todos os cantos do mundo, em todos os povos, línguas e tribos. Nosso trabalho nada tem de extraordinário. Trazemos, através do ensino de Ciências, mais um lugar de reflexão sobre a humanidade e sobre tudo que observamos na Natureza ao longo de nossa existência. É uma reflexão sobre nossos limites, mas também e, sobretudo, sobre nossas possibilidades.

E vocês? Topam passar mais tempo conosco, Pensando Ciências? Estamos esperando!

Até a próxima!

 

 

Sequência Didática com plantas medicinais: o alecrim

Saudações, Pensadores de Ciências!

Hoje, vamos falar de algo que não aparece por aqui faz tempo, mas que nossos leitores gostam muito. A sequência didática. Nossas atividades são voltadas para os anos iniciais do ensino fundamental, como vocês sabem. Mas, isso não impede que algum professor adapte as sequências para aulas nos anos finais. A sequência que apresentamos hoje (dirigida a alunos em processo de alfabetização), talvez possa até ser mostrada, de outra forma, com outros recursos, a alunos do ensino médio. Por quê não? Tudo é questão de preparar a aula e soltar a imaginação com a molecada.

Quer ver outras sequências didáticas? Tem aqui, aqui e aqui

Agora, segura na nossa mão e vem!

Sequência Didática: Plantas Medicinais – Alecrim

Público Alvo: Alunos do Fundamental I – Ciclo I – 1º e 2º anos

Conteúdos trabalhados: Ciências, Língua Portuguesa e História

Texto disparador: Música “Alecrim Dourado”

1ª Etapa: 

Atividade introdutória à recepção do texto

O professor pergunta as crianças se conhecem a música em questão, e coloca para ouvirem uma primeira vez. Na segunda vez, convida as crianças a cantarem junto. Já na terceira vez, faz uma brincadeira omitindo a palavra “alecrim” da canção.

A seguir o professor faz algumas perguntas investigativas na roda de conversa:

  • O que é um alecrim?
  • Para que serve?
  • Você já sentiu o cheiro do alecrim?
sequência didática com alecrim
A estrela de nossa aula: o alecrim. Imagem

2ª Etapa

Leitura compreensiva e interpretativa do texto

            O professor propõe a reescrita da música em duplas, oferecendo a eles a música fatiada em frases e depois em palavras.

sequência didática com alecrim
Atividade para trocar os versos da música

Logo em seguida, o professor pergunta se todos sabem o significado das palavras que são apresentadas na música e sana qualquer dúvida que possa haver.

Em seguida faz mais alguns questionamentos?

  • Por que o alecrim nasceu sem ser semeado?
  • Todas as plantas precisam ser semeadas para nascerem?
  • Como pode nascer uma planta sem ser semeada?

 3ª Etapa

Transferência e aplicação da leitura.

            O professor apresenta uma muda de alecrim e deixa que as crianças explorem a planta, cheirar, tocar, sentir texturas e etc.

Sugerimos que o professor siga os procedimentos abaixo:

  • Esclarecer a questão do alecrim nascer sem ser semeado, através da ação dos pássaros e do vento.
  • O professor explica para as crianças que o alecrim é uma planta medicinal e que suas propriedades são ensinadas desde muito antes do nascimento dos pequenos.
  • Pedir uma pesquisa junto à família sobre o uso de plantas medicinais em casa.
  • Nesse momento é necessário contar aos alunos a origem do conhecimento das plantas medicinais e fazer o resgate da cultura dos povos que trouxeram até nós essa medicina natural.
  • O professor pode oferecer o chá do alecrim para as crianças, e explicar sua ação medicinal.
sequência didática com alecrim
Na etapa de alfabetização, o questionário é respondido com os pais. Nas etapas mais avançadas de ensino, os próprios alunos respondem ou, até mesmo, fazem uma pesquisa na escola, com outros professores, funcionários… como dissemos, as possibilidades de criação com as atividades só dependem da nossa imaginação.
sequência didática com alecrim
O alecrim pode ser cultivado em vasos. Imagem

4º Etapa

Conclusão

Para o término da atividade, as crianças são convidadas a plantarem um canteiro com mudas de alecrim, ou pode-se levar a semente e mostrar que o alecrim pode nascer sendo semeado também. 😉

sequência didática com alecrim
Podemos preparar “vasos” junto com os alunos
sequência didática com alecrim
As sementes de alecrim podem ser adquiridas em casas especializadas, ou mesmo, em supermercados. Imagem

Deixamos aqui mais alguns links que pesquisamos e que podem servir de apoio para que você, professor, adapte a atividade às necessidades de sua turma.

Aqui você encontra informações sobre Plantas medicinais e fitoterapia

Um artigo sobre plantas medicinais de origem afro

Quer explorar um pouco mais? Que tal um artigo da wikipedia sobre medicina indígena?

Gostou? Divulgue esta e as outras sequências didáticas que você já viu aqui no nosso site entre os seus amigos professores. Tem alguma sugestão de sequência didática que poderíamos desenvolver? Deixe pra nós o seu comentário. Vamos adorar ter você conosco, Pensando Ciências!

Até a próxima!

 

Sistema Digestório: movimento peristáltico

Saudações, Pensadores de Ciências!

Nosso experimento de hoje segue o conteúdo previsto no currículo da rede municipal de educação de Campinas. Apresentamos o Sistema Digestório do corpo humano, para as turmas do 4º ano do ensino fundamental. Tenho certeza que você já deu uma espiadinha em alguns experimentos que mostramos aqui. Ainda não? Então aproveita. Alguns deles estão aqui e aqui.

Depois de aprendermos mais sobre o primeiro órgão do Aparelho Digestório, a boca, começamos a empurrar nosso bolo alimentar para os outros órgãos, afinal precisamos aproveitar a energia contida nele.

Mas o que é bolo alimentar? O alimento, ao chegar à boca, já inicia o processo de digestão. Primeiramente, ele é quebrado pelos dentes e começa a ser misturado, com a ajuda da língua, à saliva, que provoca sua umidificação. A saliva possui uma enzima chamada de amilase salivar, muco, sais e outras substâncias. Em virtude da presença da amilase, que é capaz de quebrar o amido, a digestão dos carboidratos inicia-se na boca.

Com a ação da saliva, da língua e dos dentes, o alimento torna-se uma pasta mole, que recebe o nome de bolo alimentar. O bolo alimentar é o nome dado, portanto, ao alimento mastigado e misturado à saliva.

E aí chegamos onde queríamos, o bolo alimentar formado na boca é impulsionado pela língua até a faringe e depois para o esôfago que através dos movimentos peristálticos chegam até o estômago.

E como funciona o movimento peristáltico? Também conhecidos como peristaltismo, consistem em movimentos involuntários realizados pelos órgãos do tubo digestivo (intestinos e esôfago). Esses movimentos são responsáveis por fazer com que o bolo alimentar caminhe ao longo destes, para que a digestão ocorra no devido local. Trocando em miúdos, é o ato de contrair e relaxar das paredes do nosso esôfago para empurrar o bolo alimentar até o estômago.

E olha o que fizemos…

sistema digestório movimento peristáltico
Esse pequeno esquema gráfico nos ajudou a entender o caminho percorrido
sistema digestório movimento peristáltico
Quem não tem esôfago, usa meia e arroz mesmo, foi assim que simulamos o órgão e seus movimentos
sistema digestório movimento peristáltico
E olha o interesse no nosso “esôfago”. Todos os alunos manipularam o experimento e simularam os movimentos peristálticos
sistema digestório movimento peristáltico
Com ajuda tudo fica mais fácil. Enquanto um contraía, outro relaxava. E viva o trabalho em equipe! ❤

E foi isso, gente!

Na verdade, amigos pensadores, essa foi uma das experimentações mais difíceis que fizemos. Não encontrávamos material que nos possibilitasse simular com precisão o movimento que queríamos. Usamos bexiga mais farinha, bexiga mais água, bexiga fina, larga… o pessoal do quinto ano tentando ajudar, foi uma correria, mas no fim tudo deu certo. Tudo acaba bem quando termina bem, não é mesmo? 😉

E você tem alguma sugestão de material? Como você, professor, demonstraria para seus alunos essa parte do corpo humano? Conte pra gente!

Até a próxima!

 

As horas pela Alameda

As Horas pela Alameda

As horas pela alameda
Arrastam vestes de seda,
Vestes de seda sonhada
Pela alameda alongada
Sob o azular do luar…
E ouve-se no ar a expirar –
A expirar mas nunca expira –
Uma flauta que delira,
Que é mais a ideia de ouvi-la
Que ouvi-la quase tranquila
Pelo ar a ondear e a ir…
Silêncio a tremeluzir…
Fernando Pessoa, in ‘Cancioneiro’

Saudações, Pensadores de Ciências!

Começamos nosso post de um jeito bem diferente, né? Mas, por um motivo especial.

Acho que já deu para vocês perceberem que, hoje, falaremos mais um pouco sobre nosso projeto Alameda. O que é mais bacana em nosso trabalho é que o dia a dia e as perguntas dos nossos alunos, em plenos anos iniciais do ensino fundamental trazem curiosidades que mudam ligeiramente a direção dos projetos. Mas, ao contrário de parecer um problema, isso é o que temos de mais rico em tudo que fazemos.

Vem ver o que propusemos essa semana!

Não acompanhou o Projeto Alameda desde o início? Pesquise aqui e aqui.

Continuamos trabalhando, a todo o vapor, vários estudos sobre os tipos de solo, suas características, classificação, conservação degradação e solos férteis. Para saber mais dá uma olhadinha aqui:

E, com as turmas do 5º ano aprendendo e descobrindo muitas coisas novas, surgiu uma “ideia dentro da ideia”, fazer um acervo de solos.

E lá fomos nós pesquisar com um dos professores de geografia da nossa escola,  Domenico Di Giuseppe Neto, sobre como faríamos a coleta. Optamos, então, pela coleta simples, que não é recomendada para avaliação da fertilidade do solo, podendo, porém, ser utilizada para fins de classificação de solo, que é nosso objetivo.

projeto alameda amostra de solos
Professor Domênico Di Giuseppe Neto

Aprendemos que a profundidade a ser cavada para a amostragem teria que ficar entre 0-10 cm e 10-20 cm de profundidade, evitando, assim, que materiais em decomposição (orgânicos) contaminassem a amostra.

projeto alameda amostra de solos
Preparação para a coleta da primeira amostra
projeto alameda amostra de solos
Esta amostra estava muito dura, então, tivemos que colocar um pouco de água para retirar a primeira camada de materiais orgânicos. Após a coleta, tivemos que deixar a amostra secar para, depois, armazená-la.

E qual é a tarefa dos alunos?

A proposta é que cada aluno recolha uma amostra de sua casa, de algum lugar visitado e etc. O solo deve vir identificado. Em outras palavras, os alunos terão que informar a rua e o bairro onde foram coletadas as amostras e até mesmo cidade, afinal, as férias estão chegando e não vamos perder essa oportunidade, né. 😉

Mas, como vocês sabem, as crianças são ansiosas… e aí…

…não é que já apareceu material para o nosso acervo? Olhem só:

projeto alameda amostra de solos
Coleta de dois alunos do 5º ano A

Claro que ficamos felizes porque os meninos do 5º ano A já trouxeram amostras coletadas em áreas próximas de nós. Uma delas, como a foto mostra, colhida no Jardim Santa Lúcia, bairro vizinho ao de nossa escola.

E foi uma festa, vocês acreditam? As crianças queriam pegar a amostra coletada de qualquer jeito. Depois de um pequeno alvoroço e os nossos pedidos de “calma”, a turma entendeu que também não manipularemos as amostras de qualquer forma. É que, para um estudo ser bem executado, por mais simples que seja, há regras, como, aliás, para quase tudo na vida.

E foi assim que terminamos a aula. Ouvimos inúmeras promessas de que logo, logo, receberemos muitas amostras. Tomara!

Podemos confessar uma coisa? Mal podemos esperar para ver como vai ficar nosso acervo de solos! ❤

E você? Sabia da possibilidade de construir um acervo de solos? Já fez algo parecido? Mande suas dúvidas e sugestões nos comentários.

Até a próxima!

Processo Digestório: o início

Bem, amigos da Rede Glo… rsrsrs

Saudações, Pensadores de Ciências!

Ahá! Agora que voltamos a nossa “programação normal”… bora ver o que nossos alunos aprenderam hoje?

Voltamos ao nosso conteúdo do Sistema Digestório, parte do conteúdo programático do quarto ano do ensino fundamental, e muitas dúvidas ficaram no ar;

  • Repetir o que foi feito o ano passado?

OU….

  • Fazer algo inovador? Mas o quê?

Resolvemos complementar o que foi dito o ano passado com o que não foi dito. E lá vamos nós.

Se você quer saber o que fizemos ano passado clique aqui e aqui.

Iniciamos com o primeiro órgão do Sistema Digestório, a Boca. Além de falar da saliva, língua, mucosa, dentes e suas funções, palato, gengiva também foram apresentados aos alunos e conversamos muito sobre o maxilar e a mandíbula.

sistema digestório maxilar boca aula de ciências
Representação gráfica da boca
sistema digestório boca dentes
Função dos dentes

E pra tudo ficar mais fácil fomos ao nosso laboratório de Ciências encontrar com o “Sr. Zeferino”, ver o que ele podia fazer por nós. Afinal, queríamos ver de perto do que estávamos falando.

sistema digestório boca dentes
“Zeferino”, apelido carinhoso dado pelas crianças, parece ter gostado de receber visitas. Olha o sorriso! 😉
sistema digestório boca dentes
É isso aí, gente, não perde nenhum detalhe, não!

Os alunos puderam observar a mandíbula e o maxilar e o movimento que fazemos para mastigar, puderam perceber porque nossa arcada dentária  não é fixa totalmente e também notaram as doenças causadas por traumas, como a disfunção de ATM (A Disfunção da ATM é o funcionamento anormal da articulação temporo-mandibular, ligamentos, músculos da mastigação, ossos maxilar-mandíbula, dentes e estruturas de suporte dentário) e outras mais. Quer saber mais sobre esses traumas? Dá uma olhadinha aqui. 

sistema digestório boca dentes
Pausa para foto dos dentes do “Zeferino”. Será que estão bem escovados? 😀
sistema digestório boca dentes
Com a arcada móvel fica mais fácil entender o processo de mastigação
sistema digestório boca dentes
Encontro da mandíbula com o maxilar
sistema digestório boca dentes
Representação gráfica da mandíbula

E para terminar fizemos alguns movimentos para percepção da nossa mandíbula e ATM.

sistema digestório boca dentes
Abrindo e fechando a boca para sentir a articulação que acabamos de ver
sistema digestório boca dentes
Só empolgação!
sistema digestório boca dentes
Todo mundo tentando sentir, direitinho, a junção do maxilar com a mandíbula

E aí? Gostaram? Nós adoramos mais essa visita ao laboratório da nossa escola e a chance de dividir mais conhecimento com essa turminha. Ficou com alguma dúvida? Deixe seu recadinho aí nos comentários e nos ajude a continuar Pensando Ciências!

Até a próxima!

Pensando Ciências Visita: Instituto Agronômico de Campinas II

Saudações, Pensadores de Ciências!

Lembram-se do nosso último post? Pois é, voltamos a falar hoje um pouquinho mais sobre nossa visita ao Instituto Agronômico de Campinas, o IAC.

Enquanto uma parte de nossa turma do quinto ano foi levada para compreender um pouco mais sobre as hortaliças e suas características, um outro grupo foi aprender mais sobre os tipos de solo, além da importância da preservação da cobertura vegetal para evitar a erosão.

Começamos a aula com a apresentação sobre tipos de solo e suas ocorrências em várias partes do país. Aprendemos um pouco da história da terra roxa ou rossa, como diziam os imigrantes italianos.

Visita ao IAC Campinas
Todo mundo atento para o estudo de solo
Visita ao IAC Campinas
Entender as diferenças de cores do solo permite saber qual a condição deste solo para o cultivo

Logo em seguida, analisamos as diferenças do solo de acordo com a cobertura vegetal que o solo apresenta. Os alunos puderam reforçar aquilo que já tinham visto em sala, isto é, quanto mais cobertura o solo tiver, mais protegido ele estará.

Visita ao IAC Campinas
Era importante também entender a diferença entre solos que possuem cobertura e solos totalmente sem vegetação

Para demonstrar a importância de se preservar a vegetação, vimos os efeitos da chuva em um solo degradado e entendemos que, com o tempo, a erosão afeta um solo desprotegido, retirando grande parte dos seus nutrientes.

Visita ao IAC Campinas
E toda turma viu o efeito da erosão em um solo degradado

E essa visita trouxe tanta informação, tanto conhecimento… os alunos puderam fazer perguntas às pesquisadoras do IAC. Não se cansavam de anotar, perguntar, anotar, perguntar de novo…rsrsrs

Tinha gente agachadinha ali, bem perto, pra não perder nenhum detalhe!

Visita ao IAC Campinas
Foco total, hein! Era muita vontade de saber mais! 😀

Essa visita foi realmente inesquecível. Mas vimos que um único dia não era suficiente para aprender tudo que o pessoal do IAC tem pra nos ensinar.

Mas a gente não tá triste não, viu?!

os pesquisadores fizeram questão de nos convidar para um retorno, qualquer dia desses. Imagina se a gente não ia aceitar, né? Não perderemos a chance por nada! Aguardem-nos, equipe do Instituto Agronômico, pois, com toda essa atenção que vocês nos deram, não vemos a hora de voltar! ❤

Visita ao IAC Campinas
E a gente se despediu com aquele sorrisão! Tem coisa melhor? 😉

Nosso sincero agradecimento a equipe do Instituto Agronômico de Campinas. Para conhecer mais sobre o trabalho deste histórico núcleo de pesquisas brasileiro, não deixe de visitar o site da instituição.

Deixe suas dúvidas sobre esta ou qualquer outra visita do nosso blog. Tem alguma sugestão de roteiro que poderíamos fazer com nossos alunos? Divida com a gente!

Até a próxima!

Pensando Ciências visita: Instituto Agronômico de Campinas

Saudações Pensadores de Ciências!

O post de hoje é muito especial. Vocês bem sabem que a gente adora sair com nossos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental para fazer visitas técnicas e estudos do meio, não é? Pois bem, falaremos hoje de um lugar muito importante de nossa cidade: o Instituto Agronômico de Campinas, o famoso IAC.

Fundado em 1887, portanto há 130 anos atrás, por Dom Pedro II, e transferido para a responsabilidade do governo estadual já no Brasil República em 1892, o Instituto trabalha em pesquisas sobre os alimentos e competitividade dos produtos agrícolas para o abastecimento do mercado interno e externo. É um lugar com muita, mas muita história para contar e um verdadeiro orgulho na produção de conhecimento científico no Brasil, abrigando mais de 150 pesquisadores, das mais diversas áreas.

E como a gente foi parar lá, hein????

Um lugar tão bacana como o IAC, voltado para a pesquisa, também tem a vontade de despertar a paixão de novos pesquisadores. Assim, há uma programação para o atendimento de estudantes do ensino fundamental e médio, mediante agendamento. E podemos dizer que foi uma experiência incrível. O atendimento dos profissionais foi excelente, desde o pessoal de Relações Públicas até os pesquisadores. Quanta gente boa nós pudemos conhecer!! ❤

Nossa visita foi dividida em dois roteiros distintos: um sobre os tipos de solo, sua degradação e consequências e outro sobre o cultivo de hortaliças, e é sobre este que vamos falar neste post.

Após as divisões dos grupos entre os pesquisadores responsáveis por cada um dos roteiros já fomos logo para uma área onde os pesquisadores nos mostraram algumas características das hortaliças. A gente aproveita para reforçar com as crianças a importância de uma alimentação saudável e variada. Mas, confesso que não imaginava o quanto de informação essas plantas guardavam. Vou tentar resumir ao máximo para o post não ficar muito grande. Vamos lá.

As hortaliças podem ser de:

  • Flor : alcachofra, brócolis e couve-flor;
  • Fruto : abóbora, berinjela, chuchu, ervilha em grão, jiló, maxixe, moranga, pimentão, pepino, quiabo e tomate;
  • Legume : ervilha e feijão-vagem;
  • Raiz : batata-doce, beterraba, cenoura, mandioquinha, mandioca, nabo e rabanete;
  • Tubérculo : batata, cará e inhame;
  • Bulbo : cebola

Conhecendo melhor os tipos de hortaliças que temos, fomos anotando as informações:

Visita ao IAC Campinas
Estávamos todos curiosos para descobrir as características das hortaliças

E ninguém queria perder os detalhes, todas as explicações eram muito interessantes.

Visita ao IAC Campinas
Concentração máxima

Descobrimos cada vez mais…

Visita ao IAC Campinas
As hortaliças podem ser cultivas em vasos
Visita ao IAC Campinas
Além dos vasos, as hortaliças podem ser cultivadas nessas pequenas áreas e, tão logo suas raízes se desenvolvam minimamente, elas podem ser levadas à terra

Fomos convidados também a conhecer alguns aromas

Visita ao IAC Campinas
Os alunos também queriam sentir o cheiro, a textura…
Visita ao IAC Campinas
pimentão e cenoura: um, hortaliça de fruto e a outra, de raiz

Até que chegou a hora de vermos, no microscópio, as sementes dos diferentes tipos de alface. Todo mundo correu pra fazer fila

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A espera para ver as sementes no microscópio valeu a pena

E eu, que não sou boba, nem nada, também tentei tirar uma foto, do microscópio para mostrar para vocês! Pensa numa aventura? Focar essa imagem não foi bolinho não, Brasil! Tudo em nome do bloguismo-investigativo-científico. 😀

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Até eu consegui dar “aquela espiadinha”! 😉

E chegou o momento mais divertido da nossa aula: Com adubos e sementes, pudemos fazer o plantio de hortaliças.

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Adubo

 

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Após a adubação, lançamos as sementes na terra

E houve quem quisesse plantar uma legítima representante das hortaliças de fruto. Olha o tomate aí, gente!

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Mais uma das hortaliças que plantamos

Muito bom, né? É uma experiência tão especial acompanhar crianças nesses momentos de contato com a natureza e com a vida! Gratidão define esse dia.

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Meus agradecimentos também à professora Paula Ferreira, que esteve comigo e a turminha do quinto ano

E você? Já cultivou hortaliças? Sabia da existência de todos esses tipos? Deixe suas dúvidas e sugestões nos comentários.

Até a próxima!

 

 

Conhecendo árvores: Açacu e Baobá

Saudações, Pensadores de Ciências!

Nossa conversa de hoje vai da Amazônia até o continente Africano. Já devem estar pensando em que nos metemos desta vez, mas, fiquem tranquilos. Demos uma “escapadinha marota” do conteúdo, porém com uma super valorização do meio ambiente, que é nossa pegada, como vocês bem sabem.

Durante uma das aulas sobre o Bioma Amazônico, apareceram em nosso livro didático as moradias do povos ribeirinhos: Palafitas e Casas Flutuantes. Usamos as fotos da viagem Professora Marla, que esteve na Amazônia, lembram? Corre dar uma espiada. Para ilustrar bem como esses povos vivem e socializam em um ambiente na maioria do ano inundado.

Floating houses in the banks of the Negro River near the Port of Cacau Pirêra in Amazon LOCAL: Iranduba, Amazonas, Brasil DATE: 03/2009 ©Palê Zuppani
Casas flutuantes às margens do Rio Negro, próximo ao Porto de Cacau Pirêra na Amazônia
palafita
Exemplos de palafitas

Pois bem, nossas cabeças não param, a Profª Marla nos contou que as casas flutuantes são construídas em cima de uma árvore chamada Assacu ou Açacu, pois sua estrutura lembram isopores boiando por longos anos sem que apodreçam nas águas dos rios. Depois de ouvir essa informação já me veio à cabeça o oposto, o Baobá, árvore nativa do continente Africano e abundante na ilha de Madagascar, que consegue guardar uma quantidade absurda de água em seu interior.

assacu amazônia
Açacu ou assacu: tão útil e tão venenosa. Os seus espinhos são usados como um tipo de remédio pelos povos ribeirinhos
baobá
O baobá e suas dimensões impressionantes

Resolvemos apresentar para a turma os vídeos do programa “Um pé de Quê?”, quer ver também? Deixamos lá no nosso canal no YouTube, você já deu uma passadinha por lá?

Programa sobre o açacu.

Programa sobre o baobá.

Antes de vermos os vídeos, pedi aos alunos que anotassem as informações mais relevantes.

Todos concentrados assistindo aos vídeos

Taí o resultado:

Análise mais sintetizada por uma das alunas do quinto ano
Mais relatório chegando!
Mais um!
Olha o cuidado em reproduzir o gigantesco baobá! ❤

Como duas árvores tão diferentes e de pontos tão distantes têm tanto em comum?

A relação com o ser humano! Total dependência do meio ambiente para viver e sobreviver em ambientes de situações quase extremas. Tanto a população ribeirinha da Amazônia quanto os nativos de Madagascar devem muito às árvores. A natureza é dotada de imensa sabedoria e deu, a cada um desses lugares, as árvores com as características exatas de que esses povos precisavam. Incrível, né? Por isso que a gente aqui no Pensando Ciências não se cansa de estudar, conhecer e reverenciar nosso meio ambiente. E, por isso, entendemos que a preservação da natureza é a nossa própria preservação.

E você? Já viu de perto um açacu ou um baobá? Conta pra gente um pouco mais sobre seu conhecimento de árvores. Vamos adorar conhecer sua história.

Até a próxima!