Projeto Mascotes: (re)Visitando os Tenébrios Gigantes

Saudações, Pensadores de Ciências!
Já estavam com saudade dos nossos mascotes do 3º ano? Os famosos tenébrios gigantes. Para quem não acompanhou essa história desde o início, vale clicar aqui e aqui para saber mais sobre esses nossos amiguinhos.
Depois de um tempo cuidando dos mascotes, os alunos têm ficado mais envolvidos e curiosos e, dia desses, alguém perguntou: será que eles são machos ou fêmeas?
E o que fazemos por aqui quando não temos a resposta na hora para dar aos alunos? A gente vai investigar, oras! 😉
Nossa curiosidade sobre os pequenos besouros estava centrada em uma questão: será que havia machos e fêmeas na caixa, para dar inicio a uma nova criação? Após limpar as caixas e completar com um pouco mais de farelo+aveia+ ração de pintinho fomos verificar nossas baixas. Perdemos uma pupa e um besouro, nas também encontramos muda de larva e pupa.
Apesar das perdas, temos que seguir trabalhando
Apesar das perdas, temos que seguir trabalhando

E lá fomos nós, depois das homenagens póstumas, olhar nossos insetos e descobrir o que tínhamos na caixa.

Levei para a sala uma imagem para ajudar na identificação.
Quer mais imagens e informações sobre os tenébrios? É só olhar bem aqui.
Também conversamos com um dos biólogos da escola que nos explicou que o abdômen do macho termina mais pontudo do que o da fêmea. Adoramos trocar nossas ideias com os nossos colegas de trabalho! <3
Com essas explicações, já podíamos por a “mão na massa”. Só que… foi uma loucura, né? Ou você pensa que um besouro fica lá, paradinho, para ser examinado? Vai esperando…. 😀
E a dificuldade para fazer esse exame? rsrsrs
E a dificuldade para fazer esse exame, Brasil? rsrsrs
Depois de muito lutar, muito examinar e após várias tentativas e observações chegamos a conclusão que todos são machos, temos ainda algumas larvas e pupas, vamos aguardar pra ver se nasce uma menininha, para darmos continuidade a nossa criação.
Apesar de perder alguns indivíduos, temos nossas larvas jovens. Será que teremos uma fêmea?
Apesar de perder alguns indivíduos, temos nossas larvas jovens. Será que teremos uma fêmea?
Uma das nossas larvas, na hora do almoço ☺
Uma das nossas larvas, na hora do almoço ☺
Nossos mascotes, todos rapazes!
Nossos mascotes, todos rapazes!
Quer saber ainda mais sobre os tenébrios? Começar uma criação talvez? Antes de se aventurar, você pode dar uma olhadinha nesse site.
Não esqueça de enviar suas dúvidas e sugestões nos comentários.
Quer receber os posts na sua caixa de mensagens? Clica em “seguir”, assim você fica sabendo, em primeira mão, de tudo que se passa aqui.
E, para pensar um pouco mais sobre Ciências, você pode visitar nosso canal no YouTube e curtir nossa página lá no Facebook. Esperamos por você!
Até a próxima!

Projeto Mascotes: manutenção do minhocário

Saudações, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é para falar sobre a limpeza e manutenção do minhocário das nossas turmas do 4° ano. Trazer mascotes para a sala de aula permite trabalhar com os alunos a responsabilidade sobre um ser vivo. Nosso minhocário exige manutenção periódica, assim como aquele aquário que a criança pede para ter em casa, muitas vezes sem saber o trabalho que dá. E foi assim que começamos a conversa em sala, explicando que qualquer criação exige cuidados.

Resolvemos trocar a terra do minhocário, pois a aparência estava muito diferente daquela que víamos quando trouxemos as minhocas.  Decidimos que era hora de dar uma boa limpeza na caixa, afinal às minhocas estavam praticamente nadando em húmus.
O início do trabalho
O início do trabalho: forramos o chão e já deixamos a terra que seria usada para substituição bem próxima de nós, para facilitar a troca.

Retiramos tudo da caixa e várias mãos começaram a separar minhocas de húmus. Íamos encontrando muitos filhotes, porém poucas minhocas maiores. Começamos a nos perguntar o porquê…

O trabalho ia precisar de muita ajuda
Enquanto separávamos, observávamos os indivíduos que estavam no minhocário
E trabalhamos muito
Algumas minhocas já estavam no balde, aguardando a troca. E ainda havia muito trabalho pela frente

Além de trocar a terra, também demos aquele “trato” no minhocário:

Também limpamos a caixa
Também limpamos a caixa antes de colocar a terra limpa
Ao final chegamos às seguintes conclusões:
* Houve reprodução. Essa hipótese surgiu devido a grande quantidade de “minhoquinhas”, que encontramos, como vocês podem ver na foto do balde aí em cima.
* Foi preciso trocar a terra pois ela era praticamente só húmus.
Arrumadinha final! 😀
Aqui é possível ver a quantidade de húmus produzido

Essa observação nos levou a mais uma conclusão:

  • As minhocas grandes devem ter morrido e foram decompostas por fungos e bactérias, acabando virando nutrientes, junto com as folhas, para as minhocas jovens.

Nós também já falamos de agentes decompositores aqui.

Terminando os trabalhos, olha como tudo foi ficando arrumadinho!

Hora de preencher o minhocário com folhas e terra nova para começar um novo ciclo
Hora de preencher o minhocário com folhas e terra nova para começar um novo ciclo

Agora sim! Com a casa limpa, nossas amiguinhas podiam fazer a festa!

Estreando a casa nova 😊
Estreando a casa nova 😊

E vocês podem ser perguntar: o que foi feito de todo aquele húmus que as minhocas produziram? Foi jogado fora?! Nãããão! Desperdício aqui? Jamais! Logo, logo, ele voltará ao solo. Mostraremos o jardim que será feito utilizando o húmus produzido por nossas amigas. Será mais uma atividade para envolvermos nossos pequenos cientistas.

Agora, conte pra gente: você tem um jardim na sua escola? Usa húmus? Com que materiais você criou ou pretende criar seu jardim? Deixe suas sugestões aí nos comentários. Não esqueça de curtir este e outros posts, além do nosso canal no YouTube e da nossa página no Facebook!

Continue Pensando Ciências com a gente! Até a próxima!

 

Projeto Mascotes: como andam os tenébrios?

Olá, pensadores de Ciências!

Hoje viemos atualizar o projeto mascotes com informações sobre a nossa criação de tenébrios com a turma do terceiro ano. O primeiro momento foi dedicado a instalar as larvas em seu “novo lar” e ensinar às crianças os cuidados com essa fase inicial. No  momento seguinte, a tarefa era ensinar que a criação exige manutenção, além, é claro, de mostrar como estavam nossos amigos após alguns dias. Pois é, os tenébrios mudaram e muito!

Vem que a gente te conta tudo que aconteceu por aqui 😉

Primeira missão: “arrumar a casa”.

Larvas de tenébrios
Era hora de começar a arrumação
Resolvemos que era o momento de dar uma limpadinha nas caixas e ver se havia alguma pupa enterrada embaixo da mistura de ração de pintinho, farelo de trigo e aveia.
Alimentação para tenébrios
Organizando a alimentação dos mascotes
Pensa num agito? Era a nossa sala tentando limpar e trocar os suprimentos dos tenébrios. A vontade de todos de participar era imensa. \o/
Larvas de tenébrios
Os alunos estavam ansiosos para ajudar

Após a sala observar as mudanças das fases dos nossos mascotes,  perceberam que eles podem ser carnívoros também. Sim, tínhamos 20 tenébrios no começo e a turminha percebeu que faltam alguns, chegaram à conclusão que os maiores devem ter comido os menores.

E lá fomos nós, munidos de todo o material necessário para limpar as caixas, era tenébrio que fugia, era besouro que passava de mão em mão, mas no fim deu tudo certo.
Mudança de larva para besouro
Olha a mudança de larva para pupa
Ainda estamos resolvendo se iremos fazer uma criação ou sortear os
besourinhos entre a sala. O que você acha que a gente deveria fazer com esses jovens amiguinhos?
Tenébrio na forma de besouro
Olha o besouro “recém-nascido”
Tenébrio na forma de besouro
Observe que logo após deixar a forma de pupa, o besouro tem cor clara.
Após mostrar a pupa para os alunos, cada um falou de suas impressões
Pedro Augusto argumentou:
– Olha! Que legal! Parece uma formiga.
Depois, ele mesmo disse que parecia um passarinho. Pois, assim como os pássaros precisavam de tempo para chocar o ovo, os tenébrios precisavam de tempo para desenvolver de pupa para besouro.
O João Felipe viu que enquanto a pupa trocava, o tenébrio estava com o corpo úmido.
A Lara disse que a pupa lembra um camarão!
Ah! Houve também quem dissesse que as pupas parecem pokémon. 😀

 

Vamos confessar? Foi uma loucura! 😂

Terminamos  exaustos, mas… tão felizes!! 😄

Incrível, não é?  O mais especial para nós é verificar que os alunos não perderam o interesse pelos mascotes. Tínhamos certa preocupação de que isso fosse acontecer. Mas, como dissemos em outras ocasiões, quando propostas interessantes são entregues, os alunos respondem com entusiasmo e isso nos mostra que, se não acertamos tudo, estamos, pelo menos, no caminho certo. <3

Deixe suas dúvidas e sugestões nos comentários. Divulgue o blog e o canal entre seus amigos e familiares. Vamos todos pensar Ciências!

Até mais!

Projeto Mascotes: os tenébrios gigantes

Olá pessoal! Vamos pensar Ciências?

O post de hoje é o primeiro sobre cada um dos mascotes que nossas turmas dos anos inciais estão criando em sala de aula. Demos os detalhes do projeto aqui e falaremos agora do 3o. ano e seus tenébrios gigantes. Na verdade, a turma do 3o. ano foi a última a ganhar mascotes, mas vendo o quanto as turmas do 4o. e 5o. ano estavam felizes, vimos que essa situação não podia ficar assim e então pesquisamos um pouco até encontrar o mascote “ideal”

Olhando os conteúdos pareceu interessante a ideia de criar os tenébrios gigantes, pois além de sofrerem metamorfose como as borboletas poderia explicar o ciclo da vida e a questão alimentar dos animais. Para nós, o projeto ultrapassa os conteúdos e tem a ver com o cuidado com a vida. Assim, trabalhar com a turma mais jovem, com a criação de animais que exigem esses cuidados se encaixava perfeitamente no que planejamos.

No primeiro momento ficou combinado com as crianças que montaríamos o viveiro para as diferentes fases do tenébrio e e faríamos observações ao longo do tempo para observar as mudanças que os tenébrios sofrerão. Vejam algumas das tarefas realizadas pela turma:

Nos primeiros dias, todos foram se aproximando e conhecendo os tenébrios em seu “lar”

Crianças manuseiam os tenébrios
As crianças fizeram questão de manusear os tenébrios
Tenébrios gigantes e os viveiros que fizemos para eles
Tenébrios gigantes e os viveiros que fizemos para eles. Havia também um tenébrio branco

As crianças também representaram as observações com desenhos e textos

observação de tenébrios gigantes
Um dos relatórios apresentados após a terceira etapa de observação

 

Relatório feito em sala, com as etapas de observação dos tenébrios
Relatório feito em sala, com as etapas de observação

E na segunda etapa de observação, fotografamos a alimentação dos tenébrios:

 

Alimentação dos tenébrios
Alimentação dos tenébrios

 

Já na terceira fase de observação os alunos acharam que havia diferenças no aspecto geral dos tenébrios. Disseram que acharam os insetos mais escuros e um dos alunos disse que se lembrou das frutas, porque elas também escurecem quando estão amadurecendo para eles, as mudanças não vão demorar a acontecer. Fizemos também mais uma rodada de relatórios dessa observação

 

observação de tenébrios gigantes
Os alunos observam as primeiras transformações

E esse é só o começo. Acompanharemos as transformações dos tenébrios e atualizaremos em novos posts. Logo, logo, falaremos dos mascotes das outras salas. E você? Ficou curioso? Quer pesquisar um pouco mais sobre os tenébrios gigantes? Você pode conferir aqui e aqui, mais informações sobre esse curioso inseto.

Não se esqueça de deixar suas sugestões e dúvidas nos comentários. Divida conosco sua experiência ensinando, aprendendo e Pensando Ciências! 😉

Até a próxima.