Como andam nossos estudos sobre criptozoologia?

Saudações, Pensadores de Ciências!

É feriadão! Mas a gente tá aqui firme e forte, viu?

Vocês já leram aqui como vai funcionar o nosso projeto sobre os críptos e os nossos objetivos em relação à pesquisa, né? Agora vamos mostrar como tudo está caminhando.

Depois de explicar o que eram os críptos optamos por realizar uma atividade onde os alunos idealizariam suas próprias criaturas.  Mas esta atividade vocês verão num próximo post.

Ai, quanto suspense, Braseeelll!

criptozoologia
Esse aí é só uma mostra do que os meninos fizeram. Aguardem!

Depois das criações fantásticas, como esta aqui em cima, levamos algumas fichas para os 5º anos para uma rápida classificação e aprofundamento do conteúdo exposto.

E, como no post anterior, tivemos perguntas sobre o tema de um dos nossos leitores, resolvemos fazer o post de hoje para disponibilizar o material que conseguimos para outras pessoas que se interessam e gostariam de estudar mais sobre o assunto.

Conhecimento pra gente é assim, quanto mais dividimos, mais multiplicamos por aí! ❤

Vem ver:

criptozoologia
Como já dissemos aqui, os criptos são investigados por muitos cientistas em várias partes do mundo

 

criptozoologia
A ilha de Java também é alvo de investigações. Você acha que o Ahool existe?
criptozoologia
Os registros de avistamento do Abominável Homem da Neves são numerosos, mas as provas definitivas ainda não foram obtidas
criptozoologia
Esse cripto, de acordo com a lenda, não nasce diferente, mas torna-se diferente. É um gatinho com “superpoderes”!

Lógico que os textos despertaram curiosidade e geraram aquela “baguncinha do bem” que a gente tanto gosta. Todo mundo perguntando ao mesmo tempo, levantando da carteira, perguntando pro colega do lado….

Depois do auê Em seguida, criamos um roteiro bem simples de pesquisa, só para verificar o que a criançada traz de bagagem e o que eles conseguiram absorver até o momento. E não é que esses pequenos vivem nos surpreendendo? Eles foram conversando entre eles, anotando, discutindo. Olha aí o resultado:

criptozoologia
Os alunos adoraram os textos e se empenharam no relatório
criptozoologia
E eles entregaram o relatório completo! ❤

Esperamos que o material de hoje possa ajudar um pouquinho quem se interessa pelo assunto.

E nossas pesquisas continuam, viu? Logo, logo tem mais criptídios por aqui. E você? Conhece livros, revistas, sites sobre o tema? Que tal compartilhar com nossos leitores alguma dica sobre a Criptozoologia?

Até a próxima!

 

Visita à Floresta Amazônica Parte II

Salve, Pensadores de Ciências!

Hoje, vim mostrar para vocês um pouquinho mais da minha viagem à Amazônia no ano passado.

Se você perdeu a primeira parte, é só ver aqui!

Como eu disse antes, fiz essa viagem em julho do ano passado. Coincidentemente, era o comecinho do nosso blog. E eu cheguei a escrever um post, no hotel, ainda em Manaus, falando das minhas expectativas para esse cantinho que amo tanto. Tudo isso, antes de partir rumo à Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, “minha casa” em plena rio Japurá, próximo ao famoso Solimões, próximo ao município de Tefé.

Para o post de hoje, separei algumas fotos do animais que observei na floresta. Saíamos diariamente, de canoa, para visitar as muitas trilhas na mata. Em tempos de cheia, as embarcações são a única possibilidade de ver a natureza mais de perto.

Vem comigo, que eu tô ~benloka~ pra mostrar essas fotos pra você! \o/

Logo no primeiro dia nas trilhas, encontrei essa lindinha!

Olha a preguiça aí, gente!

E a emoção de estar no meio da mata fechada? Não sei o que dizer, apenas sentir! ❤

Tava calor? Sim! Queria um banho gelado? Muito! Queria parar o passeio? Claro que não! Olha o meu sorrisão aí, junto da nossa guia!

E bem no meio da trilha, um velho conhecido dos desenhos animados:

Senhoras e Senhores: o pica-pau!

E lá no meio da trilha, eu recebi uma visita inesperada e bem “próxima”! rsrsrs

Imagina esse sapinho, no meu chapéu! \o/

Ainda bem que esse aí estava na árvore! Era um dos grandes! Ufa!

Foi um dia de sorte! ❤

Depois de superar o susto da visita no chapéu, encontrei um trio de amigas:

Fiquei encantada com essas lagartas. Quantas surpresas a floresta nos reserva?
A cigana ou jacu-cigano, tem o nome científico de Opisthocomus hoazin. Opisthocomus é a junção de duas palavras gregas e quer dizer “cabelo para trás”. Acho que dá pra entender o porquê, né? 😀
E não é que demos sorte? Nesse dia, além do bando de Ciganas adultas, conseguimos avistar um ninho! ❤

Quer saber mais sobre essa ave que, segundo os biólogos da Reserva Mamirauá, é uma das espécies mais antigas do planeta, “primas” muito, muito próximas dos dinossauros? Olha esse site.

Da delicadeza do ninho da Cigana para a imponência do gavião. A floresta é a terra dos contrastes!

E, claro, quando a gente pensa em floresta, a gente lembra de quem mesmo?

Não é tarefa fácil tirar fotos de macacos, mas não é que o prego resolveu colaborar?! 😀

Meus agradecimentos por ele ter parado por 5 segundos! rsrsrsrs

E para encerrar esse post, um daqueles bichos que fazem a gente sentir a força da floresta, de verdade!

Essa cobra estava no chão, bem pertinho, mas quando nos viu, resolveu ir para uma árvore. A bióloga que nos acompanhava não conseguiu identificar a espécie, mas garantiu que não era venenosa.

Repararam que a cobra tem uma formiga em cima dela? Excesso de valentia da formiga? Que nada! É a natureza, em paz, do jeito que a gente quer que ela fique, pra sempre!

Tem mais fotos? Claro que tem, Brasil! Mas vamos parar por aqui. Esse post já ficou enorme. E é bom mesmo que você não veja tudo e fique com gostinho de quero mais. Que tal começar a sonhar com a sua própria viagem à Amazônia?

Eu ainda volto pra falar mais da Reserva Mamirauá e de todo trabalho que é feito por lá, pra gente proteger um dos maiores tesouros do nosso país e do mundo.

Obrigada por ler mais uma parte dessa viagem maravilhosa. Espero que vocês tenham gostado e que deixem aí pra gente suas dúvidas e comentários!

Até a próxima!

 

 

 

Férias! Visita ao Museu de Pesca de Santos

Salve, Pensadores de Ciências!

Estão gostando dos posts de férias? A gente fez essas viagens e passeios em nome do bloguismo investigativo-turístico-científico só pra vocês! Muito amor envolvido né, gente?! Daí, que nessa busca por lugares interessantes, eu, Janaína, fui visitar o Museu de Pesca de Santos, no litoral de São Paulo. E, olha, foi incrível! Vem ver o que eu descobri por lá!

Um pouco da História deste lugar

A história do Museu de Pesca começa no século 18, quando o local foi estrategicamente escolhido para a instalação de um forte que cruzasse fogo com a Fortaleza da Barra, do outro lado do canal, a fim de atuar na defesa de Santos e São Vicente.
O Forte Augusto, como foi chamado, pertencia ao Ministério da Marinha. No início, não passava de uma muralha de pedra armada com algumas peças de artilharia, e que foi totalmente destruído em 1894, com a Revolta da Armada. Somente em 1905 a Marinha termina de derrubar suas ruínas e lá constrói um prédio, inaugurado em 1908, para instalar a Escola de Aprendizes Marinheiros. Em 1931, a Marinha cede o prédio à Escola de Pesca, com o objetivo de profissionalizar a pesca na região.

Fachada original do Museu de Pesca de Santos
Olha a fachada original do museu

O Museu de Pesca teve sua origem no antigo Gabinete de História Natural, que foi crescendo com o tempo e com o acúmulo de grande coleção de espécimes, como tubarões, arraias e outros peixes do Atlântico Sul. A incrementação do Museu de Pesca aconteceu em 1942, com a chegada de um enorme esqueleto de baleia de 23 metros, e que exigiu a derrubada das paredes de 3 salas do prédio para a sua instalação e exposição.

Quer saber ainda mais sobre a cidade de Santos e suas atrações? Clica aqui

Esqueleto de baleia no museu de pesca de Santos-SP
Esqueleto de baleia que vimos em uma das alas do museu

Hoje o Museu de Pesca de Santos está assim

Fachada do museu nos dias atuais
Fachada do museu nos dias atuais

Principais Atrações

Acervo constituído de peças biológicas taxidermizadas (empalhadas), esqueletos de animais aquáticos e conchas de moluscos.

Taxidermia, museu de pesca, Santos, São Paulo
O cartaz ajuda os visitantes a compreender o processo de taxidermia
Animais taxidermizados, museu de pesca, Santos, SP
A taxidermia permite preservar os animais que observamos no museu, como a foca e o lobo marinho
Tubarão taxidermizado, museu de pesca, Santos, SP
Ainda bem que esse tubarão aí tá taxidermizado, né? Olha esses dentes! rsrsrs
Esqueleto de peixe-boi, museu de pesca de Santos, SP
Esqueleto de peixe-boi
mostruário de conchas, museu de pesca, Santos, SP
O mostruário de conchas identifica as espécies e seus lugares de origem

O Museu conta ainda com um acervo de areia de várias praias do Brasil e do mundo.

mostruário de areia, museu de pesca, Santos, SP
Não sei vocês, mas eu fiquei com uma vontade de sair pelas praias do mundo, colecionando areia!!  😉

Existe também um espaço lúdico onde é simulado o interior de um barco. \o/

Quer saber mais sobre esse lugar? Assista ao vídeo nesse link aqui

Serviço:

Ingressos:
Público em geral: R$5,00
Estudantes e professores: R$2,50
Crianças até 06 anos e adultos maiores de 60 anos: isentos.

Horários:                                                                                                                             Aberto de quinta a domingo, das 10h00 às 18h00 horas

 

Quer saber mais sobre o museu? Dê uma olhadinha no site.

E corre pra aproveitar esse restinho de férias!

Tem mais alguma dica sobre o litoral sul de São Paulo? Deixe suas sugestões nos comentários e saia por aí, Pensando Ciências!

Até a próxima!

 

Pensando Ciências visita: Mata de Santa Genebra II

Salve, Pensadores de Ciências!

Hoje vamos falar sobre a parte final da nossa visita à Mata de Santa Genebra. A primeira parte está bem aqui.

No segundo momento nossa turminha pôde ver um pouco mais das espécies vegetais dessa área incrível em Campinas. Claro que ainda vimos uns “bichinhos” por lá, mas vimos cada espécie de planta… ❤ Vem ver como foi!

Depois do borboletário, pudemos ver algumas plantas nativas de nossa região, como essa bromélia

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Esta bromélia fica dentro do Borboletário, dá pra perceber que as lagartas de borboletas gostam de Bromélia.  

A família das Bromeliáceas abriga mais de 3000 espécies e milhares de híbridos. Com uma única exceção, todas são nativas das Américas, sendo que o abacaxi é a mais popular delas. Só no Brasil, existem mais de 1500 espécies. 

As bromélias não são parasitas como muitas pessoas pensam. Na natureza, aparecem como epífitas (simplesmente apoiando-se em outro vegetal para obter mais luz e mais ventilação), terrestres ou rupícolas (espécies que crescem sobre as pedras) e compõem uma das mais adaptáveis famílias de plantas do mundo, pois apresentam uma impressionante resistência para sobreviver e apresentar infinitas e curiosas variedades de formas e combinações de cores. 

As bromélias estão divididas em grupos chamados gêneros – que hoje são mais de 50. A maioria das espécies de um mesmo gênero tem características e exigências iguais.

As bromélias crescem em quase todos os solos, levemente ácidos, bem drenados, não compactados e que propiciem condições de bom desenvolvimento para o sistema radicular. O substrato deve ter partes iguais de areia grossa ou pedriscos, musgo seco (esfagno) ou xaxim e turfa, ou mesmo húmus de minhoca. O importante é que a mistura possibilite uma rápida drenagem. Cryptanthus e Dyckias crescem bem no mesmo tipo de mistura, acrescentando-se, ainda, uma parte de terra ou folhas secas moídas.

Quer saber como a gente aprendeu tudo isso sobre bromélias? Clica aqui.

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E essa lindeza aí em cima?!

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Essa flor bem aqui em cima é o Camarão-amarelo.  É uma planta perene (vive mais de um ano), muito atrativa para beija-flores. Em países de clima temperado a planta é comumente usada na decoração de interiores, plantada em vasos. Mas no Brasil é mais utilizada nos jardins.

Sua inflorescência amarela é muito chamativa, e suas folhas também possuem um bom valor ornamental. O camarão-amarelo é cultivado em vasos, em grupos, ou em renques acompanhando muros, muretas e paredes, a meia-sombra ou em pleno-sol.

Prefere temperaturas mais altas, não suportando bem temperaturas baixas demais. Umidade do ar alta também é apreciada (acima de 60%).

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Essa daqui de cima é conhecida por Helicônia, Bananeira-do-brejo, Bananeira-ornamental, Caetê ou Papagaio é uma plantatropical por excelência, esta espécie de helicônia, é a que produz as inflorescências mais espetaculares e ornamentais. Estas inflorescências sãosemprependentes, com o comprimento que varia de acordo com o número de flores. As brácteas são de coloração vermelho vivo com bordas de cor amarelo e verde. As flores são pequenas e brancas e surgem do interior das brácteas.

Esta helicônia, se bem adubada e irrigada, produz flores durante o ano todo, mas principalmente nos meses mais quentes. Presta-se para formação de renques junto a muros, maciços ou como planta isolada. É muito utilizada como flor-de-corte também.

Deve ser cultivada a pleno sol ou à meia-sombra, em solo fértil e rico em matéria orgânica, irrigado com freqüência. Não é tolerante ao frio. Multiplica-se pela divisão da touceira.

Olha aqui onde você pode pesquisar mais sobre a Helicônia.

Nessa hora, já estávamos encantados com tudo que vimos, mas a Mata têm ainda mais tesouros!

Conhecemos a Sangra d água, também conhecida como Sangue de Dragão é o sangue cicatrizante da floresta. Tem poderes cicatrizantes, antiinflamatório e antiviral.

Quando suas folhas caem ficam com uma cor laranja incrível.

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A folha, em destaque, ainda mais linda:

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E se você ainda não se convenceu de que o nome de Sangue de Dragão foi uma boa escolha…veja você mesmo!

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Não é impressionante?!

Pudemos observar também muitos fungos.

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Deu até pra turma se lembrar da nossa experiência com os Decompositores e ver a diferença das formas para estas espécies aqui.

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O fungo que você nesta foto é o orelha-de-pau (Polyporus sanguineus),também conhecido como urupê, costuma crescer sobre troncos de árvores. Ganhou este nome por ser muito parecido com uma orelha e com uma madeira (lembrando que se trata de fungo e não uma planta). Este fungo se trata de um decompositor da cadeia alimentar, se alimentando de matéria morta, podendo ser um grande indicador do estado físico da árvore.

Normalmente quando encontrado em um troco, indica, na maioria das vezes, que a árvore está comprometida (este processo é muito importante, pois realiza a reciclagem dos elementos químicos encontrados na natureza). A parte externa deste fungo, é denominada corpo de frutificação, o fungo fica localizado no interior do tronco. É possível localizar este fungo em várias regiões do país, apesar da maioria dos fungos não gostarem de luz solar, este se adapta muito bem a regiões tropicais.

Foi muito interessante ver várias espécies de fungos na natureza e observar o processo de decomposição in loco.

Aí você pensa que as emoções acabaram? Sabe de nada, inocente! rsrsrs

Quando nosso estudo ia chegando ao fim…

…demos de cara com uma aranha armadeira. \o/

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Também conhecida como aranha-macaco, a armadeira é uma das aranhas mais venenosas do mundo. Seu nome faz referência a uma ação desta aranha que, quando está em situação de ataque, ergue as pernas dianteiras. 

Mais algumas curiosidades dessa nossa “amiga”

  • São agressivas e seu veneno potente e tóxico, age rapidamente no sistema neurológico da vítima. O veneno também pode afetar o sistema cardíaco. A picada desta aranha pode levar uma pessoa a óbito, caso não haja socorro médico rápido e eficiente.
  • A aranha armadeira possui um corpo de 4 a 5 cm e suas pernas podem chegar a 17 cm.
  • Estas aranhas possuem o corpo com coloração que vai do cinza ao marrom. Nas pernas existem pequenas faixas na cor branca.
  • É uma espécie de aranha originária da América do Sul, sendo encontrada no Brasil. Em nosso país é uma das aranhas que mais provocam acidentes.
  • Costumam entrar em residências em busca de alimentos ou de parceiro para acasalar, mas são encontradas também em terrenos abandonados e nas touceiras de bananeiras.
  • Em função da agressividade e de seu veneno potente, não é recomendado criar esta espécie de aranha em cativeiro.
  • A alimentação é baseada em insetos de pequeno porte (mocas, mosquitos, grilos) e artrópodes.
  • A reprodução das armadeiras ocorre de forma sexuada.

E se quiser saber mais, clica aqui.

A gente ainda encontrou o famoso macaco-prego. O macaco-prego é também chamado de “capuchinho”, pela semelhança de sua pelagem com o capuz dos monges. É um animal muito hábil, que consegue abrir frutas de casca dura. Para essa atividade, ele usa pedras e pedaços de pau. São ferramentas rústicas, mas de rara utilização entre animais.

Inteligente e de mãos habilidosas, o macaco-prego é facilmente ensinado. adapta-se ao cativeiro, mas como é muito ativo, frequentemente cria problemas. Nas matas e florestas da América do Sul, vive em bandos, cujo território pode invadir o de outros macacos. ele identifica os companheiros pelo cheiro, mas também usa outros sentidos. Passa a maior parte do tempo nas árvores, onde dorme e consegue alimento. Só desce para beber água ou atacar plantações na orla da floresta. O bando desloca-se continuamente, pulando de galho em galho. A cauda deste macaco não é preênsil. Quando ele se movimenta, mantém a cauda para cima, enrolada como um ponto de interrogação.

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Não conseguimos nenhum “close”. Digamos que nossos modelos eram um tanto temperamentais! 😀

E já na saída, na hora da despedida… não é que a Carol aparece com um “belo” sapo nas mãos?!

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Pode até não ser tão belo, mas, convenhamos, era bem simpático! Será que era um príncipe perdido? rsrsrsrsrs

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O sapo-cururu ou sapo comum considerado um gigante entre os anfíbios, pode atingir até 25 centímetros de comprimento. Os mais comuns medem entre 10 a 15 cm. As diferenças entre macho e fêmea são determinadas pela coloração, os machos possuem cor amarela-pardacenta uniforme e as fêmeas cor sépia e pelo comprimento (os machos são menores que as fêmeas).

O sapo comum ou sapo cururu tem uma pele dura e ressecada, coberta de pequenas escamas. Algumas moscas maiores costumam depositar os ovos na pele dos sapos velhos. As larvas, quando nascem , penetram no corpo do sapo através das suas narinas. O sapo, dessa forma, impossibilitado de respirar e morre.

Com as patas traseiras, os sapos cavam buracos, nos quais hibernam durante o inverno. A época do acasalamento é o início da primavera. Ocorre nos pântanos e dura várias semanas. Os ovos são postos em fileiras que podem alcançar até 5 m de comprimento. Os girinos nascem após dez dias. Depois de uma série de metamorfoses, transformam – se em sapinhos.

O sapo captura suas presas com a língua ágil. Ele fecha os olhos para engolir o alimento. Isso não é um truque, mas uma necessidade: os grandes olhos são forçados para cavidade bucal a fim de empurrar os alimentos para a garganta. Os sapos são úteis ao homem porque com seu grande apetite comem muitos vermes, lagartas e insetos nocivos de várias espécies. Valeu, príncipe sapo!

E olha quem quase fica de fora desse post, minha gente! A Carol!! nossa monitora-corredeira! 😀

Ô menina corajosa!

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Olha ela aí, rindo da minha desgraça canseira!

No momento a preocupação dos biólogos com a mata é o grande números de cipós crescendo entre as árvores. 

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Por exibirem suas folhas acima das folhas das árvores que lhes oferece suporte mecânico, as trepadeiras competem por luz de maneira eficaz. Além disso, em virtude do baixo investimento para engrossarem seus caules e ramos, as trepadeiras podem utilizar uma grande proporção de seus recursos para produzir folhas adicionais, bem como para reprodução. De modo contrário, as árvores carregadas com trepadeiras crescem mais lentamente e produzem menos sementes e frutos do que as árvores desprovidas dessa planta (Stevens, 1987). Em virtude dos efeitos deletérios gerais sobre as árvores, os gestores florestais geralmente recomendam a remoção das trepadeiras, pelo menos as que crescem em futuras árvores de produção.

O hábito de crescimento das trepadeiras também permite que sejam eficazes competidoras abaixo do solo por água e nutrientes. Em estudos experimentais onde as trepadeiras e árvores competiam em quatro situações (acima do solo, embaixo do solo, acima e embaixo do solo, não competiam), Dillenberg et al. (1993) constatou fortes efeitos das trepadeiras sobre as árvores em ambos os domínios. 

Aproveita e clica aqui para saber sobre essas plantas.

Nossos estudos só foram possíveis, pois a Fundação conta com Visita monitorada de escolas e entidades, fazendo parte de um projeto de Educação Ambiental.

Agora em janeiro de 2017 haverá a 20ª edição do Ecoférias na Mata de Santa Genebra.

Dá uma olhadinha no site e não perde essa não. 

Ao pessoal da Mata, aquele abraço e nossa sincera gratidão. ❤

Aos companheiros de trabalho Lúcia Caldas e Guilherme de Melo, nosso muito obrigada por ajudar com a identificação da bananeira –ornamental e as informações sobre o sapo cururu.

Aos meus queridos amigos/alunos obrigada por participarem comigo desse ano de aventuras, uma nova jornada se inicia pra vocês.

Deixe sua opinião sobre este e outros posts aí nos comentários! Ajude-nos a Pensar Ciências!

Até a próxima!

 

Classificando os animais

Saudações, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é pra falar da nossa incrível sorte da classificação de animais.
Vocês viram aqui, como foi a nossa visita ao ZUEC–Museu de Zoologia da Unicamp? Pois é, acontece que fomos lá novamente para levar uma segunda turma e aí… conversa vai, conversa vem…. descobrimos que há um acervo de animais taxidermizados para empréstimos! É ou não é sorte demais, Brasil?!

 

E, com isso, não é que pintou uma nova ideia?!

 

Nossas turmas já tinham visto o conteúdo de classificação dos animais, mas nada melhor do que poder ver e tocar para fixar ainda mais o que aprendemos. Aí, sabe como é, a equipe do museu ofereceu e nós…
…pegamos quase todos os grupos de animais! 😀

 

Ao chegar na escola e encontrar todo esse acervo, você pode imaginar a euforia das turmas né? Mostramos mesmo para as turmas que não tinham visitado o museu. Então, nossos tímpanos ficaram seriamente abalados! rsrsrs

 

Aqui, nós decidimos apresentar os animais em grupos, pois foi assim que apresentamos também. Montamos nossa pequena exposição no laboratório de Ciências da escola.

 

Vem ver o tanto que essa garotada curtiu:

 

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Um macaco, uma preguiça e um morcego

Os mamíferos são animais vertebrados, que nascem do ventre materno e se alimentam de leite materno na 1ª fase da vida. Os morcegos são mamíferos voadores que possuem os membros anteriores transformados em asas. Podem ser encontrados em quase todas as regiões do planeta Terra, com exceção das regiões mais frias, como os polos. No Brasil, há 138 espécies de morcegos. Como todos os mamíferos, esses animais possuem o corpo coberto por pelos e alimentam seus filhotes com leite produzido nas glândulas mamárias das fêmeas.

O morcego é um animal que sai à caça no período do amanhecer, anoitecer ou da noite. Por viver em total escuridão, ele utiliza a ecolocalização para se orientar, conseguindo localizar obstáculos e também suas presas. Na ecolocalização, esse animal emite sons com frequências muito altas (impossíveis de serem ouvidas pelo ser humano). Essas frequências, quando batem em algum obstáculo, voltam ao animal em forma de eco, e assim ele consegue se orientar e saber a que distância se encontra o obstáculo à sua frente.

Dentre as várias espécies de morcegos que existem, muitas são benéficas e aliadas dos seres humanos. Dentre essas espécies aliadas, podemos citar a do morcego frugívoro. Esse animal se alimenta somente de frutas; e com esses hábitos alimentares ele consegue espalhar as sementes das árvores, que, quando caem no chão, germinam e se tornam uma árvore. Dessa forma, esse morcego ajuda no reflorestamento, recuperando matas e florestas destruídas pelo homem. Há inúmeras espécies de plantas que dependem exclusivamente do morcego para espalhar suas sementes.

Quer saber mais sobre morcegos e não sabe onde procurar? Ahá! A gente já deixa um link pra você começar suas pesquisas.

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Um lagarto e um jabuti

Depois dos mamíferos, era hora de lembrar as principais características dos répteis. Falamos um pouco desses animais que têm o corpo coberto por escamas ou carapaça, nascem de ovos e nadam ou andam.

E tem anfíbio também.

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Um sapo

Os anfíbios tem a pele úmida e nua, respiram por pulmões e pela pele e também nascem de ovos.

Vai um peixinho aí?

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Cação, piranha e um peixe (esquecemos de anotar o nome :\) )

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O que esse cavalo marinho tá fazendo aqui?

Cavalo marinho é peixe? É sim é um peixe ósseo. Vivem em águas temperadas e tropicais e são conhecidos facilmente por possuírem uma cabeça alongada com filamentos que lembram a crina de um cavalo. Os cavalos marinhos têm uma peculiaridade na reprodução, pois a os machos é que realiza a incubação dos ovos e gera os filhotes. Os filhotes são muito sensíveis, medem cerca de 1 cm e são muito transparentes. Apesar disso, já se tornam completamente independentes assim que nascem. Aqui no Brasil temos duas espécies de cavalo marinho: Hippocampus erectuseHippocampus reidi.

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Hippocampus erectus

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Hippocampus reidi

Já sei, você tá aí morrendo de vontade de saber mais sobre esses peixinhos? Olha aqui.

E como todo mundo sabe, os peixes tem o corpo coberto de escamas, algumas espécies podem ter o corpo coberto por couro, barbatana para nadar, respiram por guelras (asbrânquiasouguelrasessencialmente podem ser encontradas em diversos tipos de organismos).

Por exemplo, no caso dos peixes, ajuda nas trocas gasosas (respiração), mas também é um órgão que pode ajudar naclassificação taxonômicade espécies, ou seja, na identificação de espécies de peixes) e nascem de ovos.

Adivinha? Aqui tem mais um link sobre peixes.

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Um pingüim e um gavião

As aves tem o corpo coberto de penas, têm asas, a boca com bico e nascem de ovos. O Pinguim é uma ave marinha típica do polo sul, principalmente da região da Antártida. São encontrados também nas regiões da Terra do Fogo, Ilhas Malvinas e Galápagos. Estão adaptados para viverem em temperatura baixíssimas (até – 50° C). Possuem uma coloração preta e branca, sendo que algumas espécies possuem detalhes em amarelo.  Estas aves vivem, em média, de 25 a 32 anos.

Apesar de serem aves, os Pinguins não possuem a capacidade do voar. Suas asas são atrofiadas, possuindo a função de barbatanas.  São ótimos nadadores, podem atingir até 40 quilômetros por hora de velocidade. Passam grande parte do tempo dentro da água. A maior parte das espécies possuem hábitos diurnos.  As pernas destas aves secretam uma espécie de óleo, que serve como impermeabilizante contra o frio.

A alimentação dos Pinguins baseia-se em peixes de pequeno porte e algumas espécies de crustáceos como, por exemplo, o krill.  Os principais predadores dos Pinguins são as orcas, tubarões e as focas-leopardo.  A reprodução destas aves varia de acordo com a espécie. Algumas possuem uma época definida para reprodução, enquanto outras se reproduzem durante o ano todo. Na grande parte das espécies, o macho colabora guardando (chocando) os ovos e oferecendo cuidados aos filhotes. Fazem ninhos nas pedras ou em buracos cavados por eles.  O tamanho varia de acordo com a espécie, podendo chegar até 1, 2 metro de altura (caso do Pinguim-imperador). No caso desta espécie, podem pesar até 30 quilos.

E o link sobre pinguins hein, cadê?

Calma, pessoal. Já providenciamos bem aqui. 😉

A vantagem desta atividade foi a oportunidade de oferecer aos alunos a experiência de tocar e sentir a textura da pele dos animais, observar mais de perto e notar detalhes que em fotografias e livro didático ficariam difíceis de serem explicados. E TODOS ficaram muito interessados! ❤

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Alguém avisa que eles podem piscar? 😀

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E assim, encerramos mais uma atividade que também serviu de revisão e não deixou de ser uma experiência incrível para os alunos. A visita ao museu foi programada somente para as turmas de 5º ano. Então, se nem todas as turmas puderam ir ao museu… o museu foi até todas as turmas! \o/

Conta pra gente nos comentários o que você achou desta atividade? Tem mais algum site sobre animais ou sobre museus de história natural na sua cidade? Compartilha também. Vem Pensar Ciências!

Até a próxima!

 

 

 

Sequência Didática: estudando os peixes

Salve, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é sobre mais uma sequência didática! \o/ Vocês gostam desse tipo de post? Nós adoramos trocar ideias com vocês e toda vez que pensamos em uma atividade, já bate aquela ansiedade de contar aqui! 😀

Então, vem com a gente!

Sequência Didática: Peixes e Problemas Ambientais
Publico Alvo: Alunos do ciclo I – 2º e 3º anos do Fundamental.
Conteúdos trabalhados: Língua Portuguesa, Ciências e Artes.
Texto disparador: Pepita, a piaba – Gontijo, Solange A. Fonseca, Belo Horizonte, Editora Miguilim, 2002.
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Capa do livro

1ª Etapa

Atividade introdutória à recepção do texto

O professor inicia um dialogo com os alunos, centrado na identificação de animais que vivem na terra e animais que vivem na água, Para chegar ao nome do peixe, o professor poderá fazer analogias com os alunos como, por exemplo: “vive tanto no rio, quanto no mar, quanto no aquário, quanto em tanques”.

Nomeado esse animal (peixe), o professor pergunta os alunos a respeito do conhecimento que eles têm dele, com a intenção de prepará-los para o problema ambiental enfrentado por esses animais.

A seguir, o professor mostra a capa do livro e lê o título para os alunos. O professor desafia os alunos com as seguintes perguntas:

  • O que é uma piaba?
  • Com qual letra começa as palavras PIABA, PEPITA e PEIXE?
  • Onde está Pepita na capa do livro?

2ª Etapa

Leitura compreensiva e interpretativa do texto

O professor lê a narrativa para os alunos e, simultaneamente, mostra as ilustrações. Em seguida, o professor relê a narrativa, questionando os alunos a respeito do texto. Por exemplo:

  • Para você, por que Pepita não gostava de ser pequena?
  • O que Pepita faria se ela fosse bem grandona?
  • Por que você acha que Pepita, após tomar pílulas e fazer ginástica não conseguiu engordar?
  • O que fazem os pescadores?
  • Por que essa ação dos pescadores prejudica o ambiente?
  • Que tipo de peixe ficou preso na rede?
  • Por que os pescadores pescam com rede?
  • Por que Pepita escapuliu?
  • Por que Pepita não queria nem pensar em ser grandona no final do livro?

3ª Etapa

Classificação do animal presente no livro

O professor questiona as crianças sobre as características dos peixes:

  • São animais vertebrados ou invertebrados?
  • Como é coberto seu corpo?
  • Como nascem?
  • O que usam para se locomover na água?
  • Como respiram?

4ª Etapa

Explorando as imagens

Página 01 

  • O que há no fundo do rio além de Pepita?
  • Por que há uma lata no fundo do rio?
  • Onde deveria estar a lata?

Página 02 

  • Por que há uma chupeta no fundo do rio?
  • Pepita esta no mesmo lugar? Por quê?
  • Quantas casas há na margem do rio?

Página 03

  • Quais as vantagens de um peixe grande sobre um peixe pequeno?
  • O que há além das pedras no fundo do rio?
  • Por que há um anzol no fundo do rio? E uma engrenagem?

Página 04

  • O que acontece de perigoso neste momento?
  • O que faz uma rede?

Página 05

  • Como estão os peixes nesta imagem?

Página 06 

  • Para que serve um parafuso e uma porca?
  • Por que esses objetos estão no fundo do rio?

Página 07

  • O que acontece com Pepita nessa imagem?

Página 08

  • Que animais aparecem nesta imagem?
  • Por que a tartaruga esta sozinha?
  • Qual a diferença da cor da água neste trecho do rio? Por que a água é mais azulada?

Página 09

  • Por que Pepita se sentiu sortuda?

Página 10

  • Quem aparece na imagem?
  • Como se chama um conjunto de peixes?
  • Para você, onde está indo este cardume de piabas?

Confeccionamos este material para ilustrar a narrativa.

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Retiramos de um outro blog esse material para fazermos com os alunos em sala de aula para lembrança da atividade:

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E foi assim que imaginamos um trabalho que envolva o estudo dos peixes e que permita a discussão sobre problemas ambientais e a ação do homem de modo desordenado sobre o meio ambiente. Você já desenvolveu atividades parecidas? Compartilhe conosco nos comentários, suas ideias e impressões valem muito para nós!

Até a próxima!

Pensando Ciências visita: Museu de Biologia da Unicamp

Salve, Pensadores de Ciências!
O assunto de hoje é um Estudo do Meio!!!! \o/ Coisa que a gente A-M-A e a meninada também. Totalmente alinhado com o trabalho que propomos aqui, visitas técnicas e estudos do meio são um recurso muito positivo no ensino de Ciências. Nossos alunos podem ver, sentir, experimentar tudo o que mostramos em sala. Dessa forma, a compreensão aumenta e o aprendizado é, finalmente, significativo! ❤
Nossas turmas de quintos anos foram ao ZUEC , o Museu de Zoologia anexo da faculdade de Biologia da UNICAMP. Lá, fomos recebidos por uma equipe de vários Biólogos prontos a responderem todas nossas perguntas. Vem ver como foi essa experiência incrível!
Olha o link da exposição Biodiversidade Animal: Estilos de Vida
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A exposição “Biodiversidade Animal: estilos de vida” é resultado de um projeto de extensão voltado à divulgação e popularização do conhecimento científico da biodiversidade zoológica e conta com o apoio do CNPq (Proc. N. 551388/2008-0), órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI).

São 4 ambientes que tratam de assuntos relacionados a biodiversidade, muitas curiosidades apareceram…

A primeira sala trata do tema Biodiversidade Invertebrados e vertebrados: formas e cores, é composta por quatro módulos, exibe uma variedade de animais taxidermizados e vivos, que vão desde os organismos unicelulares até os grandes mamíferos.

Nesta sala, conhecemos animais de diversas espécies, formas e tamanhos, e tivemos uma pequena, mas incrível dimensão da diversidade do mundo animal e como ela se distribui nos ambientes brasileiros. Já ouviu falar sobre os mangues? Sobre os costões rochosos? Uma gostosa viagem do fundo do mar até as florestas mais úmidas.

Alguns animais até podemos ver por aí, como o bem-te-vi ou o tucano, mas outros, como a onça parda ou o guará, provavelmente  só na TV. Vale lembrar que os animais desta sala estão todos taxidermizados (“empalhados”) ou conservados em álcool.

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A turma já chegou querendo ver “tudo e mais um pouco” 😃

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A equipe de monitores do museu é muito atenciosa.

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A gente sempre quer olhar mais de perto! 😉

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As cobras também chamaram muita atenção

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Achou o sapo na foto? Então, olha de novo.👀  Ele tá bem ali! 🐸 😀

Já no segundo ambiente o tema é Biodiversidade Aquática Vida na Água, onde os alunos puderam observar peixes de água doce e salgada e também outros seres microscópicos como os plânctons. Conhecemos algumas técnicas de estudo da vida marinha e adquirimos conhecimento sobre a importância do uso consciente da água. 

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A água é seus mistérios!

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A gente não precisou nem procurar! Olha o Nemo aí!  😄

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Nesta parte da exposição também contamos com a excelente equipe dos monitores.

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No terceiro ambiente, o FormigueiroCidade das formigas saúvas , pudemos observar uma colônia de Saúvas e aprender muito sobre elas. Vocês sabiam que a saúva se alimenta de um fungo que só existe em sua colônia? Nós também não.

Essa sala nos deixou fascinado, era muita informação interessante.

Quem são as formigas cortadeiras? O que elas comem? Como um formigueiro está organizado? Qual é o papel da rainha? E das outras formigas? Nesta sala, os alunos aprenderam sobre o incrível mundo das formigas saúvas e outros insetos sociais. Tiveram uma visão mais clara sobre a organização das colônias, alimentação, reprodução e puderam ver de perto a casa bem organizada desses pequenos animais que estão tão presente em nosso dia a dia. 

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Nossa turminha não tira os olhos da monitora!

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As formigas reunidas para o lanche! 😉

No ultimo ambiente “Hóspedes e Penetras”, fizemos uma reflexão sobre os animais que convivem conosco, como lagartixas, baratas, ratos, cachorros e etc..

E a surpresa dos alunos ao perceberem que fomos NÓS que invadimos os lugares destes animais. 😲

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Ficou com medo? Nossos alunos não!  Era de “mentirinha” 😃 😂 Na verdade, eram empalhados.

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Mas alguns dos hóspedes  (ou seriam penetras?) que estão sempre perto de nós

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Mas, certas criaturas serão sempre indesejadas…vejam quem apareceu na foto aí em cima 👆

E nosso estudo chegou ao fim com um assunto muito preocupante: o mosquito Aedes Aegypti e suas complicações. Você já está se prevenindo contra essa ameaça?

Nosso tempo no museu acabou. 😢 Ficamos com gostinho de quero mais, aprendemos muito, e claro, fomos muito bem recepcionados. Agradecemos aqui à equipe do Museu.

Já na escola pedi que os alunos fizessem um relatório sobre o que aprenderam. Vocês sabem, a gente não pode parar de Pensar Ciências! Vejam os relatórios que os pequenos produziram:

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Olha aí, a meninada não esqueceu nenhum detalhe! Estamos orgulhosas!!

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Eles podiam representar com desenhos o que achassem mais interessante. Olha aí 👆 Vai dizer que você não ADOROU esse besouro rinoceronte?

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A cobra, a borboleta e a estrela do mar também fazem sucesso! 🙂

 

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Nós estamos muito felizes com essa atividade. Os alunos adoraram e tudo que falamos ao longo do ano sobre animais, ecossistemas, parece fazer mais sentido para eles. “Caiu a ficha”, sabe?

Conhece algum lugar especial para visitar e Pensar Ciências? Mande para nós! Divida conosco as suas experiências com estudos do meio. Adoramos compartilhar essas informações neste espaço!

Até a próxima!

 

Como funciona um rim?

Saudações, Pensadores de Ciências!
Para fecharmos com chave de ouro os estudos sobre os sistemas do corpo humano estudados nos 4º anos, resolvemos mostrar para as crianças a estrutura interna dos rins, pois além de fazer um papel muito importante no Sistema Circulatório,  ele filtra o sangue do nosso corpo e também tem sua participação no Sistema Urinário, liberando as impurezas do sangue para a bexiga e, consequentemente, eliminando-as na urina.
Descobrimos que o rim de porco tem uma semelhança genética com o rim humano e…adivinha? Começamos a pesquisar material que pudéssemos apresentar aos alunos.
Começamos com este aqui e trouxemos a figura abaixo:
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E era mais ou menos isso que esperávamos encontrar em nossa experiência
Além da foto, trouxemos uma ilustração:
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Esse esquema também foi usado para explicar o funcionamento do rim.
Era hora de começar nossa tarefa do dia. 😀 Fomos ao mercado municipal e compramos um rim de porco para mostrar aos alunos as estruturas internas. Vem ver!
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E como a gente gosta de trabalhar “de verdade”, passamos as mãos para sentir a textura e também usamos o olfato para sabermos qual cheiro poderia ter um órgão que além de filtrar o sangue elimina impurezas. 
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Olha a turminha aí, cheia de curiosidade
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Usamos também nosso livro didático, para auxiliar com o trabalho de abertura do rim.
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E não é que encontramos exatamente as estruturas que tínhamos estudado? Ponto pra nós! 😉
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E ainda identificamos o canal do uréter.
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Observem, mais de perto:
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Claro que a farra não parou por aí, tive que abrir mais alguns rins para comprovar o que tinha dentro.
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E as mãos não paravam de tocar, como você pode ver aí em cima. Todo mundo queria sentir a textura do rim.  Ao final pedi que cada aluno fizesse suas observações no caderno.

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Ficou bom, né? Adoramos! \o/

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E demos por encerrado nosso conteúdo sobre o corpo humano, com mais uma experiência marcante. E agora, o que será que vamos inventar????

Se você tem um palpite, deixe aí nos comentários. Quem sabe você acerta? rsrsrs!

 

Até a próxima!!

Sequência Didática: trabalhando a classificação de animais

Saudações, queridos Pensadores de Ciências!
Hoje é dia de dividirmos com vocês mais uma sequência didática. Já mostramos uma parecida nesse post aqui, com destaque para os répteis. Mas falando de estudo e classificação de animais, um tema que sempre atrai os pequenos, pensamos em criar mais uma, envolvendo pássaros, que também têm lugar cativo na curiosidade dos alunos.
Quer ver como ficou? Já sabe o esquema, né? A gente gosta de explicar tudo bem direitinho! Então… segura na nossa mão e vem!
Tema: Classificação dos animais.
Turmas: 3º ano do ciclo I
Conteúdos participantes: Língua Portuguesa, Ciências e Artes
Texto Norteador: Mil pássaros pelos céus, Ruth Rocha, São Paulo: Ática, 2004
Capa do livro de Ruth Rocha
Capa do livro de Ruth Rocha
Você pode pesquisar a compra deste livro nesse link.
 1ª Etapa:
Leitura Visual
* Quais os animais que aparecem na capa?
* O que já sabemos sobre eles?
2ª Etapa:
Leitura Interpretativa
* Por que a cidade chama-se Passaredo?
* O que significa a palavra arvoredo?
* O que significa gorjeiam, chiam, e etc? (palavras da segunda estrofe)
* Conhecem mais algum pássaro que não esta descrito no texto?
* Por que os pássaros foram embora?
* Por que tudo ficou uma grande tristeza?
* Para que serve uma luneta?
* O que significa a palavra peremptório?
* Por que o sábio pediu para as pessoas tocarem músicas?
* Por que as aves voltaram?
* As pessoas ficaram felizes com a volta das aves?
3ª Etapa:
Leituras Complementares
* O Galo Aluado, no Livro Boi da Cara Preta, Sérgio Caparelli, Porto Alegre, L&PM, 2004
Mais uma obra de Sérgio Caparelli
Você encontra esse livro aqui

Sugerimos trabalhar com os alunos, uma atividade de contação de histórias, para envolver ainda mais a turma com o conteúdo estudado. Além dos livros acima, é muito bom ter alguns materiais lúdicos, que nos apoiem durante a contação. Aqui, tem uma sugestão nossa, mas você pode confeccionar outros itens, com outros materiais. Tudo depende da nossa imaginação! 😉

 Material para ajudar na contação das histórias.
Pássaro de papel, como um recurso da contação de histórias
Pássaro de papel, como um recurso da contação de histórias. Nossa escolha foi o E.V.A
O pássaro também pode ser feito com pano
O pássaro também pode ser feito com tecido e enchimento também com retalhos.
Após trabalharmos de modo bem lúdico, podemos explorar com os alunos os conteúdos que envolvem o estudo das aves. podemos partir de uma roda de conversa e verificar o que eles sabem sobre o tema.
4ª Etapa:
Conhecimentos Específicos
* O que são aves?
* Como nascem as aves? Como são classificadas quanto a reprodução?
* Existem aves que não voam?
* Do que é coberto o corpo das aves?
* Como são classificadas quanto sua alimentação?
 Após essas perguntas e de conversar com os alunos sobre suas hipóteses, pode-se usar uma sequência lógica para mostrar o desenvolvimento do embrião dentro do ovo.
Com essa sequência, é fácil entender o desenvolvimento das aves
Com as imagens, é mais fácil entender o desenvolvimento das aves
5ª Etapa:
Construção de ficha técnica
* “Ficha do bicho” é uma atividade que pode fazer levando vários textos de pássaros e suas características e pedir que as crianças construam ou completem a ficha abaixo ou outra que você elabore, de acordo com o trabalho a ser desenvolvido. Dessa forma, podemos estimular a escrita de nossos alunos. Deixamos aqui alguns exemplos de ficha e de textos que podem ser levados para sala:
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Existe um aplicativo Aves do Brasil–Amazônia, do Planeta Sustentável, (disponível para Android) que pode ser muito útil na classificação de pássaros se houver uma proposta de estudo do meio ou visita a um museu de ciências.

6ª Etapa
Construção de material lúdico:
* Usando figuras de pássaros pode-se construir quebra cabeças. É possível oferecer uma base para que a imagem seja colada ou as próprias crianças com o uso de régua podem riscar e recortar seus quebra cabeças.
E se você quiser criar novos desafios para sua turma. Você pode acessar esse link aqui, que achamos no Pinterest
E se quiser mais informações sobre pássaros, veja esse outro aqui.
Aqui estão algumas atividades bem simples, para montarmos em sala.
É possível montarmos quebra - cabeça em sala
É possível montarmos quebra – cabeça em sala
Mais um exemplo de quebra - cabeças
Mais um exemplo de quebra – cabeças
7ª Etapa:
Avaliação
* Pode-se desenvolver uma avaliação escrita, roda de conversa e avaliação do material produzido. Se você desenvolver com os alunos outros tipos de recursos visuais, que tal uma exposição em sua escola? Ou quem sabe, montar uma pequena apresentação dos seus alunos para outras turmas ou para os pais? Mais uma vez, o que vai mandar aqui é a sua criatividade!
E assim, fizemos mais um plano de aula que você pode modificar, (re)planejar de acordo com o perfil de suas turmas e os materiais que você tiver. O mais importante é acreditar que um trabalho como esse pode ser feito em sua escola, em parceria com outras turmas e, no fim, a meninada vai saber muito mais e de modo significativo sobre as aves. Você pode ainda pensar em sequências semelhantes para outros animais. Que tal?
Ah! Você pode, durante as atividades, colocar CD com sons de pássaro para tornar mais ilustrada e real a atividade.
Olha aí um exemplo de CD!

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Deixe no comentários as suas experiências. Já fez algo parecido? Colabore com outros professores. A ideia deste espaço é ser uma grande troca de ideias e reflexões sobre o nosso trabalho cotidiano. Não deixe de Pensar Ciências!
Até a próxima!