Pensando Ciências Visita: Museu Exploratório de Ciências da UNICAMP

Saudações, Pensadores de Ciências!

No post de hoje, vamos falar de uma coisa que amamos: estudo do meio! \o/ Para nós, uma visita é sempre uma grande oportunidade de vivermos o aprendizado com nossos alunos. Quando a sala de aula está “na rua”, tudo parece ser mais fácil, e as atividades pedagógicas propostas ganham mais sentido. Com os anos iniciais do ensino fundamental, então…tudo fica ainda mais divertido.  E você é nosso convidado para mais um Pensando Ciências Visita. Vem!

Nossas turmas dos 5º anos foram realizar uma aula diferente, um estudo do meio. Aproveitamos que está acontecendo a 11ª Primavera dos Museus e agendamos uma visita mediada no Museu Exploratório de Ciências que fica dentro UNICAMP. Olha o site do museu aqui.

Lá pudemos observar duas exposições diferentes:

Cor da Luz: O código das cores, onde os alunos aprenderam como as imagens são formadas através das cores, possibilitando que nós a vejamos como elas realmente são. Vimos também algumas ilusões de ótica que enganam o sistema visual humano fazendo com que vejamos coisas que não existem, de fato.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Os monitores já tinham tudo na ponta da língua para responder nossas questões
Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Olha só que interessante!

Os dois cubos tem cores iguais?

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Intrigante, não?!

Vemos variações de tons nos cubos, mas continuamos dando o mesmo nome para as pastilhas. O especial é que os quadrados azuis na parte superior do cubo da esquerda e os amarelos na direita, são da mesma cor: cinza.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Esse grande olho simula a formação de cores na retina
Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
A turma brincando com as cores e sombras

Entramos na sala da Alice, uma sala mágica, onde as cores desaparecem e as figuras mudam com a luz.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
O mundo de Alice…
Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Cada figura mais incrível que a outra

Já na exposição permanente, Praça Tempo e Espaço, as crianças verificaram alguns conhecimentos adquiridos em sala e também conheceram e aprenderam coisas novas.

A primeira coisa que notamos foi um grande Globo Terrestre que é utilizado para leituras solares, estações do ano, dia e noite etc.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
O globo terrestre

Os antigos egípcios fizeram os primeiros relógios de sol por volta de 3500 a.C.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Relógio de sol

Aqui, verificamos que o campo da bússola magnética responde ao um campo magnético externo, ou seja, ao campo magnético da terra.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Mesa de Bússola

Até aí a gente já conhecia, mas apareceram umas coisas diferentes…

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Praxinoscópio

O praxinoscópio, é um mecanismo que cria efeito de movimento a partir de imagens paradas e pode ser considerado um dos precursores do cinema. Com ele os pesquisadores conseguem observar o movimento do sol ao longo do ano e do dia e tantas outras coisas relacionadas.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Ritmo dos pêndulos

Os alunos puderam brincar e constatar alguns conceitos de física, como o período de oscilação do pêndulo simples.

E você já conhecia esse museu?

Foi a primeira vez que estivemos lá e adoramos, pois pudemos interagir com as exposições. É sempre bom também, além de Pensar poder brincar com a Ciências. 😉

Conta pra gente sobre alguma exposição ou museu que você gostou de conhecer. Tem algum museu que você gostaria de recomendar? Deixe aí nos comentários!

Até a próxima!

 

 

 

 

 

 

 

Pensando Ciências Visita: Instituto Agronômico de Campinas II

Saudações, Pensadores de Ciências!

Lembram-se do nosso último post? Pois é, voltamos a falar hoje um pouquinho mais sobre nossa visita ao Instituto Agronômico de Campinas, o IAC.

Enquanto uma parte de nossa turma do quinto ano foi levada para compreender um pouco mais sobre as hortaliças e suas características, um outro grupo foi aprender mais sobre os tipos de solo, além da importância da preservação da cobertura vegetal para evitar a erosão.

Começamos a aula com a apresentação sobre tipos de solo e suas ocorrências em várias partes do país. Aprendemos um pouco da história da terra roxa ou rossa, como diziam os imigrantes italianos.

Visita ao IAC Campinas
Todo mundo atento para o estudo de solo
Visita ao IAC Campinas
Entender as diferenças de cores do solo permite saber qual a condição deste solo para o cultivo

Logo em seguida, analisamos as diferenças do solo de acordo com a cobertura vegetal que o solo apresenta. Os alunos puderam reforçar aquilo que já tinham visto em sala, isto é, quanto mais cobertura o solo tiver, mais protegido ele estará.

Visita ao IAC Campinas
Era importante também entender a diferença entre solos que possuem cobertura e solos totalmente sem vegetação

Para demonstrar a importância de se preservar a vegetação, vimos os efeitos da chuva em um solo degradado e entendemos que, com o tempo, a erosão afeta um solo desprotegido, retirando grande parte dos seus nutrientes.

Visita ao IAC Campinas
E toda turma viu o efeito da erosão em um solo degradado

E essa visita trouxe tanta informação, tanto conhecimento… os alunos puderam fazer perguntas às pesquisadoras do IAC. Não se cansavam de anotar, perguntar, anotar, perguntar de novo…rsrsrs

Tinha gente agachadinha ali, bem perto, pra não perder nenhum detalhe!

Visita ao IAC Campinas
Foco total, hein! Era muita vontade de saber mais! 😀

Essa visita foi realmente inesquecível. Mas vimos que um único dia não era suficiente para aprender tudo que o pessoal do IAC tem pra nos ensinar.

Mas a gente não tá triste não, viu?!

os pesquisadores fizeram questão de nos convidar para um retorno, qualquer dia desses. Imagina se a gente não ia aceitar, né? Não perderemos a chance por nada! Aguardem-nos, equipe do Instituto Agronômico, pois, com toda essa atenção que vocês nos deram, não vemos a hora de voltar! ❤

Visita ao IAC Campinas
E a gente se despediu com aquele sorrisão! Tem coisa melhor? 😉

Nosso sincero agradecimento a equipe do Instituto Agronômico de Campinas. Para conhecer mais sobre o trabalho deste histórico núcleo de pesquisas brasileiro, não deixe de visitar o site da instituição.

Deixe suas dúvidas sobre esta ou qualquer outra visita do nosso blog. Tem alguma sugestão de roteiro que poderíamos fazer com nossos alunos? Divida com a gente!

Até a próxima!

Pensando Ciências visita: Instituto Agronômico de Campinas

Saudações Pensadores de Ciências!

O post de hoje é muito especial. Vocês bem sabem que a gente adora sair com nossos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental para fazer visitas técnicas e estudos do meio, não é? Pois bem, falaremos hoje de um lugar muito importante de nossa cidade: o Instituto Agronômico de Campinas, o famoso IAC.

Fundado em 1887, portanto há 130 anos atrás, por Dom Pedro II, e transferido para a responsabilidade do governo estadual já no Brasil República em 1892, o Instituto trabalha em pesquisas sobre os alimentos e competitividade dos produtos agrícolas para o abastecimento do mercado interno e externo. É um lugar com muita, mas muita história para contar e um verdadeiro orgulho na produção de conhecimento científico no Brasil, abrigando mais de 150 pesquisadores, das mais diversas áreas.

E como a gente foi parar lá, hein????

Um lugar tão bacana como o IAC, voltado para a pesquisa, também tem a vontade de despertar a paixão de novos pesquisadores. Assim, há uma programação para o atendimento de estudantes do ensino fundamental e médio, mediante agendamento. E podemos dizer que foi uma experiência incrível. O atendimento dos profissionais foi excelente, desde o pessoal de Relações Públicas até os pesquisadores. Quanta gente boa nós pudemos conhecer!! ❤

Nossa visita foi dividida em dois roteiros distintos: um sobre os tipos de solo, sua degradação e consequências e outro sobre o cultivo de hortaliças, e é sobre este que vamos falar neste post.

Após as divisões dos grupos entre os pesquisadores responsáveis por cada um dos roteiros já fomos logo para uma área onde os pesquisadores nos mostraram algumas características das hortaliças. A gente aproveita para reforçar com as crianças a importância de uma alimentação saudável e variada. Mas, confesso que não imaginava o quanto de informação essas plantas guardavam. Vou tentar resumir ao máximo para o post não ficar muito grande. Vamos lá.

As hortaliças podem ser de:

  • Flor : alcachofra, brócolis e couve-flor;
  • Fruto : abóbora, berinjela, chuchu, ervilha em grão, jiló, maxixe, moranga, pimentão, pepino, quiabo e tomate;
  • Legume : ervilha e feijão-vagem;
  • Raiz : batata-doce, beterraba, cenoura, mandioquinha, mandioca, nabo e rabanete;
  • Tubérculo : batata, cará e inhame;
  • Bulbo : cebola

Conhecendo melhor os tipos de hortaliças que temos, fomos anotando as informações:

Visita ao IAC Campinas
Estávamos todos curiosos para descobrir as características das hortaliças

E ninguém queria perder os detalhes, todas as explicações eram muito interessantes.

Visita ao IAC Campinas
Concentração máxima

Descobrimos cada vez mais…

Visita ao IAC Campinas
As hortaliças podem ser cultivas em vasos
Visita ao IAC Campinas
Além dos vasos, as hortaliças podem ser cultivadas nessas pequenas áreas e, tão logo suas raízes se desenvolvam minimamente, elas podem ser levadas à terra

Fomos convidados também a conhecer alguns aromas

Visita ao IAC Campinas
Os alunos também queriam sentir o cheiro, a textura…
Visita ao IAC Campinas
pimentão e cenoura: um, hortaliça de fruto e a outra, de raiz

Até que chegou a hora de vermos, no microscópio, as sementes dos diferentes tipos de alface. Todo mundo correu pra fazer fila

Visita ao IAC Campinas
A espera para ver as sementes no microscópio valeu a pena

E eu, que não sou boba, nem nada, também tentei tirar uma foto, do microscópio para mostrar para vocês! Pensa numa aventura? Focar essa imagem não foi bolinho não, Brasil! Tudo em nome do bloguismo-investigativo-científico. 😀

Visita ao IAC Campinas
Até eu consegui dar “aquela espiadinha”! 😉

E chegou o momento mais divertido da nossa aula: Com adubos e sementes, pudemos fazer o plantio de hortaliças.

Visita ao IAC Campinas
Adubo

 

Visita ao IAC Campinas
Após a adubação, lançamos as sementes na terra

E houve quem quisesse plantar uma legítima representante das hortaliças de fruto. Olha o tomate aí, gente!

Visita ao IAC Campinas
Mais uma das hortaliças que plantamos

Muito bom, né? É uma experiência tão especial acompanhar crianças nesses momentos de contato com a natureza e com a vida! Gratidão define esse dia.

Visita ao IAC Campinas
Meus agradecimentos também à professora Paula Ferreira, que esteve comigo e a turminha do quinto ano

E você? Já cultivou hortaliças? Sabia da existência de todos esses tipos? Deixe suas dúvidas e sugestões nos comentários.

Até a próxima!

 

 

Pensando Ciências visita: Ceasa Campinas parte II

Salve, Pensadores de Ciências!

Lembram-se da nossa última aventura? Visitamos a Ceasa Campinas e contamos a primeira parte dessa experiência bem aqui.

Hoje chegou o dia de contarmos o desfecho dessa saborosa visita. Vem ver como foi.

Como ninguém queria perder tempo, assim que seu Chiquinho terminou de explicar as atividades, fomos logo ver a área de frutas. Podemos dizer que vivemos momentos de arrepiar! 😀

Começamos nossa visita pela câmara fria que guarda as maçãs, frutas delicadas que exigem refrigeração até o momento da venda.

Ceasa Campinas
Produzidas, majoritariamente, na região sul do país, as maçãs são conservadas em baixas temperaturas
Ceasa Campinas
Olha a temperatura no interior da câmara fria: 02ºC

Viram que sufoco? O que não fazemos em nome do bloguismo científico-investigativo-educacional, não é mesmo? Ainda bem que ficamos muito pouco tempo por aqui! rsrsrs

Depois das maçãs, foi a vez de aprender sobre a banana. Essa, que é a fruta mais consumida no Brasil, também precisa de uma câmara climatizadora, com a adição do licopeno, um composto natural, responsável por dar pigmentação vermelha e amarela às frutas. O processo é aplicado à banana para que atinja o ponto certo de comercialização. A câmara tem um painel de controle que permite saber quando se pode interromper o processo.

Ceasa Campinas
Os funcionários controlam o amadurecimento da banana

E tudo isso, vem explicado num quadro para os comerciantes.

Ceasa Campinas
Com essa tabela, é possível acompanhar as etapas de amadurecimento das bananas

A partir daí, foi só diversão e conhecimento. A cada banca, uma surpresa. Uma nova cor e um novo aroma encantavam nossos sentidos.

Ceasa Campinas
A variedade de frutas é encantadora!
Ceasa Campinas
E a quantidade também impressiona!
Ceasa Campinas
Tá vendo aí, do lado do mamão? Saiba que este é o cupuaçu, uma fruta muito apreciada em sucos, sorvetes…
Ceasa Campinas
Muitas crianças ainda não conheciam a pitaya, presente na América Central. Também cultivada na Ásia, recebe o apelido de fruta do dragão

E para terminar a visita, seu Chiquinho organizou, juntamente com um grupo de comerciantes, uma mesa com frutas e suco de uva para a degustação! ❤

Precisamos dizer que foi sucesso total com a criançada? Acreditamos que não! rsrsrsrs

Ceasa Campinas
Um dos muitos boxes do Ceasa Campinas. E, depois da banca….

… a mesa! Bom apetite!

Ceasa Campinas
Depois de tanto falarmos sobre a importância de uma alimentação equilibrada, era hora de ver como isso funciona, na prática! \o/

Voltando para a escola, a criançada fez questão de registrar a memória e as experiências marcantes desse dia. Veja só o que a nossa turminha disse

“Ceasa é um lugar que eles separam as frutas que podem ser consumidas das estragadas. Aí, eles mandam pro ISA e eles entregam para famílias que precisam”

“Foi muito legal estar com seu Chiquinho, ele nos levou para fazer degustação (…) ele nos levou na câmara fria e depois voltamos para escola”

“Bem, nem sei por onde começar, porque achei tudo muito legal. O Chiquinho nos mostrou muitas frutas, algumas eu nem sabia que existia e eu não parava de pensar em uma coisa que o Chiquinho tinha falado, a “degustação”, todo mundo estava falando sobre isso. Comemos algumas frutas, tomamos um suco muito bom e fomos embora”

É… a degustação foi sucesso mesmo! rsrsrsrs

E assim foi nosso dia de aprendizado, de diversão, de cores, sabores, aromas. Amizade, trabalho e cooperação. Essa é a verdadeira receita da felicidade.

Ceasa Campinas
Hora da foto!
Ceasa Campinas
O sorrisão da professora Janaína e do professor Ricardo Zambelli já dizem tudo: essa visita foi um sucesso!

Quer saber mais sobre a Ceasa? Agendar uma visita para sua escola? Ou só experimentar todas essas frutas deliciosas? Você vai gostar, com certeza. Para mais informações, acesse o site.

Deixe suas dúvidas nos comentários. Teremos prazer em responder!

Até a próxima!

Pensando Ciências visita: Ceasa Campinas

Saudações, Pensadores de Ciências!

Já estavam com saudade da nossa tag Pensando Ciências Visita? Nós também.  \o/

Se você ainda não acompanhava o blog no ano passado, passa aqui, aqui e aqui pra ver um pouco do que já aprontamos fizemos por aí.

Se você já nos seguia, sabe que, para nós, o Estudo do Meio é coisa séria. É “a aula fora da sala de aula”, como sempre dizemos aos alunos, e desta vez não foi diferente.  Nossa visita à Ceasa Campinas teve como objetivo mostrar aos alunos dos anos iniciais as verduras, os legumes e frutas (algumas pouco conhecidas) e incentivar a alimentação saudável. A atividade está diretamente ligada ao conteúdo previsto.

Para o quarto ano, programamos iniciar o ano letivo com os seguintes conteúdos:

  • Relação entre alimentação e defesas naturais do corpo.
  • Importância da correta manipulação, preparação e conservação de alimentos.

E para alcançar nossos objetivos, que são a compreensão do valor dos alimentos como fonte de energia e nutrição para o desenvolvimento e manutenção de um corpo saudável, discutindo a alimentação como um dos direitos humanos, é que resolvemos fazer essa aula diferente.

Ceasa Campinas
O Ceasa conta com programação de visita escolar para Campinas e região

Acontece que essa visita foi tão bacana que tivemos que dividir o post em duas partes. Nos próximos dias, você verá a segunda etapa dessa grande experiência.

Por enquanto, vem saborear o post com a gente!

Assim que chegamos, fomos recebidos pelo Sr. Francisco. O nosso amigo “Chiquinho” é só atenção e cuidado com as crianças.

Ceasa Campinas
O Chiquinho está há 38 anos na Ceasa! Sabe tudo e mais um pouco. 😉

Visitamos a área dos legumes e as surpresas não paravam.

Ceasa Campinas
Os mini legumes causaram “comoção” nos alunos. Você conhecia a mini abóbora?
Ceasa Campinas
O mini chuchu também fez sucesso

E foi aí que a nossa visita “esquentou”, Conhecemos a pimenta mais ardida do mundo. Com direito a recorde mundial no Guiness Book!

Ceasa Campinas
Eis que vimos a pimenta Scorpio, de Trinidad e Tobago. Dizem que queima com um simples contato com a pele…Medo!

Ainda no tema “ardência”, mas beeeem mais leve, vimos o gengibre:

Ceasa Campinas
O gengibre, conhecido por suas propriedades no combate a resfriados é também amplamente utilizado na culinária oriental.

E mais uma especiaria que, normalmente, só vemos em pó: o açafrão.

Ceasa Campinas
O açafrão é conhecido por sua ação antioxidante e também pelo controle do apetite e perda de peso.

Depois disso, visitamos uma outra área da Ceasa. O ISA, que é a entidade responsável por fazer a distribuição de área de alimentos que seriam descartados por não apresentarem condições de comercialização (tamanho ou cor inapropriados). Os alimentos são higienizados e entregues a creches, asilos e entidades assistenciais diversas. Um exemplo de combate ao desperdício de alimentos, que atinge níveis alarmantes no Brasil e no mundo.

Ceasa Campinas
O ISA faz um importante trabalho em Campinas
Ceasa Campinas
Os alimentos na esteira de higienização, antes de serem encaminhados para doação

Aí, que entre um aprendizado e outro, a gente se pega pensando que…

Ceasa Campinas
…bem que podia pedir uma porção de fritas… Batata é o que não falta! 😀

Gostaram da nossa visita? Conhecem lugares em sua cidade que também doam alimentos para entidades assistenciais? Dividam sua experiência conosco nos comentários.

No próximo post, confiram tudo que aprontamos no setor das frutas e vejam que saímos de lá alimentados de saberes (e de sabores). Ficaram curiosos? Aguardem!

Até a próxima!

 

Férias! Visita ao Jardim Botânico de Nova Odessa

Nosso post fala hoje sobre um lugar muito bonito que eu (Janaína) fui conhecer, o Jardim Botânico da cidade de Nova Odessa, muito pertinho de Campinas.

Mas antes de mostrar pra vocês o que eu vi lá vamos saber mais desse lugar maravilhoso com as informações do site deles.

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Entrada do Jardim

“Situado na área urbana de Nova Odessa (Região Metropolitana de Campinas, a cerca de 120 km da Cidade de São Paulo – SP), o JARDIM BOTÂNICO PLANTARUM é um centro de referência em pesquisa e conservação da flora brasileira. Foi idealizado a partir de 1990, por iniciativa do engenheiro agrônomo e botânico brasileiro Harri Lorenzi.

Com objetivo de contribuir para a conservação da flora brasileira, o pesquisador percorreu, por mais de 35 anos, a maior parte dos ecossistemas do Brasil, em expedições científicas patrocinadas por sua Empresa, o Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda e parceiros, destinadas ao levantamento, catalogação e coleta de plantas nativas, principalmente com potencial econômico e ameaçadas de extinção.
Como resultado de seu trabalho, publicou a quase totalidade dos livros sobre identificação de plantas em estilo popular no Brasil nos últimos 30 anos e sentiu-se motivado a apresentar ao público o acervo botânico vivo, fruto de suas pesquisas.
Em 12 de agosto de 1998, o Instituto Plantarum adquiriu para sua futura sede e para abrigar sua coleção viva de plantas, uma área de cerca de 9 hectares na cidade de Nova Odessa – SP, anteriormente ocupada por uma fábrica de lançadeiras (peças feitas em madeira para uso na indústria têxtil). O terreno passou então a receber tratamento paisagístico e ambiental, sendo estruturado para o desenvolvimento das pesquisas científicas e para o cultivo sistemático das coleções botânicas em formação.
Em 2007, com um grupo inicial de 16 associados de diversas formações, fundou o ‘Jardim Botânico Plantarum’ (JBP), inicialmente como uma organização não governamental, de caráter privado e sem fins econômicos. Em setembro de 2011 foi reconhecido pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos do Ministério do Meio Ambiente como ‘Jardim Botânico’ através da Resolução 339 do CONAMA. Em 06 de julho de 2015 o Jardim Botânico Plantarum foi qualificado pelo Ministério da Justiça como ‘Organização da Sociedade Civil de Interesse Público’ (OSCIP), com os objetivos principais de estudo e conservação da biodiversidade vegetal brasileira e do meio ambiente, através de ações educacionais e de pesquisa.
Desde então o número de associados e apoiadores vem aumentando e, atualmente, o JBP conta com cerca de 100 associados, o que colabora para o desenvolvimento de diversos projetos, dentre os quais destacamos: conservação de espécies de plantas ameaçadas, intercâmbio científico com outros jardins botânicos e Instituições nacionais e internacionais, publicação de artigos científicos, apoio técnico a entidades congêneres e educação ambiental para crianças, jovens e adultos.
Atualmente o acervo botânico vivo é constituído por quase 4000 espécies vegetais, representando os principais grupos botânicos da flora nativa do Brasil.
Reconhecido pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos, nossa atuação colabora com os objetivos da Estratégia Global para Conservação de Plantas.
Aberto ao público em 2011, o Jardim Botânico Plantarum está apto a estabelecer diversas parcerias com pessoas físicas, empresas, poder público e outras instituições.”

É um lugar muito bonito, organizado e limpo. Conta com 2 restaurantes para você aproveitar bem o passeio.

 Logo na entrada já dá pra ter uma ideia do tamanho do Jardim Botânico e das surpresas que veremos.

Que paisagem!
Que paisagem!

As flores estão por todos os lados, de todas as cores e tamanhos.

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Flor do Maracujá

Há também uma grande coleção de cactos e suculentas, em um jardim lindo especialmente para elas.

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foto10-novaodessa Nesta foto podemos ver a horta que serve os restaurantes.

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Olha aí um pedacinho da Mata Atlântica.

Jardim Botânico Nova Odessa-SP
Jardim Botânico Nova Odessa-SP

E uma coleção imensa de coqueiros.

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Olha o tamanho da folha do coqueiro ai de cima.

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Pra ser sincera, nem eu sabia q existia tantas espécies de coqueiro assim!

Ainda vimos plantas bem exóticas.

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E esses lagos, gente?! Com vitória régia

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E tivemos a surpresa de conhecer algo bem popular, mas com algumas características específicas. Ficamos bem encantados com esse lugarzinho do Jardim, logo, logo vocês iram ouvir falar mais deste assunto.

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Gostou? Que tal marcar uma visita ou participar de alguma oficina? O parque tem muitas atividades reservadas pra você! É só clicar!

Até a próxima!

 

 

 

 

Pensando Ciências visita: ETE Capivari

Salve Pensadores de Ciências!

Vocês se lembram desse post aqui? Nós mostramos uma experiência muito especial criada pelo professor Daniel Lourenço da EMEF Maria Pavanatti Fávaro. A experiência, na verdade, era parte da preparação para uma visita técnica a qual tivemos a honra de acompanhar! \o/

Também mostramos uma outra visita nesse post aqui.

A turma do Pavanatti visitou a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Capivari. Esse estudo do meio foi pensado para que os alunos pudessem observar todas as etapas da captação e do tratamento de água. E você? Sabe qual o caminho percorrido pela água, do rio à torneira? Continue por aqui que a gente conta T-U-D-O que descobriu!

A SANASA, empresa responsável pelo abastecimento de água do município de Campinas, tem o programa Minha Escola na Sanasa, com o qual monitores treinados (funcionários da própria empresa) buscam os alunos na própria escola e levam até à Estação de Tratamento mais próxima da escola. No caso da EMEF Maria Pavanatti Fávaro, a Estação mais próxima é a Capivari, que recebe esse nome por coletar a água do rio Capivari e, com essa água, abastecer os bairros da região do Aeroporto Internacional de Viracopos.

ETE Capivari Campinas
Fomos até a Estação de Tratamento na companhia dos monitores do programa Minha Escola na Sanasa

Logo na chegada, nossos monitores nos informaram  que a ETE Capivari tem a capacidade de captar 365 litros de água por segundo. É M-U-I-T-A coisa!!! Mas….para chegar à nossa casa, a água passa por algumas etapas de tratamento e foram essas etapas que pudemos acompanhar com a ajuda dos monitores.

ETE Capivari Campinas
Logo no início, os monitores explicaram tudo que veríamos na ETE

Nosso primeiro ponto de observação foi a captação em si. Nesta etapa não há qualquer tratamento. A água ainda apresenta os sinais da contaminação 😦 e podemos até mesmo ver a presença de algas que só proliferam em águas poluídas.

ETE Capivari Campinas
Visão geral das bombas que captam 365 litros de água, por segundo!
ETE Capivari Campinas
Aqui vemos o rio Capivari no trecho de captação da Estação de Tratamento
ETE Capivari Campinas
A presença dessa espécie de alga indica que a água captada no rio está poluída e exige muito tratamento

E as bombas, que funcionam em sistema de revezamento, para realizar a captação.

ETE Capivari Campinas
Parte interna das bombas de captação

Na sequência, os monitores falaram sobre os estágios do tratamento: filtragem, floculação e decantação. Para a filtragem, temos os seguintes elementos que compõem os filtros: areia (fina e grossa), 03 tipos de cascalho e ainda policloreto de alumínio e carvão vegetal.

ETE Capivari Campinas
As camadas que compõem o filtro

Para que um processo tão complexo e importante se dê, a água passa por vários tanques, nas etapas de tratamento. Já nos primeiros tanques, a água recebe cal hidratada, para equilibrar o Ph, que deve fica entre 7 e 7,5. Além da cal, a água recebe a primeira adição de cloro, para iniciar a purificação.

Momento curiosidade: Você sabia que, justamente por ser um ambiente com a manipulação de grandes quantidades do gás cloro (altamente tóxico), está proibido o consumo de alimentos na área da estação de tratamento de água? Agora, você já sabe: se for com sua escola a uma ETE, não poderá levar nem um lanchinho para “se distrair” durante a visita. Fique atent@

Voltando ao nosso roteiro…

ETE Capivari Campinas
Visão geral dos diversos tanques de tratamento

No segundo conjunto de tanques, ocorrem as etapas seguintes. Primeiramente, a etapa de floculação. O policloreto que foi adicionado vai formando um material suspenso (em forma de flocos) e é responsável por recolher mais impurezas da água. Esses flocos são, no primeiro momento, agitados por canaletas nos tanques de água. Na etapa seguinte, com a decantação, o material vai para o fundo, formando o que os técnicos chamam de lodo de fundo de estação de tratamento.

ETE Capivari Campinas
Formação do lodo de fundo, após a ação do policloreto de alumínio
ETE Capivari Campinas
Na decantação, o lodo se deposita nas canaletas que impedem o retorno das impurezas para a água

Neste ponto, a água já está bastante limpa, mas ainda não é potável, e é aí que o tratamento vai para a etapa final. Nos últimos tanques há um novo acréscimo de cloro. Mas desta vez, ele ganha a companhia de outros dois elementos: a amônia, usada para fixar o gás cloro na água e o flúor, que colabora com a nossa saúde bucal.

ETE Capivari Campinas
Painel que controla as adições de cloro, amônia e flúor na etapa final do tratamento de água

Para encerrar a visita, nossos monitores alertaram sobre a importância do uso racional da água. Como pudemos observar, a captação e o tratamento não são processos simples, tampouco baratos. Sendo assim, o combate ao desperdício e também o reuso se tornam indispensáveis para o nosso futuro.

Descobrimos também, no final de nossa visita, que tudo que vimos sobre os procedimentos de tratamento estão regulamentados pelo Ministério da Saúde, que por meio da Portaria 2914, determina os critérios de potabilidade da água e de tudo que é adequado à saúde humana.

Nossa! Quanta coisa aprendemos nessa visita!

E depois de tanto aprendizado…

ETE Capivari Campinas
…que tal um copo de água geladinho. Essa conversa deu uma sede! 😀

É isso aí né, pessoal?! Vamos cuidar direitinho da água que temos? Essa é a nossa obrigação e garantia de sobrevivência 😉

Agradecemos à equipe da EMEF Maria Pavanatti Fávaro que nos convidou para acompanhar essa visita e aos monitores da SANASA que responderam a todas as perguntas que fizemos para escrever esse post.

Gostaria de sugerir alguma visita técnica para nós? Deixe suas impressões e dicas aí nos comentários. Vem Pensar Ciências com a gente!

Até a próxima!

 

Pensando Ciências visita: Museu de Biologia da Unicamp

Salve, Pensadores de Ciências!
O assunto de hoje é um Estudo do Meio!!!! \o/ Coisa que a gente A-M-A e a meninada também. Totalmente alinhado com o trabalho que propomos aqui, visitas técnicas e estudos do meio são um recurso muito positivo no ensino de Ciências. Nossos alunos podem ver, sentir, experimentar tudo o que mostramos em sala. Dessa forma, a compreensão aumenta e o aprendizado é, finalmente, significativo! ❤
Nossas turmas de quintos anos foram ao ZUEC , o Museu de Zoologia anexo da faculdade de Biologia da UNICAMP. Lá, fomos recebidos por uma equipe de vários Biólogos prontos a responderem todas nossas perguntas. Vem ver como foi essa experiência incrível!
Olha o link da exposição Biodiversidade Animal: Estilos de Vida
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A exposição “Biodiversidade Animal: estilos de vida” é resultado de um projeto de extensão voltado à divulgação e popularização do conhecimento científico da biodiversidade zoológica e conta com o apoio do CNPq (Proc. N. 551388/2008-0), órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI).

São 4 ambientes que tratam de assuntos relacionados a biodiversidade, muitas curiosidades apareceram…

A primeira sala trata do tema Biodiversidade Invertebrados e vertebrados: formas e cores, é composta por quatro módulos, exibe uma variedade de animais taxidermizados e vivos, que vão desde os organismos unicelulares até os grandes mamíferos.

Nesta sala, conhecemos animais de diversas espécies, formas e tamanhos, e tivemos uma pequena, mas incrível dimensão da diversidade do mundo animal e como ela se distribui nos ambientes brasileiros. Já ouviu falar sobre os mangues? Sobre os costões rochosos? Uma gostosa viagem do fundo do mar até as florestas mais úmidas.

Alguns animais até podemos ver por aí, como o bem-te-vi ou o tucano, mas outros, como a onça parda ou o guará, provavelmente  só na TV. Vale lembrar que os animais desta sala estão todos taxidermizados (“empalhados”) ou conservados em álcool.

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A turma já chegou querendo ver “tudo e mais um pouco” 😃

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A equipe de monitores do museu é muito atenciosa.

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A gente sempre quer olhar mais de perto! 😉

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As cobras também chamaram muita atenção

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Achou o sapo na foto? Então, olha de novo.👀  Ele tá bem ali! 🐸 😀

Já no segundo ambiente o tema é Biodiversidade Aquática Vida na Água, onde os alunos puderam observar peixes de água doce e salgada e também outros seres microscópicos como os plânctons. Conhecemos algumas técnicas de estudo da vida marinha e adquirimos conhecimento sobre a importância do uso consciente da água. 

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A água é seus mistérios!

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A gente não precisou nem procurar! Olha o Nemo aí!  😄

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Nesta parte da exposição também contamos com a excelente equipe dos monitores.

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No terceiro ambiente, o FormigueiroCidade das formigas saúvas , pudemos observar uma colônia de Saúvas e aprender muito sobre elas. Vocês sabiam que a saúva se alimenta de um fungo que só existe em sua colônia? Nós também não.

Essa sala nos deixou fascinado, era muita informação interessante.

Quem são as formigas cortadeiras? O que elas comem? Como um formigueiro está organizado? Qual é o papel da rainha? E das outras formigas? Nesta sala, os alunos aprenderam sobre o incrível mundo das formigas saúvas e outros insetos sociais. Tiveram uma visão mais clara sobre a organização das colônias, alimentação, reprodução e puderam ver de perto a casa bem organizada desses pequenos animais que estão tão presente em nosso dia a dia. 

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Nossa turminha não tira os olhos da monitora!

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As formigas reunidas para o lanche! 😉

No ultimo ambiente “Hóspedes e Penetras”, fizemos uma reflexão sobre os animais que convivem conosco, como lagartixas, baratas, ratos, cachorros e etc..

E a surpresa dos alunos ao perceberem que fomos NÓS que invadimos os lugares destes animais. 😲

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Ficou com medo? Nossos alunos não!  Era de “mentirinha” 😃 😂 Na verdade, eram empalhados.

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Mas alguns dos hóspedes  (ou seriam penetras?) que estão sempre perto de nós

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Mas, certas criaturas serão sempre indesejadas…vejam quem apareceu na foto aí em cima 👆

E nosso estudo chegou ao fim com um assunto muito preocupante: o mosquito Aedes Aegypti e suas complicações. Você já está se prevenindo contra essa ameaça?

Nosso tempo no museu acabou. 😢 Ficamos com gostinho de quero mais, aprendemos muito, e claro, fomos muito bem recepcionados. Agradecemos aqui à equipe do Museu.

Já na escola pedi que os alunos fizessem um relatório sobre o que aprenderam. Vocês sabem, a gente não pode parar de Pensar Ciências! Vejam os relatórios que os pequenos produziram:

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Olha aí, a meninada não esqueceu nenhum detalhe! Estamos orgulhosas!!

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Eles podiam representar com desenhos o que achassem mais interessante. Olha aí 👆 Vai dizer que você não ADOROU esse besouro rinoceronte?

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A cobra, a borboleta e a estrela do mar também fazem sucesso! 🙂

 

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Nós estamos muito felizes com essa atividade. Os alunos adoraram e tudo que falamos ao longo do ano sobre animais, ecossistemas, parece fazer mais sentido para eles. “Caiu a ficha”, sabe?

Conhece algum lugar especial para visitar e Pensar Ciências? Mande para nós! Divida conosco as suas experiências com estudos do meio. Adoramos compartilhar essas informações neste espaço!

Até a próxima!