Pensando Ciências Visita: Museu Exploratório de Ciências da UNICAMP

Saudações, Pensadores de Ciências!

No post de hoje, vamos falar de uma coisa que amamos: estudo do meio! \o/ Para nós, uma visita é sempre uma grande oportunidade de vivermos o aprendizado com nossos alunos. Quando a sala de aula está “na rua”, tudo parece ser mais fácil, e as atividades pedagógicas propostas ganham mais sentido. Com os anos iniciais do ensino fundamental, então…tudo fica ainda mais divertido.  E você é nosso convidado para mais um Pensando Ciências Visita. Vem!

Nossas turmas dos 5º anos foram realizar uma aula diferente, um estudo do meio. Aproveitamos que está acontecendo a 11ª Primavera dos Museus e agendamos uma visita mediada no Museu Exploratório de Ciências que fica dentro UNICAMP. Olha o site do museu aqui.

Lá pudemos observar duas exposições diferentes:

Cor da Luz: O código das cores, onde os alunos aprenderam como as imagens são formadas através das cores, possibilitando que nós a vejamos como elas realmente são. Vimos também algumas ilusões de ótica que enganam o sistema visual humano fazendo com que vejamos coisas que não existem, de fato.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Os monitores já tinham tudo na ponta da língua para responder nossas questões
Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Olha só que interessante!

Os dois cubos tem cores iguais?

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Intrigante, não?!

Vemos variações de tons nos cubos, mas continuamos dando o mesmo nome para as pastilhas. O especial é que os quadrados azuis na parte superior do cubo da esquerda e os amarelos na direita, são da mesma cor: cinza.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Esse grande olho simula a formação de cores na retina
Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
A turma brincando com as cores e sombras

Entramos na sala da Alice, uma sala mágica, onde as cores desaparecem e as figuras mudam com a luz.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
O mundo de Alice…
Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Cada figura mais incrível que a outra

Já na exposição permanente, Praça Tempo e Espaço, as crianças verificaram alguns conhecimentos adquiridos em sala e também conheceram e aprenderam coisas novas.

A primeira coisa que notamos foi um grande Globo Terrestre que é utilizado para leituras solares, estações do ano, dia e noite etc.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
O globo terrestre

Os antigos egípcios fizeram os primeiros relógios de sol por volta de 3500 a.C.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Relógio de sol

Aqui, verificamos que o campo da bússola magnética responde ao um campo magnético externo, ou seja, ao campo magnético da terra.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Mesa de Bússola

Até aí a gente já conhecia, mas apareceram umas coisas diferentes…

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Praxinoscópio

O praxinoscópio, é um mecanismo que cria efeito de movimento a partir de imagens paradas e pode ser considerado um dos precursores do cinema. Com ele os pesquisadores conseguem observar o movimento do sol ao longo do ano e do dia e tantas outras coisas relacionadas.

Visita ao Museu Exploratório de Ciências da Unicamp. Aulas de ciências, anos iniciais, ensino fundamental.
Ritmo dos pêndulos

Os alunos puderam brincar e constatar alguns conceitos de física, como o período de oscilação do pêndulo simples.

E você já conhecia esse museu?

Foi a primeira vez que estivemos lá e adoramos, pois pudemos interagir com as exposições. É sempre bom também, além de Pensar poder brincar com a Ciências. 😉

Conta pra gente sobre alguma exposição ou museu que você gostou de conhecer. Tem algum museu que você gostaria de recomendar? Deixe aí nos comentários!

Até a próxima!

 

 

 

 

 

 

 

Férias! Visita ao Museu de Pesca de Santos

Salve, Pensadores de Ciências!

Estão gostando dos posts de férias? A gente fez essas viagens e passeios em nome do bloguismo investigativo-turístico-científico só pra vocês! Muito amor envolvido né, gente?! Daí, que nessa busca por lugares interessantes, eu, Janaína, fui visitar o Museu de Pesca de Santos, no litoral de São Paulo. E, olha, foi incrível! Vem ver o que eu descobri por lá!

Um pouco da História deste lugar

A história do Museu de Pesca começa no século 18, quando o local foi estrategicamente escolhido para a instalação de um forte que cruzasse fogo com a Fortaleza da Barra, do outro lado do canal, a fim de atuar na defesa de Santos e São Vicente.
O Forte Augusto, como foi chamado, pertencia ao Ministério da Marinha. No início, não passava de uma muralha de pedra armada com algumas peças de artilharia, e que foi totalmente destruído em 1894, com a Revolta da Armada. Somente em 1905 a Marinha termina de derrubar suas ruínas e lá constrói um prédio, inaugurado em 1908, para instalar a Escola de Aprendizes Marinheiros. Em 1931, a Marinha cede o prédio à Escola de Pesca, com o objetivo de profissionalizar a pesca na região.

Fachada original do Museu de Pesca de Santos
Olha a fachada original do museu

O Museu de Pesca teve sua origem no antigo Gabinete de História Natural, que foi crescendo com o tempo e com o acúmulo de grande coleção de espécimes, como tubarões, arraias e outros peixes do Atlântico Sul. A incrementação do Museu de Pesca aconteceu em 1942, com a chegada de um enorme esqueleto de baleia de 23 metros, e que exigiu a derrubada das paredes de 3 salas do prédio para a sua instalação e exposição.

Quer saber ainda mais sobre a cidade de Santos e suas atrações? Clica aqui

Esqueleto de baleia no museu de pesca de Santos-SP
Esqueleto de baleia que vimos em uma das alas do museu

Hoje o Museu de Pesca de Santos está assim

Fachada do museu nos dias atuais
Fachada do museu nos dias atuais

Principais Atrações

Acervo constituído de peças biológicas taxidermizadas (empalhadas), esqueletos de animais aquáticos e conchas de moluscos.

Taxidermia, museu de pesca, Santos, São Paulo
O cartaz ajuda os visitantes a compreender o processo de taxidermia
Animais taxidermizados, museu de pesca, Santos, SP
A taxidermia permite preservar os animais que observamos no museu, como a foca e o lobo marinho
Tubarão taxidermizado, museu de pesca, Santos, SP
Ainda bem que esse tubarão aí tá taxidermizado, né? Olha esses dentes! rsrsrs
Esqueleto de peixe-boi, museu de pesca de Santos, SP
Esqueleto de peixe-boi
mostruário de conchas, museu de pesca, Santos, SP
O mostruário de conchas identifica as espécies e seus lugares de origem

O Museu conta ainda com um acervo de areia de várias praias do Brasil e do mundo.

mostruário de areia, museu de pesca, Santos, SP
Não sei vocês, mas eu fiquei com uma vontade de sair pelas praias do mundo, colecionando areia!!  😉

Existe também um espaço lúdico onde é simulado o interior de um barco. \o/

Quer saber mais sobre esse lugar? Assista ao vídeo nesse link aqui

Serviço:

Ingressos:
Público em geral: R$5,00
Estudantes e professores: R$2,50
Crianças até 06 anos e adultos maiores de 60 anos: isentos.

Horários:                                                                                                                             Aberto de quinta a domingo, das 10h00 às 18h00 horas

 

Quer saber mais sobre o museu? Dê uma olhadinha no site.

E corre pra aproveitar esse restinho de férias!

Tem mais alguma dica sobre o litoral sul de São Paulo? Deixe suas sugestões nos comentários e saia por aí, Pensando Ciências!

Até a próxima!

 

Estamos de volta! Férias!

Saudações, Pensadores de Ciências!

Estavam com saudades?! Nós sim! E muita! Como foram de festas?

Nós pudemos descansar bastante (era preciso!!), mas já estamos de volta e cheias de energia para o ano que começa. E janeirão tá aí né, gente? Que tal falar de viagem, passeios?! É férias, Brasil! 😀

O negócio é o seguinte: TODA cidade (inclusive a sua) tem algo a conhecer, explorar, um cantinho especial pra observar a natureza. Acontece que, nas nossas andanças por aí, a gente fica de olhos bem abertos, procurando informações e dicas que a gente possa dividir com os alunos em sala e também com nossos leitores aqui no blog.

Sim, somos daquelas loucas esforçadas que procuram monitores, pedem panfletos, explicações, endereço do site…rsrsrsrs! Isso que dá ficar, o tempo todo, Pensando Ciências! 😀

O passeio que eu trago hoje vem carregado de boas lembranças. Afinal, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi o lugar onde eu, Marla, carioca da gema, aprendi a admirar flores, aves, árvores…

Neste post aqui, falamos que voltaríamos com sugestões de passeios e atividades para as férias, né? Pois é, este mês, vamos dividir com vocês alguns passeios e visitas que fizemos e nos quais podemos levar os pequenos (filhos, sobrinhos, netos) e estimulá-los a observar a natureza e os seus encantos. Pode ser uma viagem de férias, aquele feriado prolongado…tem até sugestão de passeios de um dia.  Aguardem os próximos posts! \o/

Visitei o Jardim Botânico em setembro de 2016 e reencontrei esse lugar mágico!

Um dos muitos caminhos (aleias) do Jardim Botânico
Um dos muitos caminhos (aleias) do Jardim Botânico

Fundado em 13 de junho em 1808, por um decreto do futuro rei D. João VI, o Jardim Botânico tinha uma função muito específica: servir de” jardim de aclimação” para especiarias trazidas do oriente. Resumindo, o Botânico seria uma estufa a serviço do governo e para tornar o Brasil independente na produção de especiarias, livrando-se da submissão do comércio com o oriente. Pois é… o princípio era mesmo o dinheiro, mas… isso não invalida a criação desse lugar incrível!

A história do Jardim Botânico e dos personagens que dela participaram é interessantíssima e você pode pesquisar um pouco mais bem aqui.

Acontece que o tempo passou, e o Jardim Botânico é hoje, muito mais que aquele “supermercado” do império português. O espaço abriga, além do horto, um complexo cultural bem diversificado, com o Museu do Meio Ambiente, Museu Casa dos Pilões e o Espaço Tom Jobim este último tem teatro e área para exposições variadas, além de contar com exposição permanente de objetos pessoais do maestro, um apaixonado pelo Jardim Botânico.

A área do Jardim conta com milhares de espécies de plantas em seus mais de 54 hectares, além de ter o maior herbário do Brasil, com acervo à disposição de pesquisadores.

Mas tá na hora de ver o que meu olhar captou por lá, né? Que tal um pouco mais de imagens?

As palmeiras imperiais são um dos elementos mais marcantes do Jardim Botânico
As palmeiras imperiais são um dos elementos mais marcantes do Jardim Botânico
Minhas experiências fotográficas... tirando foto da palmeira com a câmera na base! \o/
Minhas experiências fotográficas… tirando foto da palmeira com a câmera na base senti ainda mais o poder dessa árvore magnífica! <3
Mais uma experiência! :)
Mais uma experiência! 🙂

Encontrei por lá alguns bustos de biólogos e pesquisadores que se dedicaram a catalogar e estudar plantas, inclusive no Brasil. Esses viajantes europeus ajudaram muito no conhecimento de nossas plantas nativas.

Busto de Saint Hilaire, na área dedicada aos botânicos do século XIX
Busto de Auguste Saint Hilaire, na área dedicada aos botânicos do século XIX

Vi também o Jardim Sensorial, uma área maravilhosa, dedicada aos cactos. Essas plantas de beleza tão rústica quanto delicada encantam os visitantes. Há uma parte coberta (estufa) e a área aberta. É uma espécie mais linda que a outra!

Nesta área pude visitar um espaço dedicado aos cactos. Sensacional!!!
Nesta área pude visitar um espaço dedicado aos cactos. Sensacional!!!

E falando em jardins…já viu esse post aqui?

Um dos cantinhos especiais do Jardim Sensorial
Um dos cantinhos especiais do Jardim Sensorial
Mais uma espécie do Jardim Sensorial
Mais uma espécie e olha essa flor, no alto da planta!
Mais flores! <3
Mais flores! <3
E no meio das pedras, a vida
E no meio das pedras, a vida
Estufa dos cactos
Estufa dos cactos
Esse cacto em flor me comoveu! Quanta beleza pode haver por aí, esperando o nosso olhar!
Esse cacto em flor me comoveu! Quanta beleza pode haver por aí, esperando o nosso olhar!
Olha o que eu achei: uma planta carnívora!
Olha o que eu achei: uma planta carnívora!

Lembram-se dela?

O Jardim Botânico conta ainda com área de alimentação e parquinho para as crianças menores.

Área de alimentação para aquele suco "ixperrto", em bom carioquês! ;)
Nos quiosques, você pode aliviar o calor tomando aquele suquinho “ixperrto”, em bom carioquês! 😉
E um pouco mais de diversão para a criançada! :D
E um pouco mais de diversão para a criançada! 😀

A minha sugestão é que você faça sua visita entre os meses de abril a outubro, pois o calor do Rio de Janeiro não é moleza, não. Leve (e beba) muita água durante sua caminhada. Leve também sua vontade de se deixar arrebatar pela beleza estonteante desse pequeno pedaço de paraíso em meio ao caos de uma das maiores cidades brasileiras.

Serviço:

Horários

– Segundas-feiras: das 12h às 17h
– De terça a domingo: das 8h às 17h
Obs: Durante a vigência do Horário de Verão, as bilheterias ficam abertas até as 18h.
Preços:

R$ 10,00 (Somente em dinheiro)

Para informações sobre telefones, estacionamento e também as regras de meia entrada e gratuidade, além de qualquer outra curiosidade sobre o local, não deixe de acessar a página oficial do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Gostou do nosso primeiro post de férias? Tem mais sugestões? Divida conosco suas experiências enquanto anda por aí, Pensando Ciências!

Até a próxima!

 

Classificando os animais

Saudações, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é pra falar da nossa incrível sorte da classificação de animais.
Vocês viram aqui, como foi a nossa visita ao ZUEC–Museu de Zoologia da Unicamp? Pois é, acontece que fomos lá novamente para levar uma segunda turma e aí… conversa vai, conversa vem…. descobrimos que há um acervo de animais taxidermizados para empréstimos! É ou não é sorte demais, Brasil?!

 

E, com isso, não é que pintou uma nova ideia?!

 

Nossas turmas já tinham visto o conteúdo de classificação dos animais, mas nada melhor do que poder ver e tocar para fixar ainda mais o que aprendemos. Aí, sabe como é, a equipe do museu ofereceu e nós…
…pegamos quase todos os grupos de animais! 😀

 

Ao chegar na escola e encontrar todo esse acervo, você pode imaginar a euforia das turmas né? Mostramos mesmo para as turmas que não tinham visitado o museu. Então, nossos tímpanos ficaram seriamente abalados! rsrsrs

 

Aqui, nós decidimos apresentar os animais em grupos, pois foi assim que apresentamos também. Montamos nossa pequena exposição no laboratório de Ciências da escola.

 

Vem ver o tanto que essa garotada curtiu:

 

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Um macaco, uma preguiça e um morcego

Os mamíferos são animais vertebrados, que nascem do ventre materno e se alimentam de leite materno na 1ª fase da vida. Os morcegos são mamíferos voadores que possuem os membros anteriores transformados em asas. Podem ser encontrados em quase todas as regiões do planeta Terra, com exceção das regiões mais frias, como os polos. No Brasil, há 138 espécies de morcegos. Como todos os mamíferos, esses animais possuem o corpo coberto por pelos e alimentam seus filhotes com leite produzido nas glândulas mamárias das fêmeas.

O morcego é um animal que sai à caça no período do amanhecer, anoitecer ou da noite. Por viver em total escuridão, ele utiliza a ecolocalização para se orientar, conseguindo localizar obstáculos e também suas presas. Na ecolocalização, esse animal emite sons com frequências muito altas (impossíveis de serem ouvidas pelo ser humano). Essas frequências, quando batem em algum obstáculo, voltam ao animal em forma de eco, e assim ele consegue se orientar e saber a que distância se encontra o obstáculo à sua frente.

Dentre as várias espécies de morcegos que existem, muitas são benéficas e aliadas dos seres humanos. Dentre essas espécies aliadas, podemos citar a do morcego frugívoro. Esse animal se alimenta somente de frutas; e com esses hábitos alimentares ele consegue espalhar as sementes das árvores, que, quando caem no chão, germinam e se tornam uma árvore. Dessa forma, esse morcego ajuda no reflorestamento, recuperando matas e florestas destruídas pelo homem. Há inúmeras espécies de plantas que dependem exclusivamente do morcego para espalhar suas sementes.

Quer saber mais sobre morcegos e não sabe onde procurar? Ahá! A gente já deixa um link pra você começar suas pesquisas.

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Um lagarto e um jabuti

Depois dos mamíferos, era hora de lembrar as principais características dos répteis. Falamos um pouco desses animais que têm o corpo coberto por escamas ou carapaça, nascem de ovos e nadam ou andam.

E tem anfíbio também.

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Um sapo

Os anfíbios tem a pele úmida e nua, respiram por pulmões e pela pele e também nascem de ovos.

Vai um peixinho aí?

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Cação, piranha e um peixe (esquecemos de anotar o nome :\) )

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O que esse cavalo marinho tá fazendo aqui?

Cavalo marinho é peixe? É sim é um peixe ósseo. Vivem em águas temperadas e tropicais e são conhecidos facilmente por possuírem uma cabeça alongada com filamentos que lembram a crina de um cavalo. Os cavalos marinhos têm uma peculiaridade na reprodução, pois a os machos é que realiza a incubação dos ovos e gera os filhotes. Os filhotes são muito sensíveis, medem cerca de 1 cm e são muito transparentes. Apesar disso, já se tornam completamente independentes assim que nascem. Aqui no Brasil temos duas espécies de cavalo marinho: Hippocampus erectuseHippocampus reidi.

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Hippocampus erectus

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Hippocampus reidi

Já sei, você tá aí morrendo de vontade de saber mais sobre esses peixinhos? Olha aqui.

E como todo mundo sabe, os peixes tem o corpo coberto de escamas, algumas espécies podem ter o corpo coberto por couro, barbatana para nadar, respiram por guelras (asbrânquiasouguelrasessencialmente podem ser encontradas em diversos tipos de organismos).

Por exemplo, no caso dos peixes, ajuda nas trocas gasosas (respiração), mas também é um órgão que pode ajudar naclassificação taxonômicade espécies, ou seja, na identificação de espécies de peixes) e nascem de ovos.

Adivinha? Aqui tem mais um link sobre peixes.

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Um pingüim e um gavião

As aves tem o corpo coberto de penas, têm asas, a boca com bico e nascem de ovos. O Pinguim é uma ave marinha típica do polo sul, principalmente da região da Antártida. São encontrados também nas regiões da Terra do Fogo, Ilhas Malvinas e Galápagos. Estão adaptados para viverem em temperatura baixíssimas (até – 50° C). Possuem uma coloração preta e branca, sendo que algumas espécies possuem detalhes em amarelo.  Estas aves vivem, em média, de 25 a 32 anos.

Apesar de serem aves, os Pinguins não possuem a capacidade do voar. Suas asas são atrofiadas, possuindo a função de barbatanas.  São ótimos nadadores, podem atingir até 40 quilômetros por hora de velocidade. Passam grande parte do tempo dentro da água. A maior parte das espécies possuem hábitos diurnos.  As pernas destas aves secretam uma espécie de óleo, que serve como impermeabilizante contra o frio.

A alimentação dos Pinguins baseia-se em peixes de pequeno porte e algumas espécies de crustáceos como, por exemplo, o krill.  Os principais predadores dos Pinguins são as orcas, tubarões e as focas-leopardo.  A reprodução destas aves varia de acordo com a espécie. Algumas possuem uma época definida para reprodução, enquanto outras se reproduzem durante o ano todo. Na grande parte das espécies, o macho colabora guardando (chocando) os ovos e oferecendo cuidados aos filhotes. Fazem ninhos nas pedras ou em buracos cavados por eles.  O tamanho varia de acordo com a espécie, podendo chegar até 1, 2 metro de altura (caso do Pinguim-imperador). No caso desta espécie, podem pesar até 30 quilos.

E o link sobre pinguins hein, cadê?

Calma, pessoal. Já providenciamos bem aqui. 😉

A vantagem desta atividade foi a oportunidade de oferecer aos alunos a experiência de tocar e sentir a textura da pele dos animais, observar mais de perto e notar detalhes que em fotografias e livro didático ficariam difíceis de serem explicados. E TODOS ficaram muito interessados! <3

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Alguém avisa que eles podem piscar? 😀

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E assim, encerramos mais uma atividade que também serviu de revisão e não deixou de ser uma experiência incrível para os alunos. A visita ao museu foi programada somente para as turmas de 5º ano. Então, se nem todas as turmas puderam ir ao museu… o museu foi até todas as turmas! \o/

Conta pra gente nos comentários o que você achou desta atividade? Tem mais algum site sobre animais ou sobre museus de história natural na sua cidade? Compartilha também. Vem Pensar Ciências!

Até a próxima!

 

 

 

Pensando Ciências visita: Museu de Biologia da Unicamp

Salve, Pensadores de Ciências!
O assunto de hoje é um Estudo do Meio!!!! \o/ Coisa que a gente A-M-A e a meninada também. Totalmente alinhado com o trabalho que propomos aqui, visitas técnicas e estudos do meio são um recurso muito positivo no ensino de Ciências. Nossos alunos podem ver, sentir, experimentar tudo o que mostramos em sala. Dessa forma, a compreensão aumenta e o aprendizado é, finalmente, significativo! <3
Nossas turmas de quintos anos foram ao ZUEC , o Museu de Zoologia anexo da faculdade de Biologia da UNICAMP. Lá, fomos recebidos por uma equipe de vários Biólogos prontos a responderem todas nossas perguntas. Vem ver como foi essa experiência incrível!
Olha o link da exposição Biodiversidade Animal: Estilos de Vida
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A exposição “Biodiversidade Animal: estilos de vida” é resultado de um projeto de extensão voltado à divulgação e popularização do conhecimento científico da biodiversidade zoológica e conta com o apoio do CNPq (Proc. N. 551388/2008-0), órgão vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI).

São 4 ambientes que tratam de assuntos relacionados a biodiversidade, muitas curiosidades apareceram…

A primeira sala trata do tema Biodiversidade Invertebrados e vertebrados: formas e cores, é composta por quatro módulos, exibe uma variedade de animais taxidermizados e vivos, que vão desde os organismos unicelulares até os grandes mamíferos.

Nesta sala, conhecemos animais de diversas espécies, formas e tamanhos, e tivemos uma pequena, mas incrível dimensão da diversidade do mundo animal e como ela se distribui nos ambientes brasileiros. Já ouviu falar sobre os mangues? Sobre os costões rochosos? Uma gostosa viagem do fundo do mar até as florestas mais úmidas.

Alguns animais até podemos ver por aí, como o bem-te-vi ou o tucano, mas outros, como a onça parda ou o guará, provavelmente  só na TV. Vale lembrar que os animais desta sala estão todos taxidermizados (“empalhados”) ou conservados em álcool.

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A turma já chegou querendo ver “tudo e mais um pouco” 😃

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A equipe de monitores do museu é muito atenciosa.

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A gente sempre quer olhar mais de perto! 😉

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As cobras também chamaram muita atenção

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Achou o sapo na foto? Então, olha de novo.👀  Ele tá bem ali! 🐸 😀

Já no segundo ambiente o tema é Biodiversidade Aquática Vida na Água, onde os alunos puderam observar peixes de água doce e salgada e também outros seres microscópicos como os plânctons. Conhecemos algumas técnicas de estudo da vida marinha e adquirimos conhecimento sobre a importância do uso consciente da água. 

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A água é seus mistérios!

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A gente não precisou nem procurar! Olha o Nemo aí!  😄

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Nesta parte da exposição também contamos com a excelente equipe dos monitores.

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No terceiro ambiente, o FormigueiroCidade das formigas saúvas , pudemos observar uma colônia de Saúvas e aprender muito sobre elas. Vocês sabiam que a saúva se alimenta de um fungo que só existe em sua colônia? Nós também não.

Essa sala nos deixou fascinado, era muita informação interessante.

Quem são as formigas cortadeiras? O que elas comem? Como um formigueiro está organizado? Qual é o papel da rainha? E das outras formigas? Nesta sala, os alunos aprenderam sobre o incrível mundo das formigas saúvas e outros insetos sociais. Tiveram uma visão mais clara sobre a organização das colônias, alimentação, reprodução e puderam ver de perto a casa bem organizada desses pequenos animais que estão tão presente em nosso dia a dia. 

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Nossa turminha não tira os olhos da monitora!

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As formigas reunidas para o lanche! 😉

No ultimo ambiente “Hóspedes e Penetras”, fizemos uma reflexão sobre os animais que convivem conosco, como lagartixas, baratas, ratos, cachorros e etc..

E a surpresa dos alunos ao perceberem que fomos NÓS que invadimos os lugares destes animais. 😲

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Ficou com medo? Nossos alunos não!  Era de “mentirinha” 😃 😂 Na verdade, eram empalhados.

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Mas alguns dos hóspedes  (ou seriam penetras?) que estão sempre perto de nós

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Mas, certas criaturas serão sempre indesejadas…vejam quem apareceu na foto aí em cima 👆

E nosso estudo chegou ao fim com um assunto muito preocupante: o mosquito Aedes Aegypti e suas complicações. Você já está se prevenindo contra essa ameaça?

Nosso tempo no museu acabou. 😢 Ficamos com gostinho de quero mais, aprendemos muito, e claro, fomos muito bem recepcionados. Agradecemos aqui à equipe do Museu.

Já na escola pedi que os alunos fizessem um relatório sobre o que aprenderam. Vocês sabem, a gente não pode parar de Pensar Ciências! Vejam os relatórios que os pequenos produziram:

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Olha aí, a meninada não esqueceu nenhum detalhe! Estamos orgulhosas!!

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Eles podiam representar com desenhos o que achassem mais interessante. Olha aí 👆 Vai dizer que você não ADOROU esse besouro rinoceronte?

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A cobra, a borboleta e a estrela do mar também fazem sucesso! 🙂

 

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Nós estamos muito felizes com essa atividade. Os alunos adoraram e tudo que falamos ao longo do ano sobre animais, ecossistemas, parece fazer mais sentido para eles. “Caiu a ficha”, sabe?

Conhece algum lugar especial para visitar e Pensar Ciências? Mande para nós! Divida conosco as suas experiências com estudos do meio. Adoramos compartilhar essas informações neste espaço!

Até a próxima!