Sequência Didática sobre plantas: o grande final

Saudações, Pensadores de Ciências!!

E esse dezembro que não acaba, não é mesmo? Todo mundo querendo o fim do ano letivo…

Aqui as coisas não param, a gente pode até atrasar, mas não esquecemos de vocês!!

Viram o título? Hoje é dia de mais uma sequência didática sobre plantas! \o/

Nosso post de hoje é o fim da sequência didática da Professora Flávia Wulf, que você já viu aqui e aqui. Na aula 6 a professora usou a história A princesa e o grão de ervilha, para trabalhar a origem dos alimentos.

Sequência Didática sobre plantas. Anos iniciais ensino fundamental. Conteúdo de ciências, aulas de ciências, atividades pedagógicas, aulas com plantas nos anos iniciais, plano de aula
Como já dissemos anteriormente a história original é de Hans Christian Andersen, mas é encontrada em inúmeras versões. Aqui é da Editora FTD.

Vamos transcrever aqui novamente o plano de aula da professora Flávia, detalhando a aula 6:

Aula 6

1)        Ler com a turma a história: A princesa e o grão de ervilha. Pintar cada parágrafo de uma cor. Conversar sobre início e fim de parágrafo.

2)        Perguntar-lhes o que é um “grão de ervilha”. O que é grão? Levar ervilhas cruas e uma lata em conserva para que conheçam e lhes perguntar qual a diferença entre elas, de onde elas vieram? Do mesmo lugar? Como nasce a ervilha?

Pedir aos alunos que desenhem hipóteses de como se nasce a ervilha.

3)        Mostrar a apresentação sobre a ervilha, com as fotos. A cada foto reiterar a pergunta: Como nasce a ervilha?

4)        Escrever coletivamente a conclusão do grupo sobre a origem da ervilha.

Podemos notar que, na primeira atividade, a professora explora os conteúdos de Língua Portuguesa, trabalhando com leitura, paragrafação e pontuação.

Já na segunda atividade, a professora propôs uma aula investigativa questionando os alunos sobre o que já sabiam do assunto, seus conhecimentos prévios e hipóteses.

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A ervilha em lata, a mais conhecida da criançada. Imagem
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A ervilha em grãos e seca, já não tão conhecida. Imagem
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A congelada, vista por alguns no mercado. Imagem

E depois de conhecer de perto algumas possibilidades, os alunos construíram suas hipóteses.

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Teve aluno dizendo que nascia em árvore…
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Teve quem dissesse que brotava da terra…
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Mas, alguns dos alunos já conheciam nossa “amiga”

Na terceira atividade a professora apresentou a vagem da ervilha e algumas imagens do vegetal.

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Senhoras e Senhores: nossa personagem principal
Uma plantação de ervilhas. Assista o vídeo em nosso canal.
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Vista mais de pertinho, aqui.

Olha a reação da criançada ao descobrir como é a ervilha in natura.

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Tudo era sorriso! 😀
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Descobertas são sempre excitantes!

E para encerrar essa grande sequência didática sobre plantas, a garotada escreveu um texto coletivo sobre o que descobriram e puderam, assim, colocar no papel, o conhecimento, agora científico, adquirido através das experimentações e observações.

Não é tudo de bom poder trabalhar assim?

Nós aqui adoramos quando a criançada sai do papel de espectador e se torna protagonista. Adoramos essa sequência e vocês? Escreva pra gente e nos conte o que achou.

Abraços e até a próxima!

 

Meio Ambiente e Aquecimento Global

Saudações, Pensadores de Ciências!

Como estão? Por aqui estamos naquele agito típico de fim de ano. E por isso mesmo, preparando nossas turmas do quinto ano para os novos desafios que vêm pela frente. 2018 tá batendo na porta e o conteúdo por aqui não vai parar! O post de hoje fala novamente sobre meio ambiente. Você pode estar se perguntando: de novo? Sim, é um assunto inesgotável e que merece uma atenção especial. Por isso, hoje falamos de meio ambiente e aquecimento global. Fizemos esse plano de aula para nossas turmas do quinto ano do ensino fundamental, mas, como sempre, as atividades podem ser reformuladas de acordo com a faixa etária dos alunos.

Falamos mais sobre meio ambiente neste post.

Nessa aula falamos dos 3 Rs, que são conhecidos de todos nós.

Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
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Outra pergunta deve ter surgido agora: Mas não são 5 Rs?? Esse conceito dos 5 é mais recente, foram acrescentadas mais duas ações, repensar e recusar. Essas duas ações envolvem bem a questão do consumismo e de outros fatores importantes para o nosso meio.

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Apresentamos os conceitos para nossas turminhas e vocês devem ter visto um pedacinho da nossa aula nas lives na nossa página do Facebook. Ahhh, você não viu?!?!?! Corre lá e espia, aproveita e dá um curtidinha na nossa página.

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Já entendeu, né? Estamos fazendo campanha pesada! Bora curtir essa página linda, Brasil!  Imagem
Hora de aprofundar o conhecimento sobre Meio Ambiente e Aquecimento Global

Alguns conceitos foram passados.

  • Reduzir, são ações que devem diminuir a geração de resíduos. Exemplos de atitudes que diminuem o desperdício são: uso racional da água e a economia de energia elétrica.
  • Reutilizar é quando um produto é reaproveitado na mesma função ou em diversas outras possibilidades de uso. Exemplo, o papel, que já foi usado, pode ser utilizados em blocos de rascunho.
  • A reciclagem é o processo de transformação de um material para sua reutilização. Exemplo, pneus velhos podem se tornar parte do asfalto.

A criançada fez as anotações no caderno.

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A meninada caprichou!
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Os relatórios foram chegando. Todo mundo queria mostrar o seu 🙂
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Parabéns, turminha!

Os alunos descobriram que nem tudo pode ser reciclado, algumas coisas devem ser reaproveitadas mesmo, e que é por isso que devemos REPENSAR nosso consumo e RECUSAR embalagens ou materiais desnecessários e etc..

Então, vamos te deixar com um desafio: que tal evitar pegar muitas sacolas na sua próxima visita ao shopping ou ao supermercado? 😉

Podemos começar com mudanças simples de hábitos. Importante mesmo é começar! É preciso entender o impacto de nossas ações para o meio ambiente e o aquecimento global. Frear o consumismo é tarefa de todos nós!

Finalizamos a aula com a construção de cartazes, claro que trabalhando em grupo para dar aquela fortalecida no processo de aprendizagem e autonomia, como sugere o Luiz Carlos Menezes, físico e educador da Universidade de São Paulo (USP), na reportagem da Revista Nova Escola de 01/05/2009. Transcrevemos a reportagem logo abaixo porque as palavras do professor Luiz Carlos são realmente muito importantes, mas você pode ver a publicação original nesse link aqui.

Pausa para leitura:

O professor pode ensinar a turma a cooperar, escolher e decidir ao mesmo tempo em que dá conta dos conteúdos das disciplinas “Para promover a autonomia, é preciso propor à classe atividades coletivas mais estruturadas do que as aulas expositivas.”

Na família e na vida profissional e social, é preciso saber se expressar, consultar, questionar, fazer planos, tomar decisões, estabelecer compromissos e partilhar tarefas. Essas ações, envolvendo aspectos práticos, éticos e estéticos, podem ser relativamente simples, como é o caso de escolher o que preparar para uma refeição ou um trajeto. Outras vezes, são complexas, como estabelecer prioridades num orçamento e atribuir responsabilidades na realização de um projeto. Na escola, atividades em grupo qualificariam para desafios como esses, tão necessários na vida social. Mas isso frequentemente esbarra em obstáculos.

Quem acha que o papel do professor é só “passar” conhecimentos talvez veja a aprendizagem ativa e interativa como um devaneio teórico ou como ilusões de certas propostas pedagógicas. Isso, na prática, reduz o ensino à instrução individual em massa, quando as classes não são coletivos de trabalho cooperativo. Essa visão leva a uma prática em que só o professor tem a palavra e a interação dos estudantes é desprezada. Por isso, as turmas são simplesmente reunidas – não se pensa em construí-las. Atitudes dessa natureza, aliás, têm o respaldo de famílias que veem um convite à diversão quando se abre espaço à participação dos filhos.

Já quem reconhece a importância dessa participação ativa e interativa e se dispõe a promovê-la em situações reais enfrenta bem o desafio de colocá-la em prática mesmo em classes numerosas – como mostrou a reportagem Como Agrupo Meus Alunos?, capa da edição de março de NOVA ESCOLA. Para promover a autonomia, não bastam materiais didáticos e um professor protagonista. É preciso propor à classe atividades coletivas mais estruturadas do que as aulas expositivas, pois todos devem estar motivados e conscientes do sentido delas.

Para isso, cabe ao professor atuar com seus colegas e com a coordenação pedagógica, aliás, com a mesma dinâmica que pretende propor em sala de aula. Além de se perguntar “de que forma a atividade em grupo melhora o ensino da minha disciplina?”, é necessário formular outra: “De que forma minha disciplina pode promover nos grupos a aprendizagem cooperativa?” Sim, é possível também ter a disciplina a serviço dessa formação coletiva e não apenas o inverso. Com isso, tem-se o foco na aprendizagem e no desenvolvimento da turma, não somente no ensino de conteúdos.

É claro que nem tudo deve ser feito de forma coletiva, pois são igualmente essenciais a exposição do professor e tarefas individuais de crianças e jovens, mas é preciso compor esses momentos articulando com coerência as ações pessoais e coletivas. Essa construção conceitual e afetiva depende do trabalho em grupo, em que se desenvolvem afinidade e confiança, identificam-se potencialidades e aprende-se com os demais. Com a diversificação do planejamento, são contempladas as diferentes necessidades e propensões dos alunos. Não só na rede pública, mas especialmente nela, os mais beneficiados por essa construção são os que vêm de contexto cultural limitado, sem outras oportunidades que não as da escola para a sua emancipação.

As boas escolas desenvolvem práticas apropriadas a cada faixa etária. Isso porque é bem diferente desenvolver conteúdos de instrução em atividades cooperativas se for uma classe de alfabetização com professora única ou se for uma sala de adolescentes com vários professores de disciplinas. Mas a prática faz sentido desde a Educação Infantil até a pós-graduação. Aliás, logo mais estarei com quase 40 mestrandos, que não esperam minha chegada para começar a aula. Já estarão discutindo as leituras da semana em seus grupos de referência. Atitudes semelhantes podem ser encontradas em diferentes cursos, famílias e empresas, mas sempre em coletivos que valorizem a autonomia e a cooperação.

Atividades Práticas sobre Meio Ambiente e Aquecimento Global

Esse tipo de leitura nos inspira. Estamos sempre estudando, buscando novas informações e subsídios para nossas práticas. Mas não somos só nós, as autoras, que estudamos por aqui, não… Tem turminha trabalhando sim!

Olha aí….

Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
Cada grupo recebeu uma cartolina com a cor das lixeiras da reciclagem: vermelho, azul, amarelo e verde
Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
Tinha grupo muito sério…
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E aqueles mais descontraídos
Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
Aqui, os alunos colocaram amostras de embalagens recicláveis
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O metal estava presente neste cartaz
Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
A turma, já no clima do fim de ano, é só alegria
Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
O pessoal da descontração! Resolveram fazer um trabalho mais textual

E foi assim que terminamos o conteúdo dos quintos anos. Com animação, trabalho em grupo e multiplicando o conhecimento adquirido, pois os cartazes foram colocados na escola para informa os outros alunos do que a turma descobriu.

As cores das lixeiras e suas funções.

Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
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Claro que a gente já sabe que hoje em dia foram criadas mais lixeiras para o descarte de materiais recicláveis ou reutilizáveis. Mas resolvemos trabalhar com as quatro acima, pois é o que temos mais em comum por aí.

E logo abaixo o padrão universal de cores de cada resíduo.

Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
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E vocês, conheciam todas essas cores e suas funções?

Sabem o que pode e o que não pode ser reciclado?

Expandindo projetos sobre Meio Ambiente e Aquecimento Global

Quer saber mais e produzir um projeto bacana sobre meio ambiente e aquecimento global? Aqui você faz o download de um material muito bom da Impressa Oficial, com informações e atividades para você explorar.

Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
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Nós adoramos fazer esse trabalho! A criançada se envolveu muito e, quando eles se divertem, a gente se diverte junto! Mas devemos confessar que está começando a bater aquele cansaço do fim do ano. Nessa época, já estamos fazendo planos…

Meio ambiente e aquecimento global. Plano de aula de Ciências. Educação ambiental. Ensino de Ciências, Ensino fundamental, anos iniciais.
Logo, logo, queremos estar assim! 😀 Imagem

Mas, ainda tem um tempinho pras férias, né? Aguenta coração! =)

Esperamos que vocês tenham gostado e que passem esse conhecimento adiante! Você é criança? Que tal ensinar aos seus pais e amigos? É adulto? Que tal dividir tudo que viu por aqui com a molecada? O importante é continuarmos juntos, Pensando Ciências!

Boas reciclagens para vocês!!!

Até a próxima!

Sequência Didática: Vida das Lagartas II

Saudações, Pensadores de Ciências!

É com muita alegria que a gente traz mais uma sequência didática sobre a vida das lagartas. Lembram que falamos aqui que íamos contar com a colaboração de vários colegas neste mês dos professores? Como sempre, o trabalho é voltado para o ensino de Ciências nos anos iniciais do ensino fundamental, mas nada impede uma adaptação aos alunos mais velhos.  Temos mais um fruto da parceria das professoras da nossa escola. Ficamos encantadas com a possibilidade de uma ideia que chama outra e mais outra…  Vem ver a continuidade desse trabalho.

A Professora Egmar, pedagoga de uma das turmas do terceiro ano da nossa escola, aproveitou a curiosidade das crianças, sempre questionadoras, e avançou com a turminha em alguns conteúdos de Língua Portuguesa, dando continuidade a interdisciplinaridade, já iniciada com as outras professoras.

Ciclo de vida das lagartas. Anos iniciais, ensino fundamental, ensino de ciências
Professora Egmar Almeida

Olha só que citação interessante a professora Egmar deixou para nós:

“Um projeto se define como uma situação em que as crianças realizam uma investigação em profundidade acerca de eventos ou fenômenos interessantes que encontram em seu ambiente.”

Helm e Beneke, 2005, p.28

Vamos acompanhar o relato da professora Egmar sobre essa investigação em profundidade feita com as crianças.

Estudando a vida das lagartas

“Onde tudo começou…

A agitação tomou conta da tranquila assembleia realizada semanalmente, após o lanche do 3º ano D. Ecoava por todo ambiente as vozes e o alvoroço provocado pelas crianças por conta da “matança” das lagartas nos ambientes da escola.

-Pode ou não pode matar as lagartas Prô?

Ciclo de vida das lagartas. Anos iniciais, ensino fundamental, ensino de ciências
Alunos observando algumas borboletas e um casulo

Procuramos através da dúvida sobre o desconhecido, estimular meios para investigação, inquietação e observação.

Segundo Dewey  “Aprender o significado de uma coisa, de um acontecimento ou de uma situação em suas relações com outras coisas, notar como opera ou  que consequências traz, qual é a sua causa de possíveis explicações”.

Com essas leituras em mente, partimos para a etapa de gerar situações de aprendizagens que foram problematizadas entre os alunos, criando condições investigativas sobre o ciclo de vida das lagartas e, consequentemente, das borboletas.

O princípio de desenvolvimento do projeto define-se na coleta de informações direcionado ao assunto de interesse. Deste modo, colhemos as expectativas dos alunos sobre o que realmente vamos investigar, ocasionando o gerenciamento da experiência elaborada. E a turminha foi falando….

-Lagarta não vira borboleta não, eca.

-Borboleta põe ovos?

-Pode matar sim as lagartas, não servem pra nada!

Entre muitas e muitas questões que foram surgindo, antes, durante e depois do projeto…

Desde o início, coloquei-me como mediadora e facilitadora das descobertas e observações, nada de desconsiderar o olhar da turma, caminhamos juntos durante todo o decorrer do processo de descobertas…

Ciclo de vida das lagartas. Anos iniciais, ensino fundamental, ensino de ciências
O aquário que foi preparado para abrigar as lagartas até a completa metamorfose, falamos dele no post passado
HORA DA LEITURA

A partir da contação de histórias e, dentre elas, citamos “A Primavera da Lagarta”, de Ruth Rocha, iniciaram-se várias experiências concretas das crianças com o objeto de estudo, sendo que as principais foram as narrativas, recontos (feitos pelas crianças), releituras e textos coletivos. Um exemplar da edição atual do livro circulou entre as crianças para leitura em casa, com a família, além de outros materiais enviados.

Ciclo de vida das lagartas. Anos iniciais, ensino fundamental, ensino de ciências
O livro foi levado para casa pelas crianças

Nesse sentido, as propostas tiveram o intuito de que as crianças vivenciassem funcionalmente as linguagens em situações de expressão e comunicação. Segundo Cunha (2002, p.11):

(…) as crianças pequenas iniciam o conhecimento sobre o mundo através dos cinco sentidos (visão, tato, olfato, audição, gustação), do movimento, da curiosidade em relação ao que está em sua volta, da repetição, da imitação, da brincadeira e do jogo simbólico (…) esses são os fatores fundamentais para que ela se desenvolva plenamente.

Consideramos que estes momentos são importantes para que as crianças possam estruturar suas ideias e, ao mesmo tempo, transformar o projeto trabalhado, no caso o objeto de estudo, o ciclo de vida das lagartas e borboletas.

“Pensando em uma escola para crianças pequenas como um organismo vivo integral, como um local de vidas e relacionamentos compartilhados entre muitos adultos e muitas crianças.”

Loris Malaguzzi

MATERIAL EXTRA

E a professora Egmar ainda nos mandou um “bônus”. Vejam logo aí, na sequência, mais algumas indicações bibliográficas que ela usou como apoio para o projeto do terceiro ano.

BAPTISTA, Mônica Correia. A linguagem escrita e o direito à educação na primeira infância. Consulta Pública sobre Orientações Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, MEC, 2010. Disponível nesse link aqui.

 

BARBOSA, Maria Carmen Silveira; HORN, Maria da Graça Souza. Projetos pedagógicos na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2008.

 

Ah! Claro que q gente viu essa belezura de trabalho da professora Egmar e quis dar um pitaco aqui outro ali. Aí, separamos mais um livro que se pode trabalhar com as crianças sobre o tema:

Ciclo de vida das lagartas. Anos iniciais, ensino fundamental, ensino de ciências
Que tal usar esse outro livro para criar novas atividades?

E deixamos um exemplo, entre muitas outras atividades que encontramos no blog da “Alê Fazendo Arte“. Passa por lá e dá uma conferida, porque esse é o trabalho de mais uma Pedagoga e tem coisa boa demais!

Ciclo de vida das lagartas. Anos iniciais, ensino fundamental, ensino de ciências
Esta e muitas outras atividades foram reunidas pela professora Alê nesse link aqui.

E é isso, pessoal. Gostaram de saber mais um pouco sobre as lagartas e borboletas? Aguardem, pois teremos mais atividades propostas por outros professores. O mês tá acabando, mas a nossa vontade de pensar Ciências não acaba nunca! E lembre-se de que você também pode participar com dicas e sugestões aí nos comentários. Estamos te esperando.

Até a próxima!

 

 

 

 

Sequência Didática: Vamos Salvar o Planeta!!!

Saudações, Pensadores de Ciências!

Parece que o post de hoje tá meio “ousadia e alegria” né? rsrsrs…. Mas, calma lá que vamos explicar para você mais uma sequência didática para os anos iniciais do ensino fundamental. A sequência de hoje diz respeito a um pequeno ser, a abelha, discriminada por muitos, mas de valor inestimável para outros e para o planeta, de modo geral. Daí, o título “atrevido” do post. 😀

Veja o que encontramos aqui sobre os bichinhos:

Esses insetos pequenos no tamanho, mas de uma importância gigante para toda a vida na Terra. Sem as abelhas, não perderíamos só o mel e os produtos agrícolas. A produção de animais para consumo sofreria grandes perdas, já que estes animais são herbívoros. A vida selvagem de uma forma geral também sofreria sem elas: a vegetação seria drasticamente reduzida e, assim, a vida em geral.

Mas, o que um ser tãããão pequeno pode fazer pelo planeta?

A abelha é responsável pela polinização e o transporte de pólen. É com a polinização que temos a fecundação das flores e, consequentemente, os frutos e sementes que garantem a sobrevivência das espécies vegetais. A polinização também ocorre com a água, o vento e mesmo com outros animais, como borboletas e beija-flores. No entanto, é por meio das abelhas que esse trabalho da natureza se dá “por excelência”. Isso porque nossas amigas são velozes e donas de um voo em ziguezague. Além da especificidade do seu voo, as abelhas são animais sociais e com a consolidação da colônia, são capazes, depois de certo tempo de observar, com precisão, as melhores horas do dia para a coleta de pólen das flores próximas à colmeia.

Confira a nossa sequência e observe que ela pode ser adaptada para diferentes faixas etárias.

Tema: Meio Ambiente

Conteúdos participantes: Ciências, Português e Artes.

Usaremos como tema disparador o filme “BEE MOVE A História de uma Abelha”

O filme trata do incômodo de uma abelha com a perspectiva de passar a vida fabricando mel, ela decide viajar para fora da colmeia, com outras abelhas que colhem o néctar. Ao descobrir que a raça humana coleta o mel e o vende, o personagem principal decide processar toda a humanidade. O filme não só ensina todo o processo de polinização e as relações entre fauna e flora, mas também a importância que as flores têm para o andamento da colmeia, e mostra também a complexa estrutura social dentro da mesma.

Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Começar com um filme, vai fazer com que as crianças de divirtam enquanto aprendem

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1ª Etapa

         Atividade introdutória à recepção do texto (filme)

Iniciamos com uma roda de conversa após o a apresentação do filme e assim verificarmos os conhecimentos prévios dos alunos, apresentamos as informações sobre a colmeia, e a importância das abelhas para nossa casa, o Planeta Terra.

É importante destacar as cenas que mostram a polinização, a produção de mel, da estrutura social das colmeias e como cada abelha tem a sua função dentro do processo.

Se necessário exiba novamente os trechos do filme onde aparecem os assuntos em destaque no parágrafo acima pode-se também apresentar outros materiais de consulta, como livros e revistas para que pesquisem sobre o assunto e discutam coletivamente. Pergunte que tipo de recursos as flores têm para atrair os polinizadores, lembrando que além das abelhas existem outros animais que também podem realizar o processo, de que forma esses polinizadores realizam a reprodução nas plantas e o que as abelhas procuram nas flores.

2ª Etapa

         Leitura compreensiva e interpretativa do texto

Algumas perguntas são disparadas:

  • O filme conta a história de que personagem?
  • Como ele vive?
  • Onde mora?
  • Como é o trabalho dele?
  • Ele ganha alguma coisa para realizar o trabalho?
  • O que as abelhas fazem com as flores?
  • Qual o nome do pó que fica preso ao corpo da abelha?

Nesta etapa, o professor pode identificar e realizar as perguntas que achar pertinente para a idade dos alunos. É interessante também um pequeno estudo do meio na escola para identificar possíveis colmeias.

O destaque para a anatomia do corpo do inseto pode ser feito nessa etapa. Também o ciclo de vida pode ser demonstrado. Recomendamos que o professor traga diversas ilustrações para que os alunos possam compreender melhor os pequenos insetos.

Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Abuse das imagens, para explorar o conhecimento sobre as abelhas

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Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Imagens como essa mostram as fases do desenvolvimento das abelhas

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O professor pode aproveitar esse momento e explorar o laboratório de informática da escola. Pesquisas em sites para desmistificação do perigo das abelhas, mostrar para aos alunos que existem abelhas sem ferrão e que podem ser cultivadas em casa ajuda a “tirar o medo” das nossas amigas do “corpinho listrado”. É possível encontrar bons materiais aqui e aqui.

No nosso canal do YouTube, reunimos vários conteúdos que podem ser aproveitados para complementar o que falamos nessa sequência. Clica lá!

Trazemos aqui algumas atividades que pesquisamos em sites diversos. Você pode clicar nos links que deixamos abaixo das imagens e também descobrir muitos outros!

Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Depois de acompanhar o desenvolvimento das abelhas, essa atividade ajuda a compreender a divisão de tarefas na colmeia

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Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Explore também as partes do corpo do inseto

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Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
E, logo em seguida, se estiver com turmas dos anos iniciais, pratique a escrita

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Texto para o trabalho de reescrita.

 

Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Exercitar a reescrita também pode ser divertido

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E, você sabia que, amanhã, dia 03 de outubro, comemoramos o Dia Nacional da Abelha? Haverá diversas atividades espalhadas pelo nosso país, aproveite!

Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Cartaz da programação do CATI, em Campinas

3ª Etapa

                   Transferência e aplicação da leitura

  • Nova roda de conversa para avaliação da aprendizagem e verificação de novos pontos de vista.
  • Confecção de um Meliponário, coleção de colmeias de abelhas sem ferrão (Meliponíneos) de vários tipos. Nesse site você encontra o passo a passo.
Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Que tal criar abelhas?

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  • Mobilização de uma campanha de proteção para as abelhas, com confecção de faixas e cartazes. As crianças podem dar uma volta no bairro explicando a comunidade sobre o que aprenderam e como as abelhas são importantes para nossas vidas.

Resolvemos montar essa sequência, pois tivemos uma surpresa: nossos alunos também desconheciam a importância desses insetos fantásticos e acabaram por destruir uma colmeia.

Sequência didática sobre abelhas e extração de mel. Anos iniciais, ensino fundamental
Olha o resultado do estrago aí

Levaram um tremendo susto! Ainda bem que era abelha sem ferrão, e só levaram umas beliscadinhas, já pensou o estrago???

E vocês? Estão prontos para uma criação de abelhas? Já pensaram que delícia colher o próprio mel e ainda ajudar a natureza? E vamos encerrar o post de hoje com os versos desta música, sucesso nos anos 80, do personagem Fofão, criação do saudoso artista Orival Pessini.

         “…Pra que cada criança não tenha só lembrança

Da imagem de uma flor…”

Guerra Nas Estrelas

Compositor: Orival Pessini/ Neil Bernardes/ Terry Winter

 

Sistema digestório em sala de aula com massa de modelar

Saudações, Pensadores de Ciências!

Dando continuidade ao conteúdo de Ciências de nossas turmas dos quartos anos do ensino fundamental, resolvemos propor o estudo sobre o sistema digestório com mais uma atividade que explorasse a dimensão lúdica e ainda permitisse que os alunos demonstrassem todo o conhecimento adquirido. Propusemos a montagem de um sistema digestório com massa de modelar. Pedimos para as crianças sentarem em grupos e, com ajuda de papel cartão e massa de modelar, convidamos a turma a construírem o sistema em 3D (objetos com três dimensões). 

E aí, começamos os trabalhos:

sistema digestório com massa de modelar
Foi só falar em “trabalho em grupo” que a turma inteira se mobilizou

Lógico que podia usar o livro didático para dar aquela espiadinha:

sistema digestório com massa de modelar
Todos queriam olhar o livro e fazer o seu própria sistema com todo cuidado

Depois de planejar como o trabalho seria feito, cada grupo colocou a “mão na massa”…literalmente! 😀

sistema digestório com massa de modelar
Aí foi só trabalho (e diversão, claro!) 😉

Para nossa alegria as montagens ficaram incríveis! Vem conferir:

sistema digestório com massa de modelar
Esse grupo não esqueceu a importância da mastigação. Olha aí os dentes nesta boca! =0
sistema digestório com massa de modelar
O resultado final de outro grupo!
Já esse outro grupo lembrou do movimento peristáltico e fez o bolo alimentar, descendo pelo esôfago! Não tá lindo!? <3

Esses são os sistemas digestórios mais bonitos que a gente respeita! 😀

O que nos levou a propor um trabalho em grupo e com massa de modelar? 

Procuramos aqui trabalhar com o princípio de Educação Sensível, um compartilhar recíproco de experiências e vivências, que possibilita o conhecer e o repensar do viver humano pela educação sensível, em que o aluno percebe as sensações, os sentidos, aprende a ouvir, ver, falar, degustar para melhor se compreender, e compreender o outro, em suas peculiaridades e diferenças. Pesquisando mais sobre o tema, encontramos essa interessante explicação:

“Duarte Junior (2010) faz referência à crise dos sentidos na contemporaneidade. Conforme o autor, em meio a tantas mudanças que vêm ocorrendo, os sentidos ficam anestesiados, pois, em razão dessa rotina corriqueira e agitada, dificilmente o ser humano se posiciona frente ao outro, a fim de ouvir, para, então, poder ajudar ou compartilhar momentos recíprocos de conversações. Nesse sentido, as práticas de solidariedade estão se fragilizando, perdendo-se, e as poucas que ainda acontecem são motivos de notícias, pois são um diferencial em meio a uma sociedade que não “para”, para ouvir, nem ver, nem sentir, muito menos degustar.

Com essa experimentação as crianças puderam trabalhar com seus pares e praticar e perceber algumas sensações. Exercitaram e manipularam sentimentos e texturas. Além do saber escolar e científico, provocamos aqui o saber da vida em sociedade e da tolerância.  

E você já fez algum trabalho em 3D? 

E sobre a Educação Sensível, tem algo a nos contar? 

Deixe seus comentários e sugestões sobre o tema!

Até a próxima!

Sequência Didática com plantas medicinais: o alecrim

Saudações, Pensadores de Ciências!

Hoje, vamos falar de algo que não aparece por aqui faz tempo, mas que nossos leitores gostam muito. A sequência didática. Nossas atividades são voltadas para os anos iniciais do ensino fundamental, como vocês sabem. Mas, isso não impede que algum professor adapte as sequências para aulas nos anos finais. A sequência que apresentamos hoje (dirigida a alunos em processo de alfabetização), talvez possa até ser mostrada, de outra forma, com outros recursos, a alunos do ensino médio. Por quê não? Tudo é questão de preparar a aula e soltar a imaginação com a molecada.

Quer ver outras sequências didáticas? Tem aqui, aqui e aqui

Agora, segura na nossa mão e vem!

Sequência Didática: Plantas Medicinais – Alecrim

Público Alvo: Alunos do Fundamental I – Ciclo I – 1º e 2º anos

Conteúdos trabalhados: Ciências, Língua Portuguesa e História

Texto disparador: Música “Alecrim Dourado”

1ª Etapa: 

Atividade introdutória à recepção do texto

O professor pergunta as crianças se conhecem a música em questão, e coloca para ouvirem uma primeira vez. Na segunda vez, convida as crianças a cantarem junto. Já na terceira vez, faz uma brincadeira omitindo a palavra “alecrim” da canção.

A seguir o professor faz algumas perguntas investigativas na roda de conversa:

  • O que é um alecrim?
  • Para que serve?
  • Você já sentiu o cheiro do alecrim?
sequência didática com alecrim
A estrela de nossa aula: o alecrim. Imagem

2ª Etapa

Leitura compreensiva e interpretativa do texto

            O professor propõe a reescrita da música em duplas, oferecendo a eles a música fatiada em frases e depois em palavras.

sequência didática com alecrim
Atividade para trocar os versos da música

Logo em seguida, o professor pergunta se todos sabem o significado das palavras que são apresentadas na música e sana qualquer dúvida que possa haver.

Em seguida faz mais alguns questionamentos?

  • Por que o alecrim nasceu sem ser semeado?
  • Todas as plantas precisam ser semeadas para nascerem?
  • Como pode nascer uma planta sem ser semeada?

 3ª Etapa

Transferência e aplicação da leitura.

            O professor apresenta uma muda de alecrim e deixa que as crianças explorem a planta, cheirar, tocar, sentir texturas e etc.

Sugerimos que o professor siga os procedimentos abaixo:

  • Esclarecer a questão do alecrim nascer sem ser semeado, através da ação dos pássaros e do vento.
  • O professor explica para as crianças que o alecrim é uma planta medicinal e que suas propriedades são ensinadas desde muito antes do nascimento dos pequenos.
  • Pedir uma pesquisa junto à família sobre o uso de plantas medicinais em casa.
  • Nesse momento é necessário contar aos alunos a origem do conhecimento das plantas medicinais e fazer o resgate da cultura dos povos que trouxeram até nós essa medicina natural.
  • O professor pode oferecer o chá do alecrim para as crianças, e explicar sua ação medicinal.
sequência didática com alecrim
Na etapa de alfabetização, o questionário é respondido com os pais. Nas etapas mais avançadas de ensino, os próprios alunos respondem ou, até mesmo, fazem uma pesquisa na escola, com outros professores, funcionários… como dissemos, as possibilidades de criação com as atividades só dependem da nossa imaginação.
sequência didática com alecrim
O alecrim pode ser cultivado em vasos. Imagem

4º Etapa

Conclusão

Para o término da atividade, as crianças são convidadas a plantarem um canteiro com mudas de alecrim, ou pode-se levar a semente e mostrar que o alecrim pode nascer sendo semeado também. 😉

sequência didática com alecrim
Podemos preparar “vasos” junto com os alunos
sequência didática com alecrim
As sementes de alecrim podem ser adquiridas em casas especializadas, ou mesmo, em supermercados. Imagem

Deixamos aqui mais alguns links que pesquisamos e que podem servir de apoio para que você, professor, adapte a atividade às necessidades de sua turma.

Aqui você encontra informações sobre Plantas medicinais e fitoterapia

Um artigo sobre plantas medicinais de origem afro

Quer explorar um pouco mais? Que tal um artigo da wikipedia sobre medicina indígena?

Gostou? Divulgue esta e as outras sequências didáticas que você já viu aqui no nosso site entre os seus amigos professores. Tem alguma sugestão de sequência didática que poderíamos desenvolver? Deixe pra nós o seu comentário. Vamos adorar ter você conosco, Pensando Ciências!

Até a próxima!

 

Projeto: Estudo de temperatura

Saudações, Pensadores de Ciências!

              Já mostramos aqui um de nossos projetos sobre Temperatura, desenvolvido com as turmas do quarto ano do ensino fundamental e tudo o que pensamos pra ele em termos de interdiciplinariedade. Mas o que será que significa esse palavrão??

Interdisciplinariedade é um adjetivo que qualifica o que é comum a duas ou mais disciplinas ou outros ramos do conhecimento. É o processo de ligação entre as disciplinas.

Um planejamento interdisciplinar, na área pedagógica, é quando duas ou mais disciplinas relacionam seus conteúdos para aprofundar o conhecimento e tornar o ensino dinâmico. A relação entre os conteúdos disciplinares é a base para um ensino mais interessante, em que uma matéria auxilia a outra. Quer saber mais? É só conferir!

Palavrão explicado? Vamos lá.  Nosso conteúdo de Ciências, nesse projeto, trabalha principalmente com Matemática. E para que isso aconteça temos uma nova parceira nessa jornada a Professora Natali Seleguim, também da rede de ensino municipal de Campinas. olha ela aí:

Natali Seleguim
Professora Natali Seleguim

A professora Natali e eu temos anotado a temperatura do dia usando uma legenda criada por ela.

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
A legenda ajuda a visualizar as variações de temperatura ao longo do dia

Após realizar as anotações no caderno as crianças marcam em seus calendários individuais e também é anotado no calendário de uso comum.

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
O primeiro calendário feito pelos alunos ainda não continha todas as informações

Para fevereiro o calendário ainda não estava dividido e as informações da temperatura do período contrário ao da professora Natali só ficavam anotadas no caderno.

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
No mês de março, já usávamos mais dados

Na próxima foto, já vemos a anotação dos alunos, dividindo o dia em 2 partes.

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
Os alunos também adotaram a medição em dois períodos

E agora o que fazemos com essas informações? Transformamos em gráficos, tabelas, e situações problema, enriquecendo o aprendizado com informações vindas de todos os lados.

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
Todos os alunos estão entendendo a importância do uso dos gráficos pra sintetizar as informações

Para ajudar no andamento do trabalho, colocamos um termômetro na sala.

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
O termômetro também tem sido constantemente observado pelos nossos alunos

As turminhas também puderam conhecer a Estação de Avaliação da Qualidade do Ar, que fica dentro de nossa escola e pertence a CETESB.

pratica de ensino de ciencias medindo temperatura
Uma estação metereológica em nossa escola? Quanta honra! <3

Descobrimos que dentro daquele espaço apertado existem máquinas para medir itens como:  qualidade do ar, quantidade de chuva, umidade do ar, temperatura e muitas outras informações que despertaram muita curiosidade, como os índices UVA e UVB da luz solar… mas… isso já é uma outra história para outro dia.

Gostaram de conhecer um pouco mais deste projeto? Em breve, voltaremos com mais informações. Não se esqueça de deixar suas dúvidas e sugestões nos comentários.

Até a próxima!

 

Pensando (e lendo) Ciências

“É preciso que a leitura seja um ato de amor.”

Paulo Freire

Saudações, Pensadores de Ciências!

Já deu pra sentir que o tema de hoje por aqui é a leitura, né? Pois então, esse é um assunto do qual nem todo mundo gosta, mas… deveria. E a gente explica o porquê. No meio de tanta tecnologia, o hábito de folhear um livro pode parecer antigo, fora de moda mesmo. Porém, é o encantamento com o livro que forma os leitores que precisamos para dar conta de um mundo cada vez mais tomado de informações, inclusive online.

Só podemos aprender mais e nos tornarmos bons leitores, em todas as plataformas, se começarmos lá, no papel, no bom e velho livro. E é tarefa dos adultos, pais ou professores, estimular as crianças para o prazer da leitura. É por meio de ações (e não com palavras) que influenciamos os pequenos. Aí, que para driblar as possíveis dificuldades com leitura, separamos uma lista de livros para dar aquele empurrãozinho para você. Mas não é qualquer listinha, não! São livros coloridos, atraentes e, claro, educativos. Advinha o tema? Ciências, né? 😉

Vem ver!

Vamos começar com o livro da Editora Melbooks (Melhoramentos), O Corpo Humano do avesso.

Que tal começar virando o corpo humano "do avesso"
Que tal começar virando o corpo humano “do avesso”?
Com livros assim, fica fácil ler com os pequenos.
Com livros assim, fica fácil ler com os pequenos.

Essa viagem pelo corpo humano vai fazer seus olhos saltarem e seu queixo cair! Descubra porque a pele solta milhares de células mortas por minuto, que parte do cérebro é responsável pelo raciocínio, como os músculos se movimentam em um sorriso e muito mais. Nós achamos à venda nesse link.

Depois que você descobrir o que tem embaixo da sua pele, o que você acha de conhecer um atlas?

O Atlas do Corpo Humano da Publifolhinha

Um atlas é útil para consultar à medida que surgem dúvidas sobre o corpo humano
Um atlas é útil para consultar à medida que surgem dúvidas sobre o corpo humano
A cada página, esse livro apresenta uma surpresa!
A cada página, esse livro apresenta uma surpresa!

Os mistérios do corpo humano fascinam as crianças. Este livro interativo e ricamente ilustrado traz as respostas para as dúvidas mais comuns sobre o nosso corpo em uma viagem repleta de surpresas por todos os órgãos e sistemas. Contém informações sobre respiração, digestão, reprodução, circulação, visão e muito mais. Nos encartes, curiosidades e avanços científicos enriquecem a experiência dos pequenos, que se divertem com os testes ao final de cada item.

Agora que você já esta craque em sistemas do corpo humano, vamos fazer uma viagem?

O Corpo Humano em 360° – Desvendado em 5 viagens virtuais. Editora Girassol Brasil.

Com a ajuda de um CD ROM, temos a parceria entre livros e tecnologia
Com a ajuda de um CD ROM, temos a parceria entre livros e tecnologia
Não tem como não se interessar por um livro assim, né?
Não tem como não se interessar por um livro assim, né?

Seja bem-vindo a uma viagem cheia de descobertas por dentro do corpo humano! Câmeras instaladas em um corpo humano virtual permite que você percorra o mesmo caminho do sangue, dos sons, da comida e do ar, graças às maravilhas da realidade virtual QTVR (Quick Time Virtual Reality). Você também pode ver e acompanhar, de praticamente todos os ângulos, um bebê em formação. Todas as extraordinárias imagens vistas na tela são explicadas no livro, fornecendo informações para encantar e, ao mesmo tempo, instruir o leitor. Você pode pesquisar preços desse livro bem aqui.

Pronto, agora que já deixamos os pequenos bem empolgados com a leitura, temos mais um livro para sugerir!

O Incrível Livro Pop-up do Corpo Humano, Editora Girassol Brasil

Nesse livro, o conhecimento, literalmente, salta aos olhos! É pura diversão!
Nesse livro, o conhecimento, literalmente, salta aos olhos! É pura diversão!
Todo mundo vai querer um desses!
Todo mundo vai querer um desses!

Conheça o seu corpo por dentro com o fantástico pôster que acompanha este livro. Ele é repleto de abas, pop-ups e descrições detalhadas que apresentam todos os sistemas e órgãos do corpo, explicando suas funções. Você vai descobrir tudo o que acontece debaixo da sua pele – do alto da cabeça até o dedão do pé. <3 Pode começar a pesquisar a compra nesse link aqui.

Gostou dessas dicas? Tem mais algum livro pra indicar? Deixe suas sugestões nos comentários! Divirta-se e boa leitura!

Até a próxima!

Sequência Didática: estudando os peixes

Salve, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é sobre mais uma sequência didática! \o/ Vocês gostam desse tipo de post? Nós adoramos trocar ideias com vocês e toda vez que pensamos em uma atividade, já bate aquela ansiedade de contar aqui! 😀

Então, vem com a gente!

Sequência Didática: Peixes e Problemas Ambientais
Publico Alvo: Alunos do ciclo I – 2º e 3º anos do Fundamental.
Conteúdos trabalhados: Língua Portuguesa, Ciências e Artes.
Texto disparador: Pepita, a piaba – Gontijo, Solange A. Fonseca, Belo Horizonte, Editora Miguilim, 2002.
Imagem
Capa do livro

1ª Etapa

Atividade introdutória à recepção do texto

O professor inicia um dialogo com os alunos, centrado na identificação de animais que vivem na terra e animais que vivem na água, Para chegar ao nome do peixe, o professor poderá fazer analogias com os alunos como, por exemplo: “vive tanto no rio, quanto no mar, quanto no aquário, quanto em tanques”.

Nomeado esse animal (peixe), o professor pergunta os alunos a respeito do conhecimento que eles têm dele, com a intenção de prepará-los para o problema ambiental enfrentado por esses animais.

A seguir, o professor mostra a capa do livro e lê o título para os alunos. O professor desafia os alunos com as seguintes perguntas:

  • O que é uma piaba?
  • Com qual letra começa as palavras PIABA, PEPITA e PEIXE?
  • Onde está Pepita na capa do livro?

2ª Etapa

Leitura compreensiva e interpretativa do texto

O professor lê a narrativa para os alunos e, simultaneamente, mostra as ilustrações. Em seguida, o professor relê a narrativa, questionando os alunos a respeito do texto. Por exemplo:

  • Para você, por que Pepita não gostava de ser pequena?
  • O que Pepita faria se ela fosse bem grandona?
  • Por que você acha que Pepita, após tomar pílulas e fazer ginástica não conseguiu engordar?
  • O que fazem os pescadores?
  • Por que essa ação dos pescadores prejudica o ambiente?
  • Que tipo de peixe ficou preso na rede?
  • Por que os pescadores pescam com rede?
  • Por que Pepita escapuliu?
  • Por que Pepita não queria nem pensar em ser grandona no final do livro?

3ª Etapa

Classificação do animal presente no livro

O professor questiona as crianças sobre as características dos peixes:

  • São animais vertebrados ou invertebrados?
  • Como é coberto seu corpo?
  • Como nascem?
  • O que usam para se locomover na água?
  • Como respiram?

4ª Etapa

Explorando as imagens

Página 01 

  • O que há no fundo do rio além de Pepita?
  • Por que há uma lata no fundo do rio?
  • Onde deveria estar a lata?

Página 02 

  • Por que há uma chupeta no fundo do rio?
  • Pepita esta no mesmo lugar? Por quê?
  • Quantas casas há na margem do rio?

Página 03

  • Quais as vantagens de um peixe grande sobre um peixe pequeno?
  • O que há além das pedras no fundo do rio?
  • Por que há um anzol no fundo do rio? E uma engrenagem?

Página 04

  • O que acontece de perigoso neste momento?
  • O que faz uma rede?

Página 05

  • Como estão os peixes nesta imagem?

Página 06 

  • Para que serve um parafuso e uma porca?
  • Por que esses objetos estão no fundo do rio?

Página 07

  • O que acontece com Pepita nessa imagem?

Página 08

  • Que animais aparecem nesta imagem?
  • Por que a tartaruga esta sozinha?
  • Qual a diferença da cor da água neste trecho do rio? Por que a água é mais azulada?

Página 09

  • Por que Pepita se sentiu sortuda?

Página 10

  • Quem aparece na imagem?
  • Como se chama um conjunto de peixes?
  • Para você, onde está indo este cardume de piabas?

Confeccionamos este material para ilustrar a narrativa.

Imagem

Retiramos de um outro blog esse material para fazermos com os alunos em sala de aula para lembrança da atividade:

Imagem

E foi assim que imaginamos um trabalho que envolva o estudo dos peixes e que permita a discussão sobre problemas ambientais e a ação do homem de modo desordenado sobre o meio ambiente. Você já desenvolveu atividades parecidas? Compartilhe conosco nos comentários, suas ideias e impressões valem muito para nós!

Até a próxima!

Experiência: Calculando o desperdício de água

Salve, Pensadores  de Ciências!

O assunto do post de hoje é muito sério e merece atenção: vamos falar sobre o desperdício de água em ações cotidianas e de uma experiência cujo resultado nos deixou assustados. Convidamos duas turmas para mostrar os cálculos que eles fizeram para sabermos o quanto gastamos de água em um único uso do bebedouro. O desperdício que eles encontraram nos fez (re)pensar nossos hábitos.

Mas, vem com a gente, vamos contar tudo, desde o início. O post tá enorme, mas vai valer a pena!

 

A experiência que mostraremos hoje foi realizada na EMEF Maria Pavanatti Fávaro, batizado de Projeto: Minha Garrafinha ? (será que preciso?), para fazer com que os alunos entendam o quanto somos responsáveis pelo meio ambiente no nosso dia a dia. A atividade foi desenvolvida pelo professor Daniel Lourenço, com alunos do 6º ano do ensino fundamental.

 

Ainda não tínhamos convidado ninguém dos anos finais, mas quando o professor falou da experiência que ia desenvolver, não tivemos dúvida. Esse assunto é tão sério que fizemos questão de trazer aqui. Afinal, essa experiência é simples e também pode ser executada com nossas turmas de anos iniciais, para nos conscientizarmos sobre a impacto de pequenos gestos no cuidado com o meio ambiente.

 

Proposta de experimento: os alunos foram provocados pelo professor com as seguintes perguntas: Quanto nós gastamos toda vez que bebemos água? Quanto de água realmente bebemos e quanto desperdiçamos?

A princípio, os alunos não tinham se dado conta de que o professor falava do momento em que bebemos água naqueles bebedouros em que temos que colher água com as mãos. Depois, conversando, lembraram que, de fato, sempre “escapa” um pouco da água enquanto bebemos. E era esse “pouco de água” que deveria ser calculado pelos alunos. Será que era “pouco” mesmo?

As turmas estabeleceram, então, algumas regras e escolheram as ferramentas que usariam para a experiência. Ficou assim:

  • Um balde para coletar a água que caía enquanto os alunos bebessem;
  • Uma proveta para realizar a medição
  • um cronômetro, do próprio celular, para medir o tempo que cada pessoa gastou bebendo água
  • cadernos e lápis para anotar o tempo e a medida de água desperdiçada
Material para experiência
Material para experiência
Material utilizado para experiência
Proveta utilizada no trabalho

Com o material em mãos, o professor traçou a estratégia do trabalho: os alunos iriam, um a um, beber água, pelo tempo que quisessem. Esse tempo seria anotado na tabela e a água que caísse das mãos dos alunos seria colhida no balde e medida na proveta. A quantidade de água também seria anotada na tabela que os alunos fizeram no caderno, segundo o que foi pedido pelo professor.

O professor apresentou a tabela que os alunos teriam que preencher
O professor apresentou a tabela que os alunos teriam que preencher
Alunos começaram a beber água e coletar o excedente no balde
Alunos começaram a beber água e coletar o excedente no balde
A água excedente de cada aluno era coletada...
A água excedente de cada aluno era coletada…
... e medida com a ajuda da proveta
… e medida com a ajuda da proveta

 

Como vimos nas imagens acima, os alunos colheram os dados da turma toda. Na aula seguinte, fizeram as contas para descobrir o quanto de água consumida não foi, de fato, bebida pelos alunos.

E o professor foi coordenando os trabalhos
E o professor foi coordenando os trabalhos
Com os primeiros dados, era hora de começar a preencher a tabela
Com os primeiros dados, era hora de começar a preencher a tabela

 

Tabela preenchida
Tabela preenchida
E o resultado de uma das turmas. Mais de 6 litros de água foram perdidos :(
E o resultado de uma das turmas. Mais de 6 litros de água foram perdidos 🙁

Em seguida os alunos tinham que produzir um relatório que sintetizasse todos os dados descobertos no experimento.

Na sala de aula, a segunda etapa: produzir relatório
De volta à sala de aula, a segunda etapa: produzir relatório

Com a tabela em mãos, a turminha se organizou em duplas para apresentar a versão inicial do relatório.

Itens do relatório
Alguns itens do relatório

 

Para a etapa seguinte, o professor propôs que os alunos revisassem os relatórios, corrigissem os erros de ortografia e apresentem a versão final dentro de alguns dias. Nós já trouxemos para vocês para podermos refletir sobre esses dados obtidos.

E os resultados vieram
E os resultados vieram. Nesta sala, os resultados mostram mais de 7 litros de água foram descartados

Como dissemos, os números nos surpreenderam. Já sabíamos que há o desperdício, mas quando calculamos e visualizamos com mais precisão é que descobrimos o quanto uma mudança de hábitos como levar garrafas ou canecas para beber água podem fazer a diferença. Afinal, os valores medidos referem-se a uma ÚNICA visita ao bebedouro, com apenas UMA turma por vez. Vocês podem imaginar o quanto isso representa em um dia em nossa escola ou mesmo nas empresas, e até nos shoppings?

Mais relatórios
Mais relatórios

Pois é…o professor Daniel sugeriu ainda que, se quiséssemos, poderíamos aprofundar essa pesquisa, com cálculos que medissem, em reais, o custo do desperdício. Para isso, mediríamos a água em metros cúbicos e usaríamos o valor do metro cúbico que consta em nossa conta de água. Tudo isso é agua tratada, custa para os nossos bolsos e, principalmente para o meio ambiente!! E, para estudar mais sobre a complexidade do tratamento de água, essa mesma turminha vai visitar uma estação de tratamento nos próximos dias. Claro, que vamos contar sobre essa visita aqui em um novo post muito em breve.

Estamos certos de que, após essa experiência e a visita à estação de tratamento, os alunos darão muito mais valor à água que chega em nossas torneiras e farão de tudo para evitar o desperdício.

 

E você? Imaginava que uma experiência como essa fosse revelar dados tão significativos? Deixe nos comentários as suas impressões sobre esta e outras experiências que mostramos. E se tiverem perguntas para o professor Daniel, mande pra nós que ele terá prazer em responder.

Até a próxima!