Visita à Floresta Amazônica Parte II

Salve, Pensadores de Ciências!

Hoje, vim mostrar para vocês um pouquinho mais da minha viagem à Amazônia no ano passado.

Se você perdeu a primeira parte, é só ver aqui!

Como eu disse antes, fiz essa viagem em julho do ano passado. Coincidentemente, era o comecinho do nosso blog. E eu cheguei a escrever um post, no hotel, ainda em Manaus, falando das minhas expectativas para esse cantinho que amo tanto. Tudo isso, antes de partir rumo à Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, “minha casa” em plena rio Japurá, próximo ao famoso Solimões, próximo ao município de Tefé.

Para o post de hoje, separei algumas fotos do animais que observei na floresta. Saíamos diariamente, de canoa, para visitar as muitas trilhas na mata. Em tempos de cheia, as embarcações são a única possibilidade de ver a natureza mais de perto.

Vem comigo, que eu tô ~benloka~ pra mostrar essas fotos pra você! \o/

Logo no primeiro dia nas trilhas, encontrei essa lindinha!

Olha a preguiça aí, gente!

E a emoção de estar no meio da mata fechada? Não sei o que dizer, apenas sentir! ❤

Tava calor? Sim! Queria um banho gelado? Muito! Queria parar o passeio? Claro que não! Olha o meu sorrisão aí, junto da nossa guia!

E bem no meio da trilha, um velho conhecido dos desenhos animados:

Senhoras e Senhores: o pica-pau!

E lá no meio da trilha, eu recebi uma visita inesperada e bem “próxima”! rsrsrs

Imagina esse sapinho, no meu chapéu! \o/

Ainda bem que esse aí estava na árvore! Era um dos grandes! Ufa!

Foi um dia de sorte! ❤

Depois de superar o susto da visita no chapéu, encontrei um trio de amigas:

Fiquei encantada com essas lagartas. Quantas surpresas a floresta nos reserva?
A cigana ou jacu-cigano, tem o nome científico de Opisthocomus hoazin. Opisthocomus é a junção de duas palavras gregas e quer dizer “cabelo para trás”. Acho que dá pra entender o porquê, né? 😀
E não é que demos sorte? Nesse dia, além do bando de Ciganas adultas, conseguimos avistar um ninho! ❤

Quer saber mais sobre essa ave que, segundo os biólogos da Reserva Mamirauá, é uma das espécies mais antigas do planeta, “primas” muito, muito próximas dos dinossauros? Olha esse site.

Da delicadeza do ninho da Cigana para a imponência do gavião. A floresta é a terra dos contrastes!

E, claro, quando a gente pensa em floresta, a gente lembra de quem mesmo?

Não é tarefa fácil tirar fotos de macacos, mas não é que o prego resolveu colaborar?! 😀

Meus agradecimentos por ele ter parado por 5 segundos! rsrsrsrs

E para encerrar esse post, um daqueles bichos que fazem a gente sentir a força da floresta, de verdade!

Essa cobra estava no chão, bem pertinho, mas quando nos viu, resolveu ir para uma árvore. A bióloga que nos acompanhava não conseguiu identificar a espécie, mas garantiu que não era venenosa.

Repararam que a cobra tem uma formiga em cima dela? Excesso de valentia da formiga? Que nada! É a natureza, em paz, do jeito que a gente quer que ela fique, pra sempre!

Tem mais fotos? Claro que tem, Brasil! Mas vamos parar por aqui. Esse post já ficou enorme. E é bom mesmo que você não veja tudo e fique com gostinho de quero mais. Que tal começar a sonhar com a sua própria viagem à Amazônia?

Eu ainda volto pra falar mais da Reserva Mamirauá e de todo trabalho que é feito por lá, pra gente proteger um dos maiores tesouros do nosso país e do mundo.

Obrigada por ler mais uma parte dessa viagem maravilhosa. Espero que vocês tenham gostado e que deixem aí pra gente suas dúvidas e comentários!

Até a próxima!

 

 

 

Férias! Visita ao Museu de Pesca de Santos

Salve, Pensadores de Ciências!

Estão gostando dos posts de férias? A gente fez essas viagens e passeios em nome do bloguismo investigativo-turístico-científico só pra vocês! Muito amor envolvido né, gente?! Daí, que nessa busca por lugares interessantes, eu, Janaína, fui visitar o Museu de Pesca de Santos, no litoral de São Paulo. E, olha, foi incrível! Vem ver o que eu descobri por lá!

Um pouco da História deste lugar

A história do Museu de Pesca começa no século 18, quando o local foi estrategicamente escolhido para a instalação de um forte que cruzasse fogo com a Fortaleza da Barra, do outro lado do canal, a fim de atuar na defesa de Santos e São Vicente.
O Forte Augusto, como foi chamado, pertencia ao Ministério da Marinha. No início, não passava de uma muralha de pedra armada com algumas peças de artilharia, e que foi totalmente destruído em 1894, com a Revolta da Armada. Somente em 1905 a Marinha termina de derrubar suas ruínas e lá constrói um prédio, inaugurado em 1908, para instalar a Escola de Aprendizes Marinheiros. Em 1931, a Marinha cede o prédio à Escola de Pesca, com o objetivo de profissionalizar a pesca na região.

Fachada original do Museu de Pesca de Santos
Olha a fachada original do museu

O Museu de Pesca teve sua origem no antigo Gabinete de História Natural, que foi crescendo com o tempo e com o acúmulo de grande coleção de espécimes, como tubarões, arraias e outros peixes do Atlântico Sul. A incrementação do Museu de Pesca aconteceu em 1942, com a chegada de um enorme esqueleto de baleia de 23 metros, e que exigiu a derrubada das paredes de 3 salas do prédio para a sua instalação e exposição.

Quer saber ainda mais sobre a cidade de Santos e suas atrações? Clica aqui

Esqueleto de baleia no museu de pesca de Santos-SP
Esqueleto de baleia que vimos em uma das alas do museu

Hoje o Museu de Pesca de Santos está assim

Fachada do museu nos dias atuais
Fachada do museu nos dias atuais

Principais Atrações

Acervo constituído de peças biológicas taxidermizadas (empalhadas), esqueletos de animais aquáticos e conchas de moluscos.

Taxidermia, museu de pesca, Santos, São Paulo
O cartaz ajuda os visitantes a compreender o processo de taxidermia
Animais taxidermizados, museu de pesca, Santos, SP
A taxidermia permite preservar os animais que observamos no museu, como a foca e o lobo marinho
Tubarão taxidermizado, museu de pesca, Santos, SP
Ainda bem que esse tubarão aí tá taxidermizado, né? Olha esses dentes! rsrsrs
Esqueleto de peixe-boi, museu de pesca de Santos, SP
Esqueleto de peixe-boi
mostruário de conchas, museu de pesca, Santos, SP
O mostruário de conchas identifica as espécies e seus lugares de origem

O Museu conta ainda com um acervo de areia de várias praias do Brasil e do mundo.

mostruário de areia, museu de pesca, Santos, SP
Não sei vocês, mas eu fiquei com uma vontade de sair pelas praias do mundo, colecionando areia!!  😉

Existe também um espaço lúdico onde é simulado o interior de um barco. \o/

Quer saber mais sobre esse lugar? Assista ao vídeo nesse link aqui

Serviço:

Ingressos:
Público em geral: R$5,00
Estudantes e professores: R$2,50
Crianças até 06 anos e adultos maiores de 60 anos: isentos.

Horários:                                                                                                                             Aberto de quinta a domingo, das 10h00 às 18h00 horas

 

Quer saber mais sobre o museu? Dê uma olhadinha no site.

E corre pra aproveitar esse restinho de férias!

Tem mais alguma dica sobre o litoral sul de São Paulo? Deixe suas sugestões nos comentários e saia por aí, Pensando Ciências!

Até a próxima!

 

Férias! Visita ao Jardim Botânico de Nova Odessa

Nosso post fala hoje sobre um lugar muito bonito que eu (Janaína) fui conhecer, o Jardim Botânico da cidade de Nova Odessa, muito pertinho de Campinas.

Mas antes de mostrar pra vocês o que eu vi lá vamos saber mais desse lugar maravilhoso com as informações do site deles.

Imagem

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Entrada do Jardim

“Situado na área urbana de Nova Odessa (Região Metropolitana de Campinas, a cerca de 120 km da Cidade de São Paulo – SP), o JARDIM BOTÂNICO PLANTARUM é um centro de referência em pesquisa e conservação da flora brasileira. Foi idealizado a partir de 1990, por iniciativa do engenheiro agrônomo e botânico brasileiro Harri Lorenzi.

Com objetivo de contribuir para a conservação da flora brasileira, o pesquisador percorreu, por mais de 35 anos, a maior parte dos ecossistemas do Brasil, em expedições científicas patrocinadas por sua Empresa, o Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda e parceiros, destinadas ao levantamento, catalogação e coleta de plantas nativas, principalmente com potencial econômico e ameaçadas de extinção.
Como resultado de seu trabalho, publicou a quase totalidade dos livros sobre identificação de plantas em estilo popular no Brasil nos últimos 30 anos e sentiu-se motivado a apresentar ao público o acervo botânico vivo, fruto de suas pesquisas.
Em 12 de agosto de 1998, o Instituto Plantarum adquiriu para sua futura sede e para abrigar sua coleção viva de plantas, uma área de cerca de 9 hectares na cidade de Nova Odessa – SP, anteriormente ocupada por uma fábrica de lançadeiras (peças feitas em madeira para uso na indústria têxtil). O terreno passou então a receber tratamento paisagístico e ambiental, sendo estruturado para o desenvolvimento das pesquisas científicas e para o cultivo sistemático das coleções botânicas em formação.
Em 2007, com um grupo inicial de 16 associados de diversas formações, fundou o ‘Jardim Botânico Plantarum’ (JBP), inicialmente como uma organização não governamental, de caráter privado e sem fins econômicos. Em setembro de 2011 foi reconhecido pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos do Ministério do Meio Ambiente como ‘Jardim Botânico’ através da Resolução 339 do CONAMA. Em 06 de julho de 2015 o Jardim Botânico Plantarum foi qualificado pelo Ministério da Justiça como ‘Organização da Sociedade Civil de Interesse Público’ (OSCIP), com os objetivos principais de estudo e conservação da biodiversidade vegetal brasileira e do meio ambiente, através de ações educacionais e de pesquisa.
Desde então o número de associados e apoiadores vem aumentando e, atualmente, o JBP conta com cerca de 100 associados, o que colabora para o desenvolvimento de diversos projetos, dentre os quais destacamos: conservação de espécies de plantas ameaçadas, intercâmbio científico com outros jardins botânicos e Instituições nacionais e internacionais, publicação de artigos científicos, apoio técnico a entidades congêneres e educação ambiental para crianças, jovens e adultos.
Atualmente o acervo botânico vivo é constituído por quase 4000 espécies vegetais, representando os principais grupos botânicos da flora nativa do Brasil.
Reconhecido pela Comissão Nacional de Jardins Botânicos, nossa atuação colabora com os objetivos da Estratégia Global para Conservação de Plantas.
Aberto ao público em 2011, o Jardim Botânico Plantarum está apto a estabelecer diversas parcerias com pessoas físicas, empresas, poder público e outras instituições.”

É um lugar muito bonito, organizado e limpo. Conta com 2 restaurantes para você aproveitar bem o passeio.

 Logo na entrada já dá pra ter uma ideia do tamanho do Jardim Botânico e das surpresas que veremos.

Que paisagem!
Que paisagem!

As flores estão por todos os lados, de todas as cores e tamanhos.

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Flor do Maracujá

Há também uma grande coleção de cactos e suculentas, em um jardim lindo especialmente para elas.

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foto10-novaodessa Nesta foto podemos ver a horta que serve os restaurantes.

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Olha aí um pedacinho da Mata Atlântica.

Jardim Botânico Nova Odessa-SP
Jardim Botânico Nova Odessa-SP

E uma coleção imensa de coqueiros.

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Olha o tamanho da folha do coqueiro ai de cima.

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Pra ser sincera, nem eu sabia q existia tantas espécies de coqueiro assim!

Ainda vimos plantas bem exóticas.

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E esses lagos, gente?! Com vitória régia

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E tivemos a surpresa de conhecer algo bem popular, mas com algumas características específicas. Ficamos bem encantados com esse lugarzinho do Jardim, logo, logo vocês iram ouvir falar mais deste assunto.

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Gostou? Que tal marcar uma visita ou participar de alguma oficina? O parque tem muitas atividades reservadas pra você! É só clicar!

Até a próxima!

 

 

 

 

Estamos de volta! Férias!

Saudações, Pensadores de Ciências!

Estavam com saudades?! Nós sim! E muita! Como foram de festas?

Nós pudemos descansar bastante (era preciso!!), mas já estamos de volta e cheias de energia para o ano que começa. E janeirão tá aí né, gente? Que tal falar de viagem, passeios?! É férias, Brasil! 😀

O negócio é o seguinte: TODA cidade (inclusive a sua) tem algo a conhecer, explorar, um cantinho especial pra observar a natureza. Acontece que, nas nossas andanças por aí, a gente fica de olhos bem abertos, procurando informações e dicas que a gente possa dividir com os alunos em sala e também com nossos leitores aqui no blog.

Sim, somos daquelas loucas esforçadas que procuram monitores, pedem panfletos, explicações, endereço do site…rsrsrsrs! Isso que dá ficar, o tempo todo, Pensando Ciências! 😀

O passeio que eu trago hoje vem carregado de boas lembranças. Afinal, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi o lugar onde eu, Marla, carioca da gema, aprendi a admirar flores, aves, árvores…

Neste post aqui, falamos que voltaríamos com sugestões de passeios e atividades para as férias, né? Pois é, este mês, vamos dividir com vocês alguns passeios e visitas que fizemos e nos quais podemos levar os pequenos (filhos, sobrinhos, netos) e estimulá-los a observar a natureza e os seus encantos. Pode ser uma viagem de férias, aquele feriado prolongado…tem até sugestão de passeios de um dia.  Aguardem os próximos posts! \o/

Visitei o Jardim Botânico em setembro de 2016 e reencontrei esse lugar mágico!

Um dos muitos caminhos (aleias) do Jardim Botânico
Um dos muitos caminhos (aleias) do Jardim Botânico

Fundado em 13 de junho em 1808, por um decreto do futuro rei D. João VI, o Jardim Botânico tinha uma função muito específica: servir de” jardim de aclimação” para especiarias trazidas do oriente. Resumindo, o Botânico seria uma estufa a serviço do governo e para tornar o Brasil independente na produção de especiarias, livrando-se da submissão do comércio com o oriente. Pois é… o princípio era mesmo o dinheiro, mas… isso não invalida a criação desse lugar incrível!

A história do Jardim Botânico e dos personagens que dela participaram é interessantíssima e você pode pesquisar um pouco mais bem aqui.

Acontece que o tempo passou, e o Jardim Botânico é hoje, muito mais que aquele “supermercado” do império português. O espaço abriga, além do horto, um complexo cultural bem diversificado, com o Museu do Meio Ambiente, Museu Casa dos Pilões e o Espaço Tom Jobim este último tem teatro e área para exposições variadas, além de contar com exposição permanente de objetos pessoais do maestro, um apaixonado pelo Jardim Botânico.

A área do Jardim conta com milhares de espécies de plantas em seus mais de 54 hectares, além de ter o maior herbário do Brasil, com acervo à disposição de pesquisadores.

Mas tá na hora de ver o que meu olhar captou por lá, né? Que tal um pouco mais de imagens?

As palmeiras imperiais são um dos elementos mais marcantes do Jardim Botânico
As palmeiras imperiais são um dos elementos mais marcantes do Jardim Botânico
Minhas experiências fotográficas... tirando foto da palmeira com a câmera na base! \o/
Minhas experiências fotográficas… tirando foto da palmeira com a câmera na base senti ainda mais o poder dessa árvore magnífica! ❤
Mais uma experiência! :)
Mais uma experiência! 🙂

Encontrei por lá alguns bustos de biólogos e pesquisadores que se dedicaram a catalogar e estudar plantas, inclusive no Brasil. Esses viajantes europeus ajudaram muito no conhecimento de nossas plantas nativas.

Busto de Saint Hilaire, na área dedicada aos botânicos do século XIX
Busto de Auguste Saint Hilaire, na área dedicada aos botânicos do século XIX

Vi também o Jardim Sensorial, uma área maravilhosa, dedicada aos cactos. Essas plantas de beleza tão rústica quanto delicada encantam os visitantes. Há uma parte coberta (estufa) e a área aberta. É uma espécie mais linda que a outra!

Nesta área pude visitar um espaço dedicado aos cactos. Sensacional!!!
Nesta área pude visitar um espaço dedicado aos cactos. Sensacional!!!

E falando em jardins…já viu esse post aqui?

Um dos cantinhos especiais do Jardim Sensorial
Um dos cantinhos especiais do Jardim Sensorial
Mais uma espécie do Jardim Sensorial
Mais uma espécie e olha essa flor, no alto da planta!
Mais flores! <3
Mais flores! ❤
E no meio das pedras, a vida
E no meio das pedras, a vida
Estufa dos cactos
Estufa dos cactos
Esse cacto em flor me comoveu! Quanta beleza pode haver por aí, esperando o nosso olhar!
Esse cacto em flor me comoveu! Quanta beleza pode haver por aí, esperando o nosso olhar!
Olha o que eu achei: uma planta carnívora!
Olha o que eu achei: uma planta carnívora!

Lembram-se dela?

O Jardim Botânico conta ainda com área de alimentação e parquinho para as crianças menores.

Área de alimentação para aquele suco "ixperrto", em bom carioquês! ;)
Nos quiosques, você pode aliviar o calor tomando aquele suquinho “ixperrto”, em bom carioquês! 😉
E um pouco mais de diversão para a criançada! :D
E um pouco mais de diversão para a criançada! 😀

A minha sugestão é que você faça sua visita entre os meses de abril a outubro, pois o calor do Rio de Janeiro não é moleza, não. Leve (e beba) muita água durante sua caminhada. Leve também sua vontade de se deixar arrebatar pela beleza estonteante desse pequeno pedaço de paraíso em meio ao caos de uma das maiores cidades brasileiras.

Serviço:

Horários

– Segundas-feiras: das 12h às 17h
– De terça a domingo: das 8h às 17h
Obs: Durante a vigência do Horário de Verão, as bilheterias ficam abertas até as 18h.
Preços:

R$ 10,00 (Somente em dinheiro)

Para informações sobre telefones, estacionamento e também as regras de meia entrada e gratuidade, além de qualquer outra curiosidade sobre o local, não deixe de acessar a página oficial do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Gostou do nosso primeiro post de férias? Tem mais sugestões? Divida conosco suas experiências enquanto anda por aí, Pensando Ciências!

Até a próxima!