Projeto Alameda: Classificação e Coleção de Amostras de Solo

Saudações, Pensadores de Ciências!

Vocês estão lembrados do Projeto Alameda? Falamos dessa história aqui, aqui e aqui também e avisamos pra todo mundo que íamos dar seguimento em outro momento. E não é que esse momento chegou? Yeah! \o/

Como prometido, voltamos hoje para contar mais uma das etapas do nosso projeto.

Nossas crianças ficaram de trazer amostras variadas de solo, e elas chegaram.

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Separamos os materiais e demos início aos trabalhos

Aproveitamos para nos aprofundar nos tipos de solo, sua composição química e classificação segundos esses aspectos.

Fomos atrás de descobrir o processo formativo de cada solo, e suas classificações, para isso usamos de início o material de apoio deste site aqui

Conversamos com a Geógrafa de nossa escola, a Professora Doutora Viviane Cracel.

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Olha a professora Viviane aí, gente! <3

Ela nos apresentou um material muito legal, bem mais didático e de fácil compreensão.

Primeiro usamos um texto de Manoel Fernandes de Souza Neto do livro Aula de Geografia e algumas crônicas. Campina Grande: Bagagem, 2008.

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O uso de material extra foi decisivo para essa atividade com nossos alunos

Transcrevemos aqui um trecho do livro para que vocês possam conhecer um pouco mais da obra. Quem sabe, você não começa, aí, na sua escola, um novo trabalho? Vem ver!

Os solos são

            Os solos são uns filhos da rocha mãe. Até parecem ser bem quietos, mas essa aparente calmaria esconde o quanto os solos são vivos, vivíssimos para dizer a verdade. Enquanto os outros pensam que eles estão mortos há uma série de processos ocorrendo no seu interior, como se houvesse uma festa com os seres mais estranhos que alguém possa imaginar.

            E não pense que é só minhoca que passeia no solo. Lá passeia todo tipo de bactéria, de fungo, de bichinho que se vê a olho nu e de outros tantos que só mesmo com um microscópio. Aí meu amigo, com tantos seres assim, o solo fica parecendo uma espécie de mercado Persa, um tipo de feira livre, só que sem dinheiro. E é um troca-troca fantástico de elementos químicos, materiais orgânicos, sais minerais, que o solo vai se transformando permanentemente.

            E ciclo vai, ciclo vem e o solo é uma festa: é bactéria decompondo nitrogênio e trocando por outras coisas do gênero; é minhoca construindo caminhos e produzindo húmus; é água que vai deixando os sais quando evapora; é o ar que vai circulando pelos pequenos canais feitos de diminutos grãos de diferentes formas, tamanhos, cores e origem.

            E essa coisa de origem é fundamental, porque sempre disse minha avó, que os filhos parecem com os pais. Ora, se a rocha mãe for muito ferro, pode esperar que o solo vai ser meio vermelho; já se a rocha que é mãe for muito cálcio, o solo vai tender fortemente ao branco. E não pense que só a rocha mãe é que dá origem a tudo, pois o clima aparece nessa história meio como uma espécie de pai. Vai me dizer que nunca ouviu falar no tal intemperismo?! Pois o clima, amigo velho, decompõe a rocha mãe e o processo inicial a gente chama de intemperismo.

            Ora, ora, se o clima for meio árido, a tendência vai ser do clima quebrar muito a rocha; mas de mudá-la muito pouco, pois ela vai continuar, por mais quebrada que esteja com a mesma composição mineral e os solos tenderão a ser rasinhos, raquíticos, superficiais. Já se o clima for úmido, aí vai ser outra história, porque ele vai amaciar a rocha mãe, mudar suas características iniciais, torná-la menos rocha, menos dura e é claro, mais macia, mais profunda.

            Por isso o solo é como se fosse uma espécie da relação entre um clima, assim meio pai e uma rocha, meio mãe. É dessa relação que os filhos solos tendem a ser a cara encarnada e esculpida dos pais.

            E mais uma coisa meu amigo, o solo também cresce, também muda de horizonte com o tempo, também tem lá seu perfil, suas características, digamos assim, mais pessoais. Todo solo tem seus traços íntimos, sua identidade química, uma certa estrutura física. Uns são rasos, outros profundos; uns velhos, outros bem recentes; uns vermelhos, outros amarelos, alguns brancos, outros negros, além daqueles que possuem variadas cores.

            Os solos são vida e suas raízes, ainda que não nos demos conta disso, estão vivas dentro de nós.

Com essa leitura, nosso trabalho foi ficando mais fácil. Logo depois, usamos um outro material que a Professora Viviane nos forneceu e que nos ajudou a classificar os solos de uma maneira mais rápida e didática. O livro ” O solo sob nossos pés”, da autora Deborah de Oliveira, publicado pela Editora Atual.

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Mais um livro fundamental para nossos estudos

Recebemos também da Professora a dica de alguns sites que nos ajudariam, como o Pedagogia Fácil e o site dos professores da UFPR.  Os dois sites são fantásticos, mas foi no Programa Solo na Escola da Universidade Federal do Paraná que descobrimos uma coleção de experimentações que virou nosso baú de riquezas. Encontramos uma EXPERIMENTOTECA DE SOLOS e uma COLEÇÃO DE CORES DE SOLOS (COLORTECA). Bingo! Era o que queríamos fazer, nosso acervo de solos, mas agora tínhamos um norteador para ajuda. Deixamos aqui o nosso sincero agradecimento à equipe que, muito gentilmente, autorizou o uso do material produzido por eles e também já deu dicas, sugestões de intervenção no solo…Foi incrível!

Chegou a hora de mostrarmos tudo que fizemos. Segura na nossa mão e vem!!

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Organizamos as amostras trazidas pelos alunos

Colocamos as amostrar para secagem, e aproveitamos para brincar um pouco com a amostra 07, que é um solo argiloso.

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Nesse dia, todo mundo estava liberado para mexer na terra! 😀
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E teve produção de relatório também! 😉
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Tudo explicado: cada um registrou as diferenças entre as amostras
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É muito interessante ver como cada um organiza o relatório do seu jeitinho!
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A conclusão também era fundamental. E todos se saíram bem. A gente <3

Organizamos nossas amostras.

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Era hora de recolher as amostras nos potes
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Deixamos em uma das estantes da sala para que os alunos pudessem rever e até explicar para os demais professores da turma

E voltamos a Alameda para conferir, se tudo estava correto.

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Uma das turmas do quinto ano, durante a verificação do solo onde criaremos a Alameda

Já conversamos com nosso Orientador Pedagógico e apresentamos nossas novas análises, acreditamos que agora precisamos remexer o solo e complementar com adubação, que pode vir de uma compostagem, pensamos também em uma cobertura vegetal, como grama, tudo isso está sendo analisado e logo, logo, vocês saberão mais do que estamos aprontando.

Já fizeram alguma coisa parecida?

Eu confesso que tudo isso é novo para mim e para nossos alunos também, mas todas as descobertas têm sido tão legais que a cada aula pensamos em outras possibilidades e nossas cabeças piram e mudam a todo instante. Esse trabalho também é fruto de uma “corrente do bem”. Começou com a nossa colega Viviane, ali mesmo, na nossa escola e nos levou até o Paraná! Não é incrível saber tudo que o conhecimento pode proporcionar?

O escritor Lewis Carrol, em Alice nos país das maravilhas diz a seguinte frase:

“Eu… eu… nem eu mesmo sei, nesse momento… eu… enfim, sei quem eu era, quando me levantei hoje de manhã, mas acho que já me transformei várias vezes desde então. ”

E assim seguimos nossas aulas, nessa metamorfose ambulante.

Conte para gente o que você tem feito de diferente e que te provoca mudanças na sua escola.

Até a próxima!

 

As horas pela Alameda

As Horas pela Alameda

As horas pela alameda
Arrastam vestes de seda,
Vestes de seda sonhada
Pela alameda alongada
Sob o azular do luar…
E ouve-se no ar a expirar –
A expirar mas nunca expira –
Uma flauta que delira,
Que é mais a ideia de ouvi-la
Que ouvi-la quase tranquila
Pelo ar a ondear e a ir…
Silêncio a tremeluzir…
Fernando Pessoa, in ‘Cancioneiro’

Saudações, Pensadores de Ciências!

Começamos nosso post de um jeito bem diferente, né? Mas, por um motivo especial.

Acho que já deu para vocês perceberem que, hoje, falaremos mais um pouco sobre nosso projeto Alameda. O que é mais bacana em nosso trabalho é que o dia a dia e as perguntas dos nossos alunos, em plenos anos iniciais do ensino fundamental trazem curiosidades que mudam ligeiramente a direção dos projetos. Mas, ao contrário de parecer um problema, isso é o que temos de mais rico em tudo que fazemos.

Vem ver o que propusemos essa semana!

Não acompanhou o Projeto Alameda desde o início? Pesquise aqui e aqui.

Continuamos trabalhando, a todo o vapor, vários estudos sobre os tipos de solo, suas características, classificação, conservação degradação e solos férteis. Para saber mais dá uma olhadinha aqui:

E, com as turmas do 5º ano aprendendo e descobrindo muitas coisas novas, surgiu uma “ideia dentro da ideia”, fazer um acervo de solos.

E lá fomos nós pesquisar com um dos professores de geografia da nossa escola,  Domenico Di Giuseppe Neto, sobre como faríamos a coleta. Optamos, então, pela coleta simples, que não é recomendada para avaliação da fertilidade do solo, podendo, porém, ser utilizada para fins de classificação de solo, que é nosso objetivo.

projeto alameda amostra de solos
Professor Domênico Di Giuseppe Neto

Aprendemos que a profundidade a ser cavada para a amostragem teria que ficar entre 0-10 cm e 10-20 cm de profundidade, evitando, assim, que materiais em decomposição (orgânicos) contaminassem a amostra.

projeto alameda amostra de solos
Preparação para a coleta da primeira amostra
projeto alameda amostra de solos
Esta amostra estava muito dura, então, tivemos que colocar um pouco de água para retirar a primeira camada de materiais orgânicos. Após a coleta, tivemos que deixar a amostra secar para, depois, armazená-la.

E qual é a tarefa dos alunos?

A proposta é que cada aluno recolha uma amostra de sua casa, de algum lugar visitado e etc. O solo deve vir identificado. Em outras palavras, os alunos terão que informar a rua e o bairro onde foram coletadas as amostras e até mesmo cidade, afinal, as férias estão chegando e não vamos perder essa oportunidade, né. 😉

Mas, como vocês sabem, as crianças são ansiosas… e aí…

…não é que já apareceu material para o nosso acervo? Olhem só:

projeto alameda amostra de solos
Coleta de dois alunos do 5º ano A

Claro que ficamos felizes porque os meninos do 5º ano A já trouxeram amostras coletadas em áreas próximas de nós. Uma delas, como a foto mostra, colhida no Jardim Santa Lúcia, bairro vizinho ao de nossa escola.

E foi uma festa, vocês acreditam? As crianças queriam pegar a amostra coletada de qualquer jeito. Depois de um pequeno alvoroço e os nossos pedidos de “calma”, a turma entendeu que também não manipularemos as amostras de qualquer forma. É que, para um estudo ser bem executado, por mais simples que seja, há regras, como, aliás, para quase tudo na vida.

E foi assim que terminamos a aula. Ouvimos inúmeras promessas de que logo, logo, receberemos muitas amostras. Tomara!

Podemos confessar uma coisa? Mal podemos esperar para ver como vai ficar nosso acervo de solos! <3

E você? Sabia da possibilidade de construir um acervo de solos? Já fez algo parecido? Mande suas dúvidas e sugestões nos comentários.

Até a próxima!

Pensando Ciências Visita: Instituto Agronômico de Campinas II

Saudações, Pensadores de Ciências!

Lembram-se do nosso último post? Pois é, voltamos a falar hoje um pouquinho mais sobre nossa visita ao Instituto Agronômico de Campinas, o IAC.

Enquanto uma parte de nossa turma do quinto ano foi levada para compreender um pouco mais sobre as hortaliças e suas características, um outro grupo foi aprender mais sobre os tipos de solo, além da importância da preservação da cobertura vegetal para evitar a erosão.

Começamos a aula com a apresentação sobre tipos de solo e suas ocorrências em várias partes do país. Aprendemos um pouco da história da terra roxa ou rossa, como diziam os imigrantes italianos.

Visita ao IAC Campinas
Todo mundo atento para o estudo de solo
Visita ao IAC Campinas
Entender as diferenças de cores do solo permite saber qual a condição deste solo para o cultivo

Logo em seguida, analisamos as diferenças do solo de acordo com a cobertura vegetal que o solo apresenta. Os alunos puderam reforçar aquilo que já tinham visto em sala, isto é, quanto mais cobertura o solo tiver, mais protegido ele estará.

Visita ao IAC Campinas
Era importante também entender a diferença entre solos que possuem cobertura e solos totalmente sem vegetação

Para demonstrar a importância de se preservar a vegetação, vimos os efeitos da chuva em um solo degradado e entendemos que, com o tempo, a erosão afeta um solo desprotegido, retirando grande parte dos seus nutrientes.

Visita ao IAC Campinas
E toda turma viu o efeito da erosão em um solo degradado

E essa visita trouxe tanta informação, tanto conhecimento… os alunos puderam fazer perguntas às pesquisadoras do IAC. Não se cansavam de anotar, perguntar, anotar, perguntar de novo…rsrsrs

Tinha gente agachadinha ali, bem perto, pra não perder nenhum detalhe!

Visita ao IAC Campinas
Foco total, hein! Era muita vontade de saber mais! 😀

Essa visita foi realmente inesquecível. Mas vimos que um único dia não era suficiente para aprender tudo que o pessoal do IAC tem pra nos ensinar.

Mas a gente não tá triste não, viu?!

os pesquisadores fizeram questão de nos convidar para um retorno, qualquer dia desses. Imagina se a gente não ia aceitar, né? Não perderemos a chance por nada! Aguardem-nos, equipe do Instituto Agronômico, pois, com toda essa atenção que vocês nos deram, não vemos a hora de voltar! <3

Visita ao IAC Campinas
E a gente se despediu com aquele sorrisão! Tem coisa melhor? 😉

Nosso sincero agradecimento a equipe do Instituto Agronômico de Campinas. Para conhecer mais sobre o trabalho deste histórico núcleo de pesquisas brasileiro, não deixe de visitar o site da instituição.

Deixe suas dúvidas sobre esta ou qualquer outra visita do nosso blog. Tem alguma sugestão de roteiro que poderíamos fazer com nossos alunos? Divida com a gente!

Até a próxima!

Qualidade da água: Processos de filtragem

Salve, Pensadores de Ciências!

O mês de maio acabando e com eles muitos projetos e conteúdos chegando ao fim, mas tem muita novidade para junho, grandes ideias pipocando em nossas cabeças. E nosso trabalho com as turmas de quarto e quinto ano do ensino fundamental segue nos inspirando cada dia mais.

E para encerrar o mês de maio fizemos um experimento muito legal que foi simular alguns dos processos de filtragem da água de acordo com o que ocorre nas ETA (Estação de Tratamento de Água).

Aliás, já falamos um pouco sobre captação e tratamento de água nesse post aqui. Quem lembra?

Hoje, iniciamos falando do caminho da água até nossas casas de uma forma bem simples e lúdica, aproveitei para falar sobre Mata Ciliar e sua importância. Também falamos da questão de assoreamento dos rios em função da falta da mata e do montante de lixo que acaba em nossas águas. Esse tema ainda vai aparecer por aqui, mas se você é daqueles que não aguenta esperar, pode começar suas pesquisas por aqui.

Após as turmas dos 4º anos aprenderem o caminho da água, tudo bem explicadinho, pedimos que fizessem algumas ilustrações do que entenderam. E, olha, não é porque são nossos alunos, não, mas tem cada coisa bonita… vem ver!

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Os meninos capricharam nos conceitos que envolvem a filtração

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E não tem só texto, não! A meninada demonstrou tudo que aprendeu com desenhos lindos como esse
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Cada um mais lindo que o outro!
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Cada etapa do tratamento foi representada nos desenhos

Depois de ver que a turma havia absorvido o conteúdo com clareza embarcamos na experimentação. Afinal, nada como vivenciar tudo o que foi só falado.

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Materiais organizados para a experiência

Partimos então para nossa aventura, a primeira delas o Processo de Floculação.

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Material para o Processo de Floculação: bacia, água e papel picado
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Misturamos tudo e começamos o processo de movimentar a água
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As partículas de sujeira (papel) começam a se agrupar.
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Olha aí o pessoal, maravilhado

Partimos para nossa segunda aventura, a Decantação.

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Os materiais usados foram somente água e terra
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Água com terra
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Tudo bem misturadinho

Agora, era só esperar….mas….

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Esperar? E quem tem paciência?! \o/

O próximo e último experimento que simulamos foi o da Filtração.

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Nossos experimentos foram simples, mas feitos com muito empenho! <3
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Areia diluída em água e um filtro de papel, daqueles usados para coar o café
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Já dava pra ver as primeiras gotas: estavam bem mais limpas!
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E vocês acham que dava tempo de esperar toda a filtragem? Era muita ansiedade, Brasil! rsrsrs

E para terminar, claro que a professora pediu um pequeno relatório… rsrsrsr

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filtração

Pensa em uma aula inesquecível? Adoramos todo o processo e estamos maravilhadas com o conhecimento adquirido, muito além dos livros e cadernos. É assim que levamos a vida por aqui, vivendo e Pensando Ciências! <3

E você? O que achou? Escreva para gente se tiver dúvidas sobre os processos de tratamento da água.

Até a próxima!!!

 

 

Decompositores: Conclusão da experiência com pães e fungos

Salve, Pensadores de Ciências!

Acreditamos que muita gente tem se perguntado o que aconteceu com o pão que estava em processo de decomposição… pois é o que será que aconteceu?
Você se lembra como começou essa história? Falamos da primeira etapa dessa experiência aqui e depois fizemos mais algumas observações que dividimos com vocês aqui.
Pois é… hoje é dia de finalizar esta que, aliás, foi a nossa primeira experiência. É muito amor envolvido, Brasil!<3
Mas… não vivemos só de amor, né? O que será que nossa turma descobriu com esse longo processo? Vem ver!
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Foi preciso uma certa dose de coragem pra pegar essas embalagens no armário! 😀

Resolvemos abrir as embalagens e ver como seria o fim do processo na natureza.  Montamos uma caixa com terra e um pouco de umidade. Queríamos simular o destino final de nossa matéria orgânica, após a ação dos fungos.

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Caixa de terra

Demos inicio a abertura dos pacotes, pensa numa coisa fedida com odor muito forte? Multiplica por 100, você terá uma pequena ideia do sufoco que passamos de como era o cheiro das matérias em decomposição.

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Olha a cara da Beatriz, aí em cima, comprovando o relato.

Pegamos também duas folhas no pátio da escola, uma ainda presa à árvore e outra já seca que estava no chão, afinal agora iríamos ver o processo por completo, toda a matéria morta transformando-se em nutrientes para a terra.

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E nossa montagem da caixa de decomposição começou.

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Um “close” nos nossos pães!

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Aguardamos mais três dias e fomos verificar a quantas andava nossa caixa.

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Olha aí, nossos pães terminando seu ciclo na natureza e os agentes decompositores cumprindo sua missão. 😉

Os alunos estão impressionados como o processo acelerou depois que retiramos os pães da embalagem. Agora, conseguimos compreender melhor todo o processo de decomposição e da absorção pela terra dos nutrientes que serão incorporados ao solo.

E você? O que achou? Lembrando que essa experiência teve início ainda no primeiro semestre e, com ela, pudemos mostrar aos alunos a importância de se respeitar o tempo da natureza, observar essa máquina maravilhosa em seu trabalho diário e como ela nos mantém vivos.

De tudo que fizemos esse ano, essa atividade tem lugar especial em nossa memória. Afinal, foi a primeira que compartilhamos com vocês aqui no blog e, vendo que ela foi finalizada, já vai dando aquele gostinho de saudade, e também de alegria por tudo que nossos alunos aprenderam e que também nos ensinaram em 2016. Ao mesmo tempo, a cabeça fervilha de planos pra 2017.

Péra, acho que caiu uma lagriminha aqui no teclado!

Aproveite os comentários para deixar suas impressões sobre esta e as outras experiências que você já viu aqui. Ajude-nos. Queremos, cada dia mais, seguir, Pensando Ciências!

Até a próxima!

 

 

Jardim Sensorial: um cantinho especial da escola

Saudações, Pensadores de Ciências!

Hoje é dia de falarmos de algo que nos trouxe muita alegria: a criação de um jardim sensorial! Vocês se lembram de quando fizemos a limpeza e manutenção de nosso minhocário? Pois é… falamos que logo traríamos notícias sobre o destino que daríamos ao húmus produzido por nossas minhocas californianas e como aqui, missão dada é missão cumprida, tratamos de estimular nossos pequenos pensadores a buscar soluções para o material.

Em roda de conversa com os 4º anos apareceu à pergunta:
– Professora, o que vamos fazer com a terra que trocamos da minhoca?
E como já tínhamos pensado nisso, quando levei a atividade para a sala, sugeri um Jardim Sensorial e novas perguntas apareceram:
– O que é isso, Prô?
Expliquei que seria um jardim com plantas aromáticas que poderíamos usar para comer, fazer chás ou perfumar a casa. Com a proposta aceita, lá fui eu buscar ideias para nosso jardim. Na primeira hipótese, queria fazer um daqueles suspensos, usando garrafas pet.
Como esse aqui:
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Lindo, né? Amamos! <3
E seria feito seguindo esse esquema:
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  Era isso que eu tinha em mente, porém utilizei garrafas de água que são mais moles e não consegui obter o mesmo resultado. Sem as mudas ficavam perfeitas, mas com as mudas as garrafas se dobravam ao meio.  🙁

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Em casa, com garrafas de água, não conseguimos o mesmo resultado da primeira foto.

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Já com as mudas plantadas, vocês podem ver que a garrafa não ficou tão firme.
Diante deste “contratempo”, resolvemos que nosso jardim seria no chão, ao lado de um muro da escola, e não mais suspenso. Tínhamos diversas mudas: Manjericão, Bálsamo, Lavanda, Erva Doce, Hortelã, Cânfora e Alecrim.
Aí você vai dizer: por quê essas plantas? pra quê serve cada uma delas? vou ter que procurar?
Seus problemas acabaram! 😀 Deixamos uma lista prontinha pra vocês!
Agora, com toda essa moleza pesquisa que a gente deixou, você bem que podia começar um jardim sensorial também, né?  Já pensou? Hum? Hum?
Olha aí, mais um exemplo:
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Maravilhoso!
Era hora de plantar e também de usar o nosso húmus!!
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E, aos pouquinhos, nosso jardim foi ganhando forma.
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A meninada quase não gosta de mexer na terra! 🙂
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A turminha ficou muito envolvida e tomando cuidado para que tudo ficasse perfeito.
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Estavam todos encantados!
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E nosso jardim ficou assim:
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Vista “aérea” 😀
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Para não sobrecarregar ninguém e também não correr risco de nosso cantinho ficar sem cuidados, estabelecemos que, a cada dia, um aluno ira molhar e verificar se está tudo bem com nosso jardim.
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Mas por que mesmo que a gente escolheu um jardim sensorial, hein? Porque nosso objetivo maior é fazer com que as crianças percebam o mundo que as cercam, não só o mundo tecnológico mais sim o mundo primitivo, aquele que já estava aqui antes de nós, e para isso nada melhor do que usar os sentidos. Afinal, nosso lema por aqui é: gentileza gera…N-A-T-U-R-E-Z-A!

Quer saber mais sobre o Jardim Sensorial, dá uma olhadinha nesse site, pois está tudo bem explicado!

Fala pra gente aí nos comentários o que você achou. E se já criou um jardim sensorial em casa ou na escola, que tal escrever sobre ele? Quais plantas você escolheu? Como está cuidando? Continue a Pensar Ciências conosco.

Até a próxima!

Projeto Mascotes: manutenção do minhocário

Saudações, Pensadores de Ciências!

O post de hoje é para falar sobre a limpeza e manutenção do minhocário das nossas turmas do 4° ano. Trazer mascotes para a sala de aula permite trabalhar com os alunos a responsabilidade sobre um ser vivo. Nosso minhocário exige manutenção periódica, assim como aquele aquário que a criança pede para ter em casa, muitas vezes sem saber o trabalho que dá. E foi assim que começamos a conversa em sala, explicando que qualquer criação exige cuidados.

Resolvemos trocar a terra do minhocário, pois a aparência estava muito diferente daquela que víamos quando trouxemos as minhocas.  Decidimos que era hora de dar uma boa limpeza na caixa, afinal às minhocas estavam praticamente nadando em húmus.
O início do trabalho
O início do trabalho: forramos o chão e já deixamos a terra que seria usada para substituição bem próxima de nós, para facilitar a troca.

Retiramos tudo da caixa e várias mãos começaram a separar minhocas de húmus. Íamos encontrando muitos filhotes, porém poucas minhocas maiores. Começamos a nos perguntar o porquê…

O trabalho ia precisar de muita ajuda
Enquanto separávamos, observávamos os indivíduos que estavam no minhocário
E trabalhamos muito
Algumas minhocas já estavam no balde, aguardando a troca. E ainda havia muito trabalho pela frente

Além de trocar a terra, também demos aquele “trato” no minhocário:

Também limpamos a caixa
Também limpamos a caixa antes de colocar a terra limpa
Ao final chegamos às seguintes conclusões:
* Houve reprodução. Essa hipótese surgiu devido a grande quantidade de “minhoquinhas”, que encontramos, como vocês podem ver na foto do balde aí em cima.
* Foi preciso trocar a terra pois ela era praticamente só húmus.
Arrumadinha final! 😀
Aqui é possível ver a quantidade de húmus produzido

Essa observação nos levou a mais uma conclusão:

  • As minhocas grandes devem ter morrido e foram decompostas por fungos e bactérias, acabando virando nutrientes, junto com as folhas, para as minhocas jovens.

Nós também já falamos de agentes decompositores aqui.

Terminando os trabalhos, olha como tudo foi ficando arrumadinho!

Hora de preencher o minhocário com folhas e terra nova para começar um novo ciclo
Hora de preencher o minhocário com folhas e terra nova para começar um novo ciclo

Agora sim! Com a casa limpa, nossas amiguinhas podiam fazer a festa!

Estreando a casa nova 😊
Estreando a casa nova 😊

E vocês podem ser perguntar: o que foi feito de todo aquele húmus que as minhocas produziram? Foi jogado fora?! Nãããão! Desperdício aqui? Jamais! Logo, logo, ele voltará ao solo. Mostraremos o jardim que será feito utilizando o húmus produzido por nossas amigas. Será mais uma atividade para envolvermos nossos pequenos cientistas.

Agora, conte pra gente: você tem um jardim na sua escola? Usa húmus? Com que materiais você criou ou pretende criar seu jardim? Deixe suas sugestões aí nos comentários. Não esqueça de curtir este e outros posts, além do nosso canal no YouTube e da nossa página no Facebook!

Continue Pensando Ciências com a gente! Até a próxima!

 

Projeto Mascotes: o quarto ano e seu minhocário

Olá! Estão gostando de conhecer nossos mascotes?

Hoje, vamos falar dos mascotes das turmas do 4o. ano e da criação do minhocário.

Não sabe o que é o Projeto Mascotes? Você pode ler mais aqui e aqui.

E como começou o trabalho com a turma? A escola inteira já sabia das plantas carnívoras e começaram as cobranças das outras salas. Por que não tinha um mascote para cada turma? Ia ter planta para os 4º anos também? Todos perguntavam ao mesmo tempo!!

Olhando material antigo, e comparando com o conteúdo que devo trabalhar com os 4º anos resolvi montar um minhocário. Achei que os alunos teriam nojo de mexer com as minhoquinhas e que teria que montar tudo sozinha. Minha surpresa foi que não consegui nem chegar perto. A turma mesmo fez tudo sozinha, colocaram terra, substrato (adubo) e foram buscar folhas para deixar a terra mais úmida e nutritiva.

Alunos do quarto ano do ensino fundamental preparam solo para minhocário
Preparando o solo para as minhocas

 

turma do quarto ano preparando o minhocário
Preparação do minhocário
Imagem mostra alunos do quarto ano do ensino fundamental observando o minhocário
A professora não teve mesmo chance 🙂

 

Após a euforia da novidade passar iniciamos as pesquisas e observações para que as crianças possam entender a importância do pequeno animal invertebrado na natureza.

Primeiras observações.

Aproveitando que estávamos estudando o Sistema Digestório, trouxe para a sala um esquema do sistema digestório da minhoca. Nossa surpresa foi descobrir que é um sistema completo e que conta com um órgão diferente que é a moela, presente também nos pássaros. Eu ainda não sabia!! \o/

Vejam o esquema que mostrei em sala:

http://2.bp.blogspot.com/__H3hsEyAGm8/TT6VYIbvrUI/AAAAAAAAADU/-z6OF_ycZmc/s1600/sistema+digestivo+da+minhoca.jpg

E agora? Os alunos logo perguntaram: Pra que serve a moela?

Fomos atrás das informações e descobrimos também o papo, a coisa se complicou, por que tudo isso?

Pesquisamos e descobrimos que as aves também possuem papo e moela. A coisa piorou e buscamos mais informações… e aí que as descobertas foram tomando forma. Começamos a achar respostas!

Galinhas não tem dentes, muitas crianças ficaram surpresas com essa informação e em nossas pesquisas foi apontado que ela necessita de ingerir pedras e areia para ajudar no processo de digestão.

A galinha alimenta-se de grãos pois é uma ave granívora. Como consegue parti-los sem dentes?

Juntamente com os grãos, ela engole pequenas pedras.

No papo (bolsa no esôfago), o alimento é amolecido. A seguir vai para o proventrículo (1ª parte do estômago) que produz um suco digestivo e daí para a moela (2ªa parte do estômago). Quem já não comeu ou viu moelas? A moela é um órgão com uma forte parede musculosa que se vai contraindo. As pedras que a galinha engoliu ajudam a triturar os grãos de milho e outras sementes. Gostou? Pesquisamos neste site aqui.

Assim, com as dúvidas esclarecidas, era hora de curtir nossos mascotes! 😉

Nem nojo, nem medo. Nossos jovens pensadores de Ciências, gostam mesmo é de mão na massa! <3

Alunos do quarto ano do ensino fundamental preparam solo para minhocário
Aluno mexem na terra sem medo!
Alunos do quarto ano do ensino fundamental cuidando das minhocas
Alunos não tem nojo e cuidam tranquilamente de seus mascotes
Alunos do quarto ano do ensino fundamental cuidando das minhocas
Os alunos cuidaram pessoalmente das minhocas

E não é que elas estão se sentindo em casa?! 😀

Alunos do quarto ano do ensino fundamental terminam a preparação do minhocário
Minhocário pronto! Nossos mascotes em seu novo lar

E você? Que tal começar um minhocário em sua escola? Você pode sugerir ao seu professor! E você, professor? Que tal levar essa ideia para seus alunos. Deixe nos comentários suas dúvidas e sugestões!

Até a próxima!

Um jardim na escola e a criação de composteira

Uma ideia que leva à outra, que leva à outra, que leva à outra… bem que poderia ser esse o título do post. Lembram que falamos nesse post aqui que abriríamos espaço para a experiência de outros professores com o ensino de Ciências nos anos iniciais do ensino fundamental? Pois bem, a primeira convidada para esta missão foi a professora Flávia Wulf, da EMEF Maria Pavanatti Fávaro, que também pertence à rede municipal de ensino de Campinas-SP. A Flávia aceitou contar pra gente o que ela tem feito com sua turma do 5° ano e como eles têm buscado mais conhecimento simplesmente observando o mundo ao seu redor.

A turma estava estudando o desmatamento e o processo de desertificação. Usando tirinhas da Turma da Mônica como texto de apoio, a professora discutiu com os alunos sobre o processo de degradação do solo, decorrente da desertificação. Nesse momento, os meninos tiveram a ideia de criar um jardim em uma área da escola que se encontrava sem uso. Todos perceberam como aquele pedacinho de solo do pátio, com características semelhantes ao que eles tinham acabado de estudar,  estava sem vida  e o quanto um pequeno jardim poderia fazer a diferença.  A terra, porém, estava seca, endurecida pelo tempo que ficou sem nenhum cultivo.

Estimulados pelo que tinham acabado de aprender, viram que o solo precisava de água e sol para poder voltar a ser produtivo. Mas faltava ainda alguma coisa. Foi então que os alunos lembraram que seria necessário adubar a área antes do plantio. Todos começaram a perguntar sobre o adubo: o que seria melhor? Quais os tipos que existem? Como fazer? Foi aí que eles apresentaram a grande ideia. 💡

Por que não fazer todo o trabalho? Criar o adubo, preparar o solo, realizar o plantio e, logo, logo, curtir um belo jardim bem em frente às salas de aula? Nada mal, hein?

A área, atualmente, está assim. 😟

pátio da emef Maria Pavanatti Fávaro
Jardim do pátio atualmente

Toda a discussão e as ideias que surgiram foram anotadas no caderno de cada um dos alunos. Nada é feito em sala que não seja devidamente registrado pelos nossos pequenos cientistas. Da ideia, a turminha partiu pra ação! Foram feitas pesquisas em sala sobre como criar a composteira. O modelo escolhido foi de pequeno porte, com capacidade para 15 litros. A sua montagem é feita com três partes. Uma destinada ao depósito do material, outra ao “trabalho” da decomposição propriamente dito e a terceira,  onde fica depositado o chorume que será colhido por uma pequena torneira na parte mais baixa da caixa. Com a ajuda da professora, os alunos também aprenderam sobre os tipos de produtos que podem ir à composteira e a proporção destes itens na formação do material a ser decomposto.

Alunos colhendo informações para o projeto
Alunos colhendo informações para o projeto
Alunos realizam pesquisa sobre composteira
Alunos realizam pesquisa sobre composteira

O agente decompositor escolhido foi a minhoca californiana (Eisenia foetida). Sua atuação é mais rápida pois já inicia a degradação do material assim que ele é depositado na composteira. Quem quiser saber mais sobre esta espécie e seu uso em composteiras, pode consultar este site.

Com tudo pesquisado e o material selecionado, foi fácil montar a composteira e deixar que as minhocas seguissem com seus “afazeres”. 😊

 

Alunos separam as sobras de alimentos que irão para a composteira
Alunos separam as sobras de alimentos que irão para a composteira
Composteira sendo finalizada pelos alunos
Composteira sendo finalizada pelos alunos

Segundo a professora Flávia, a composteira deve oferecer sua primeira produção de adubo orgânico dentro de 02 meses.

A turma também preparou cartazes pra deixar na escola, explicando como fizeram a composteira e qual a sua importância.

Alunos prepararam cartaz sobre a composteira
Alunos prepararam cartaz sobre a composteira

A julgar pela dedicação dos alunos e da professora temos certeza que dentro em breve, teremos um belo jardim lá nas bandas da escola Pavanatti. A Flávia prometeu nos mandar atualizações sobre seus trabalhos com a turma.  Quem mais está ansioso? ☝

E você?  O que achou da criação de uma composteira? Já pensou em fazer uma dessas e criar uma pequena horta ou jardim na sua escola ou na sua casa? Conte pra gente aí nos comentários. E se tiver dúvidas ou sugestões para a professora Flávia, teremos o maior prazer em encaminhar.

Até a próxima!